YABERIN E O INÍCIO DO SEU DESPERTAR

Abaixo um trecho do novo livro Yaberin de Rodrigo Romo – em desenvolvimento.

 

Yaberin passou pelas lojas de ambas as realidades em sua busca interna, desde seu planeta Yakon, para conseguir compreender a linha evolutiva de consciência que a alma traça em cada situação encarnacional. A cada efusão que a alma desenvolve em seu contexto consciencial, a sociedade, as limitações, dogmas e valores impostos pela moralidade, uma nova fase de percepção e compreensão do universo vai se formatando dentro da nossa própria realidade racional e intuitiva. Esse processo é muito rico em experiências e leva as pessoas a tomarem decisões erradas para quem as avalia externamente. Essa é uma das questões mais complexas do criticar alguém, pois estamos vendo as coisas de forma externa, com um outro prisma, e o estudante que define as situações pela sua consciência está olhando com um outro prisma, muitas vezes acreditando estar tomando a decisão correta. Esta dualidade que é observada pela consciência na qual a Alma se encontra atrelada em cada corpo que utiliza no processo encarnacional acaba por gerar os paradoxos da linha temporal à medida que essa consciência gera as FORMAS PENSAMENTO e as FORMA SENTIMENTO que estão diretamente inseridas no contexto bioquímico das reações cerebrais e endócrinas, que por sua vez atuam sobre essa Alma que está vivendo a experiência na dualidade relativa de cada ponto de vista que é cada ciclo encarnacional. Com isso, a escola encarnacional é muito ampla e acaba por gerar várias opções de paradoxos no fluxo temporal da própria existência multidimensional na busca pela compreensão e controle de sua capacidade cocriacional que acaba obrigatoriamente se chocando com a questão do PODER x PODER, sem um foco equilibrado como deveria ser, pois cada ciclo possui uma percepção distinta da anterior ou das paralelas, sem a motivação da harmonia que deveria ser o objetivo antes do poder em si.

Muitos dos testes que os magos ou aprendizes necessitam passar são relativos à disciplina dentro das tomadas de decisão que cada estudante tem pela frente dentro de suas diferentes etapas pessoais. Isso tem reprovado muitos estudantes e sacerdotes, mas aqueles que optam pelas lojas negras do poder e do ego, acabam sendo traídos pela sua ganância e entram em outros laboratórios de experiência, acabando por ficar totalmente submetidos às mãos negras do seu próprio lado obscuro. Como o estudante não possui a mestria sobre a sua própria dualidade, ele é presa fácil do ego, ganância e poder, que pode desenvolver. Assim, dentro dessa jornada, a estrutura moral e ética de uma alma representa uma grande chave para definir o caminho que a pessoa irá realmente trilhar dentro da dualidade que ele mesmo traçou para si. Estes aspectos estão justamente inseridos no que foi colocado logo acima, pois em cada ciclo encarnacional a percepção do poder muda e com isso essa busca acaba descontrolada e o lado obscuro do poder acaba sobrepujando o aspecto harmônico em muitos seres. Esta condição acabou se revelando mais intensa e delicada na questão das Almas que foram criadas pelos LOGOS Cósmicos e Filhos Paradisíacos da linhagem de Anhotak, Sarathen e do grupo inicial que são cerca de 72 grandes Filhos Paradisíacos do Conselho Criacional antes da chegada da energia e proposta Micahélica na energia Crística do Amor Incondicional. Dessa forma essas Mônadas tinham uma programação inserida na sua codificação de ODU ou código genético cósmico de escravidão e submissão ao poder, o que acabou sendo inserido na maior parte das espécies mais antigas da linhagem dos Reptilianos e Insectoides, que são bem anteriores às matrizes Mamíferas e posteriormente às Humanas e Humanoides.

