O Carma Liriano na Terra

O Comandante que representou os exploradores espaciais de Lira nestes últimos 500 mil anos, é conhecido pelo nome de Odin, o Deus Nórdico que trouxe uma vasta família de deuses com milhares de defeitos “humanos” como nossas fábulas podem verificar. Portanto, temos como parâmetro dentro dos mundos metafísicos que essa entidade foi um ser humano como nós da Terra, proveniente do ponto central onde há cerca de 9 bilhões de anos de nossa contagem houve a primeira manifestação material da espécie humanoide. Essa espécie humanoide ou humana pertencia à linhagem Ariana, sendo, portanto, uma raça primogênita dentro da criação da nossa Via Láctea. No entanto, essa raça que originou outros humanos no seu processo evolutivo era proveniente de adaptações fisiológicas e, portanto, evoluções genéticas de símios de pele branca. Portanto, devemos aceitar definitivamente que a origem ancestral da humanidade veio pelo processo evolutivo de adaptação ambiental a partir de formas animalescas que lentamente foram materializadas dos planos etéricos para nossa constante dimensional, que denominamos de 3ª dimensão, por falta de maior compreensão.

Dentro do atual ciclo encarnacional de representantes da raça exploradora, temos como marco estes últimos 500 mil anos. Isso porque temos representantes de diversos setores da Via Láctea e de outras galáxias que se instalaram dentro dos ciclos evolutivos a partir desse marco importante, que tem como um de seus fatores preponderantes a manipulação genética dos antigos humanos de outras civilizações e com outros códigos genéticos distintos ao nosso DNA que nos representa. De forma genérica, esses comandantes que se manifestaram nestes últimos 500 mil anos estiveram imbuídos de implantar mediante suas experiências genéticas o Homo Sapiens que possui o DNA que é o nosso padrão genético atual.

Deve ficar claro que muitos desses comandantes não estavam buscando criar uma nova raça, mas antes buscavam soluções para seus problemas de colonização frente às distintas condições ambientais dos mundos de exploração. Outros, por sua vez, tinham a real intenção de criar uma raça com o material genético aqui encontrado que já naquela ocasião era muito rico em variedade genética, pois desde há milênios, a Terra já era um banco genético de grande valor para os exploradores.

Odin era o representante de um grupo explorador que retornou à Terra após milhares de anos de ausência, devido às guerras e complicações políticas existentes dentro de Lira, Vega, Ápice[1] e outros mundos de setor Liriano e proximidades. Quando o nosso Sistema Solar foi formado e os planetas se prestaram à colonização racial, os Lirianos tinham implantado a sua Raça no planeta Maldek[2] milênios antes e posteriormente tinham visitado a Terra em distintas oportunidades, onde distintas falanges de Lira se apresentavam. A estrutura existencial dos Lirianos é bastante complexa, pois eles possuem dentro de sua estrutura social, por assim dizer, distintos planos de consciência dentro das diversas gerações que nasceram, evoluíram e ascensionaram. Assim, temos representantes mais recentes que ainda se encontram no plano tridimensional próximo ao nosso, como também existem Mestres que já ultrapassaram os planos da 18ª dimensão, muitos integrantes da Confederação Intergaláctica e outros ainda nos planos de consciência da Federação que variam da 3ª à 7ª dimensão. Portanto, não podemos generalizar sobre esse povo que é efetivamente o mais antigo dentro do padrão genético do que consideramos humano.

O povo dessa Constelação possui participação em diversas questões cármicas no processo de interação com outras raças que a precederam em âmbito galáctico. Isso devido às divergências raciais e políticas que foram desencadeadas no processo de colonização espacial. Questão aliás, que perdurou no código genético de milhares de seres em nossa galáxia, chegando inclusive a ser uma questão radicalmente séria em nossa sociedade humana, que recebeu de herança no DNA as diferentes polaridades de distintas raças de Lira e de outras Constelações e mundos que nelas existem.