Yaberin, no início do seu despertar de consciência ainda no planeta Yakon, vivenciou uma época onde o plano Dévico de seu mundo mantinha um estreito contato com a realidade dimensional na qual ele vivia. Com isso os laços de comunicação eram muito mais diretos e possíveis. Na verdade, a questão é mais complexa, mas vamos simplificar. O planeta Yakon é um mundo multidimensional assim como a Terra e todos os outros, pois não se pode separar a ENERGIA ESCURA, MATÉRIA ESCURA da MATÉRIA BARIÔNICA, pois todas estão diretamente inseridas umas nas outras através das bandas de energia de MATÉRIA e de ANTIMATÉRIA pelas Bandas BRANA, que foi proposto pela Teoria das Supercordas. Então, quando uma Alma acessa o mundo mais denso denominado de material pela humanidade, dentro de sua limitada percepção sobre a matéria x energia, as conexões entre cada plano vibracional não se perdem, mas continuam existindo como sempre vão existir.

No entanto, a consciência de um ser é afetada pela capacidade de observação e pelos limites desse mesmo corpo que utiliza para obter a experiência encarnacional, dentro do conceito dos 5 sentidos humanos: visão, audição, tato, paladar e olfato. Além desses 5 básicos existem outros, que incluem a captação eletromagnética da aura do átomo, frequências psíquicas da radiação de fundo, frequências psíquicas das outras Almas dentro dos demais reinos da vida e da expressão da energia condensada dentro dos diferentes níveis da matéria e da antimatéria. Tudo isso passa totalmente desapercebido aos sentidos da humanidade, limitando dessa forma a sua percepção sobre a vida e sua sensibilidade. Dessa forma, cada Alma ou conjunto de Almas, quando escolhe uma raça para viver seu período de experiências encarnacionais, fica atrelada a parâmetros limitantes dentro de um ciclo de encarnações ou tempo, gerando gradualmente os pré-conceitos e ao mesmo tempo a necessidade de evolução conceitual sobre tudo isso, o que em termos de tempo para a percepção de muitas raças, pode ser lento.

O planeta Yakon possuía características interessantes de interação entre diversas dimensões e realidades em paralelo, que serviram de base para a fantástica escola que esse ser viria a passar e posteriormente transcender para outras moradas, como base de sua jornada e aprendizado, para quando estivesse amadurecido e tivesse compreendido o contexto geral das situações que estava inserido, pudesse iniciar a sua verdadeira missão e tarefa junto ao Comando Central da Supra Confederação e dos outros grupos inseridos nela.

O contato com diversos tipos de habitantes Dévicos, como os equivalentes aos gnomos, duendes, sílfides, ondinas e outros, que davam sustentação aos processos naturais da fauna e flora, representavam a base da cultura religiosa inserida na sociedade de Yakon naquela época. Todos os habitantes de Yakon sabiam que a sobrevivência e sustentação ambiental do mundo deles era em parte regida pelos elementais Dévicos. Além dos aspectos simbióticos geológicos e orbitais com as 3 luas desse mundo, que davam uma perfeita sustentação eletromagnética e espiritual entre as realidades astral e física. O reino Dévico possui igualmente à Terra, 4 reinos de base e um quinto reino denominado por nós de Éter, pois esse outro reino sintetizava as interações nucleares e psíquicas dos outros 4 reinos, de forma a criar um vínculo emocional com a civilização material. O mesmo ocorreu na Terra há milhares de anos, quando os distintos reinos se mantinham em contato, como vemos em nossas fábulas, à exemplo do livro de Tolkien e sua saga O Senhor dos Anéis. Lembrando a todos vocês que não se inventa nada, mas se capta da linha temporal através das experiências que cada um de vocês já teve e ainda está tendo em plano paralelos. Para a Alma e para as esferas superiores o fluxo do tempo não é linear como para os humanos, permitindo vivenciar inúmeras situações ao mesmo tempo zero e ter a percepção de cada uma delas como uma escala dentro de uma régua.

As falanges dos Orixás representam um forte vínculo com o quinto elemento de sustentação e equilíbrio dos 4 reinos básicos, semelhante à Terra em muitos outros planetas em escala evolucionária. Diferentes reinos sob a tutela de um reinado inteligente, que no caso da Terra é regido pelas divindades denominadas ORIXÁS PRIMORDIAIS. Assim o nosso instrutor Yaberin começou a sua jornada pelo universo do magismo, dentro de uma realidade onde o contato psíquico e mediúnico com outros planos era algo corriqueiro.

Os ensinamentos sobre esse reino eram basicamente passados pelos pais para seus filhos e destes igualmente pelas tradições, como ocorreu aqui na Terra dentro de algumas culturas, como é o caso da Inca, Maia, Hinduísta, Hebraica Egípcia, Persa, Celta, Grega, Xamânica e tantas outras em seus primórdios. Yaberin ao completar a fase da infância e aprender a fase básica do entendimento cultural primitivo de uma sociedade humanoide, passa para sua fase posterior com maior percepção e discernimento sobre a dualidade e a questão do poder entre a Mente x Matéria e as suas diferentes vibrações evidenciadas entre o plano mais denso da matéria e do plano Astral que é considerado não material de forma equivocada pela maior parte da humanidade atual. Nessa fase da jornada de Yaberin surgem as técnicas de manipulação e conhecimento dos outros reinos dentro dos Portais, onde os Magos maiores transpunham dimensões, o que o fascinava, assim como paras muitas pessoas as estrelas representam um grande fascínio.

Yaberin sabia que muitos dos segredos estelares estavam inseridos dentro dos reinos do magismo, onde existiam relatos de civilizações mais antigas, que utilizavam Portais para se locomover entre as estrelas. Essa lembrança estava presente não apenas no subconsciente de Yaberin, mas na sua mente intelectual, pois ele não tinha ficado aprisionado nos hologramas encarnacionais como as outras Almas, mas precisava entender e vivenciar esses processos, para as escolhas e funções que viria milhares de anos depois a exercer perante alguns reinos estelares, que têm total correlação com você que está lendo este livro ou manuscrito. Como Yaberin pertence a uma Mônada, que por natureza é aventureira assim como suas outras almas gêmeas, que também estavam dentro dessa jornada em outras realidades, algumas delas muito além da possibilidade consciencial de Yaberin, existia o senso interno psíquico de seguir estas outras parcelas, um instinto de se unir aos seus outros fragmentos que já trilhavam o caminho das estrelas e do magismo há muito tempo. Portanto, Yaberin ao despertar para essa nova necessidade interna, deu início a seus estudos sobre o magismo e sobre os reinos paralelos e templos herméticos onde se ensinava magia. A escola onde ele deu início à sua jornada, representava uma filial da Ordem da Estrela Azul Púrpura, que era sustentada pela hierarquia espiritual filiada a Metraton e à ordem de Thoran, que é uma sucursal da ordem de Melchizedeck e de Thot-Han.

Um fator importante a ser novamente colocado é que Yaberin não possuía na verdade almas gêmeas ou mesmo Fractais de alma como os outros, situação que ele, nessa fase de sua caminhada, não tinha claro, pois os outros irmãos do grupo dos 144 Mestres Entrantes estavam e ainda estão interligados por uma consciência maior do Conselho dos 28 Comandantes da Supra Confederação, que possuem uma bagagem cósmica no plano dos Superuniversos e esse registro estava inserido dentro de cada átomo de Yaberin. Por esse motivo ele sabia que teria sempre que continuar adiante e não se limitar pela matéria, pois ele precisava retornar à FONTE PRIMORDIAL, mesmo que não a entendesse ou a conhecesse, mas estava impregnado dentro dele essa necessidade, assim como nos outros 143 Mestres Entrantes e na maior parte das Almas e Mônadas inseridas no programa Micahélico, o que coloca você leitor dentro da mesma questão.

A escola Azul Púrpura ou Apur como também era chamada, representava uma das 7 grandes escolas iniciáticas que mantinham pequenos grupos de estudo através da meditação e ensino da manipulação extra-sensorial, uma vez que existia uma grande facilidade para esse povo utilizar dons paranormais, pois o mundo deles não possuía a barreira de frequência que a Terra possui. Isso foi um ponto muito importante no desenvolvimento acelerado de muitos prodígios dessas escolas, que em pouco tempo migraram para outros mundos para aprender e ensinar, além de inserir padrões religiosos dentro da algazarra que se instalou em muitos mundos com o mal-uso dos dons paranormais e das técnicas de magismo.