Em nosso aspecto apocalíptico temos que considerar o problema da segregação racial que ainda existe dentro de nossa estrutura psíquica, pois o racismo ainda existe dentro de nossas entranhas camuflado e muitas vezes incógnito para muitas pessoas. Isso é um fato que deve ser trabalhado. Por exemplo, dificilmente vemos gravuras ou mesmo pinturas canalizadas com Mestres Negros, o que é um ponto racial ainda não resolvido pela humanidade.  Isso é um fato a ser considerado e trabalhado pela humanidade e por muitos discípulos. O meu Amigo Cláudio Gianfardoni canalizou uma imagem da Nossa Senhora de Aparecida Negra, o que me alegrou muito, pois iniciou a quebra de um tabu implícito. O contato que tive com o Comandante Sandalfon de Altair IV, também um ser de pele negra, foi muito gratificante, pois demonstrou que no outro plano existe lugar para todas as raças, quebrando assim a corrente onde somente arianos andróginos representam a linhagem de Mestres Ascensionados. O Comandante Odin atualmente encontra-se prestando depoimentos perante o Conselho Cármico para apurar junto aos registros akáshicos de Urântia e de Monmatia os verdadeiros fatos que ocorreram no passado e suas implicações perante a nossa atual sociedade, principalmente no que diz respeito às pessoas encarnadas e desencarnadas que são membros da linhagem de Lira.

Assim como os outros Comandantes e tripulantes desses comandos, exploradores do passado, ocorreu a evolução e o despertar para níveis de consciência mais sutis e Crísticos, permitindo com isso uma maior compreensão dos processos evolutivos que temos na Terra. Muitos desses antigos cosmonautas encarnaram para poder superar as dificuldades e reciclar a sua forma comportamental. Neste ponto temos que iniciar uma profunda introspecção sobre as nossas origens para poder galgar um degrau rumo à integração dessa compreensão dentro dos nossos planos físicos e psíquicos, pois em muitas passagens estivemos envolvidos nesse processo racial de conflitos.

Muitas das almas Lirianas se manifestaram no antigo planeta de Maldek e posteriormente na Terra, no continente de Cia, Lemúria e Atlântida, sendo que a maior parte foi responsável pelo holocausto de diversas civilizações nestes últimos 750 mil anos, desde alguns resquícios em Cia, um continente que antecedeu a Lemúria formado pela união dos outros continentes entre os ciclos geológicos da Terra. Esse continente também é conhecido por alguns pesquisadores como Hiperborea e tem relação com as cidades que ainda irão ser encontradas no pólo Sul antárctico. O fato é que a maior parte desses Magos Negros foram responsáveis pelos desequilíbrios da polaridade natural do nosso mundo, responsáveis em parte pelos problemas com outras manifestações de vida não humanas pertencentes aos draconianos que também habitaram a Terra no passado no plano físico. Esses Magos Negros que no passado tinham migrado de Lira e continuaram a vir junto com os outros Comandos Estelares de Lira, se unificaram e buscavam expressar sua realidade como sendo a única. O mesmo ocorreu com os outros membros de colônias estelares diferentes, o que aumentava ainda mais o desequilíbrio energético no planeta e na egrégore pessoal dessas pessoas, o que por sua vez era absorvido para os humanos terrenos que já habitavam a Terra, crescendo como uma bola de neve.

As guerras com os draconianos em nosso solo foi uma constante por muitos milhares de anos. Os mundos intraterrenos onde muitos desses draconianos viviam eram os pontos chaves dos vórtices energéticos para outras realidades, onde os humanos de Lira e de outros grupos tiveram sua atenção despertada. Isso levou os nossos conflitos para outras realidades de Tempo e Espaço, despertando outros níveis de existência para nossos problemas de polaridade, onde acabamos por contaminar a realidade de outras formas de vida que não estavam acostumadas com essas energias. Isso também foi prejudicial e impôs a intervenção da Federação a pedido dos Mestres Ascensionados. Mais uma vez teve início um ciclo negro onde mudanças tiveram que ser instauradas em nosso mundo devido aos desvios das sociedades. Outros extraterrestres dimensionais desses portais vieram à Terra para compreender o que caracterizavam esses desvios de conduta, assim como os Magos Brancos iniciaram trabalhos de resgate e de refúgios intraterrenos quando perceberam que as condições ambientais da biosfera estavam sendo drenadas. Assim se processou parte da história onde os Lirianos e seus descendentes diretos intervieram no processo evolutivo natural da Terra, por estarem presos ao mundo das ilusões. Com o passar dos anos muitos desses Magos Negros acabaram por penetrar em nossa civilização por estarem ainda presos ao ciclo encarnacional e à Barreira de Frequência, muitos desses seres se materializaram dentro do que conhecemos como Nazismo e principalmente dentro das fileiras da Gestapo, a polícia secreta de Hitler. Assim como muitas almas de outros grupos contrários aos Lirianos se materializaram ou encarnaram entre os palestinos, Árabes, Judeus, Negros e outras raças que ainda apresentam questões de ordem racial a serem trabalhadas, onde a religião ainda é o maior denominador de segregação desses povos. Dentro dos planos entre encarnados e desencarnados que existem no campo telúrico da Terra, ainda estão presentes muitas dessas almas nefastas que aos poucos estão sendo acorrentadas na Luz e levadas ao exílio pelas naves do Comando Ashtar.