Ocorreu por muito tempo um forte abuso por parte de seres dotados de altas capacidades sensoriais como telepatia, telecinésia, tele transporte e outros dons de controle da matéria em relação às culturas que não possuíam essa capacidade, o que gerou muitas guerras pela posse territorial e planetária, devido às questões comerciais de mineração e obtenção de recursos minerais para a indústria estelar. Yakon é um mundo federado há muitos milhares de anos, devido sua postura política. Na época de Yaberin ainda não era federado, mas apresentava fortes tendência para isso, pelo fato de sua cultura não ser politeísta e racialmente pura. Isso o ajudou muito nas etapas iniciais de evolução e contato com outras realidades. Em outras palavras, a sociedade que existia no planeta Yakon do ponto de vista físico e astral, estava inserida em uma raça primordial única sem maiores diferenças de etnia racial e com almas provenientes diretamente de outros mundos pacíficos ou das Federações do conjunto de Teta ou Naoshi, sem um histórico de dualidade agressivo, como é a situação da Terra onde existem Almas com o mais amplo registro histórico encarnacional, além dos exilados com carga extremamente negativa de suas ações e percepção de registros encarnacionais, o que complica muito mais o desenvolvimento e o despertar de consciência da humanidade.

A relação entre pensamento e energia produzida é muito importante e as descargas que o pensamento produz são fatores que as pessoas da comunidade das escolas sagradas ainda não compreendem totalmente, mas são muito fortes e podem provocar reações cármicas de grandes proporções, deixando uma pessoa presa no ciclo encarnacional cármico por dezenas de ciclos, até que ela possa se libertar desses resquícios que ela mesma gerou sem conhecer as reais implicações que isso sustentaria na vida de cada pessoa. O que coloca a humanidade em muitos ciclos encarnacionais de pendências cármicas familiares e sociais, como pode ser estudado dentro da vida de cada pessoa que temos como parente e dentro dos nossos próprios relacionamentos.

Assim o aprendizado é duro e muito complexo, pois ao perdermos a real consciência estelar da nossa origem e das nossas responsabilidades como ser estelar, acabamos entrando em ciclos repetitivos de aprendizado de forma mais lenta, o que nos leva aos diversos ciclos encarnacionais na Terra dentro da barreira de frequência, que densifica ainda mais os fluxos mentais. Motivo pelo qual o cinturão de fótons e os portais estão atuando de forma a acelerar o processo evolutivo e a reconexão com a memória estelar aos poucos dentro do chamado da alma que a humanidade está ouvido aos poucos.

Cada ciclo nosso dentro das emanações do aprendizado que buscamos é barrado pelos pré-conceitos aceitos na religião e pelo oportunismo de querer levar vantagem sobre o próximo, o que acaba por nos separar totalmente do nosso verdadeiro fluxo de vida divina e faz com que a ilusão se manifeste de uma forma muito grande e profunda nas erradicações e decisões de nossas vidas, entrando assim nos ciclos repetitivos encarnacionais, que muitas vezes não podemos controlar, estando sempre na busca dos resgates com parentes e cônjuges. Dessa forma, o aluno que busca um real conhecimento sobre o potencial das evocações sagradas, deve buscar a melhor forma de harmonizar a sua consciência e a sua forma de emanação cerebral e sentimentos, para poder sentir antes de mais nada o universo ao redor, o reino Dévico que o sustenta a partir das próprias estruturas biofísicas do organismo, onde entram os ensinamentos ligados aos Orixás do Brasil e África, dentro do reino de cada Orixá e nas condições geradas através dos elementos da natureza aplicados aos corpos físico e espiritual de uma pessoa. Todo esse conhecimento tem importante revelação e influência na forma correta de operar e direcionar os mantras para as realidades paralelas e para a própria vida da pessoa que busca tal conhecimento.

Toda evocação sagrada requer um ponto de poder, um símbolo riscado ou uma entidade de poder que possa abrir a possibilidade e os respectivos portais para que esse pedido e evocação tenham eficácia e penetração nas diferentes realidades que ele tenha que se manifestar. Isso é um fator que normalmente as pessoas desconhecem e acabam fazendo de maneira incompleta, o que em muitos casos é muito bom, pois assim o mal que fizeram pode ser facilmente desmanchado e revertido para harmonização pelas forças da natureza. Por esse motivo não se ensinam esses conceitos e lições para a humanidade. No entanto, alguns magistas e feiticeiros acabaram ensinando pessoas a usarem esse conhecimento, o que deturpou o equilíbrio na Terra levando à destruição de muitas cidades e da própria Atlântida como muitos já sabem e outros sentiram dentro de sua jornada pessoal.

Quando esse ponto de poder é revelado, o oficiante e aprendiz se torna responsável e passa a ser o guardião desse símbolo ou entidade de poder, para que ele não possa ser usado de forma indevida para manifestações desarmônicas de energia dentro do reino Humano, Astral e Dévico. No entanto, muitos filhos de santo como nós os identificamos, assim como muitos alunos das escolas de hermetismo, acabam usando de forma indevida esse conhecimento e o usam para galgar lucros pessoais e levar vantagem sobre os demais, o que os coloca na lista negra do Conselho Cármico, que tem feito uma grande limpeza de exílio da Terra há vários anos, desde a convergência harmônica em agosto de 1987. Assim essas pessoas que utilizaram de forma indevida os conhecimentos sagrados, estão passando por uma grande prova de purgatório encarnados e corrompendo a sua alma e o seu corpo físico, com doenças muito graves, devido ao mal-uso das energias e em principio à tentativa de corrupção das entidades Dévicas que foram envolvidas nesse processo. As evocações requerem um total controle do conhecimento das energias dos 4 elementos básicos e dos demais, na medida que a pessoa conhece a regência estrutural das energias estelares e configurações dos astros e dos reinos interligados, não apenas dos 4 elementos que são empregados na Terra, mas também dos outros desconhecidos, ligados à regência das entidades que serão inseridas na evocação e dos Devas que farão parte do trabalho.

As experiências de Yaberin dentro dos mundos de Sirius, em especial nas imediações de Avaara, foram muito interessantes, pois os reinos Dévicos desses mundos eram bem complexos e totalmente interligados entre si, para aprenderem a totalidade e a responsabilidade da interligação entre as coisas da natureza. Os mundos de Avaara são muito mais sutis do que a Terra e na época quando Yaberin era um aprendiz há milhões de anos na contagem linear de tempo da Terra, a sua realidade existencial era similar ao que poderia ser considerado e interpretado como 5D. Na ocasião quando ele já tinha passado as iniciações com os reinos Dévicos, para aprender a correta utilização das ervas e poder da natureza e dos 4 elementos básicos de controle, ele levou um tempo para poder interagir com o outro aspecto, pois dentro da primeira etapa de conhecimento dos 4 elementos e da interação com o poder do fogo, plantas, água e terra, as evocações que são utilizadas têm relação direta com a totalidade dos mundos encarnados e com a ligação com os devas locais, mas quando se evolui para dimensões mais sutis, a envergadura desse conhecimento também aumenta de forma proporcional e as entidades empregadas passam a ser de outra realidade mais sutil, o que coloca a pessoa em sintonia com mundos paralelos, não apenas as realidades astral do mundo onde se vive.

Dentro das lições que Yaberin passou, era necessário conhecer a ligação de sustentação eletromagnética das estrelas ligadas ao cinturão de forças de Sirion, Avaara e de Atrix, que perfazem a tríplice força do Alfa & Ômega do quadrante setorial que envolve a constelação de Orionis e que possui total ligação com a Terra. O mesmo equivale para a estrela de Alcione, que é a Alfa & Ômega da constelação de Plêiades, que é confundida por muitas pessoas como a equivalência de Sirion ou Sirius.

De posse desse conhecimento, Yaberin passou a trabalhar com evocações sagradas de poder, onde a força telúrica e magnética dos outros astros e das entidades Dévicas desses outros mundos poderiam interagir totalmente na questão que ele estava querendo resolver ou testar, o que coloca na nossa realidade muitas informações sobre a cabala, que são muito importantes quando se coloca a astrologia junto dos ensinamentos, o que encaixa totalmente com muitos dos ensinamentos que teremos pela frente.

 

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