Esse trabalho, no entanto, é complexo, pois muitas ações ainda estão em andamento no que se refere às vibrações das Formas Pensamento geradas por muitas dessas almas. Portanto, muitos ainda têm que desencarnar e outras devem ser levadas com suas Formas Pensamento para fora da Terra, o que nem sempre é tão fácil como pode parecer.

O Comando central de Lira no momento encontra-se efetuando um rastreamento direto sobre suas antigas almas e sobre os diversos dissidentes de seus grupos da federação que no decorrer dos acontecimentos estiveram presentes na Terra e interferiram no livre arbítrio da humanidade. Dentro desse Comando Liriano existem diversos planos de consciência onde encontraremos desde representantes próximos ao plano tridimensional como de Mestres Ascensionados que habitam entre a 6ª e 8ª dimensão e que fazem parte da cúpula da federação na busca de soluções pacificas e justas para todas as almas envolvidas com as questões energéticas na Terra. O próprio Comandante Odin, que é um General das Forças Imperiais de Lira e que esteve presente em milhares de mundos, está sendo citado para responder perante o Conselho Liriano e do nosso Sistema Solar sobre seus atos e responsabilidades dos fatos desenvolvidos pelos seus comandados e por ele mesmo. Esse encontro é importante, pois Odin está podendo esclarecer com os registros akáshicos junto a seus superiores e seus subordinados em paralelo, muitas passagens obscuras dos acontecimentos da Terra e dos nossos planetas vizinhos. Um grande guardião da Terra que pertenceu aos Comandos Lirianos é conhecido pelo nome folclórico de Thor, o deus do trovão, que é justamente o Diretor do Elemento Ar junto com Áries. Ambos pertenceram aos Comandos Lirianos iniciais e ficaram retidos pelas complicações cármicas, atuando posteriormente em proveito do nosso planeta na busca de equilibrar as forças nefastas que aqui se desenvolviam. Um discípulo de Sanat Kumara que junto com seu complemento decidiu ajudar o plano de ascensão planetária.

Com a apresentação dos fatos por parte de Odin e de outros representantes dos diversos Comandos Lirianos e tutelados à Lira, manifesta-se uma grande malha de consequências cármicas em âmbito galáctico a serem efetivamente colocadas em pratos limpos pelos diversos Conselhos. O próprio Micah determinou que devem se apurar todos os responsáveis e efetuar um relatório conclusivo da participação de cada membro nos processos apurados, para assim poder redefinir os conceitos que até então tinham sido empregados no desenvolvimento evolutivo da nossa galáxia, e em especial no quadrante de Órion e da Terra, onde esteve presente o maior índice de polaridade.

A repercussão do Julgamento Final que já se encontra em curso desde 14 de setembro de 1998 trará para muitas dessas almas um novo panorama frente ao que até o momento estava previsto. Isso explica o porquê da presença de tantos grupos estelares em nosso quadrante estelar. Encontrar o porquê das atitudes e onde ocorreram os desvios é importante para poder definir além da responsabilidade quântica sobre os fatos uma nova diretriz onde a justiça Divina e as Leis do Cosmos possam se projetar de forma mais ampla em todos os níveis de consciência que se processam na criação da nossa Galáxia e de outras vizinhas, como no caso de Andrômeda que passa por um processo de transfiguração dimensional para a nossa constante temporal.

Durante muitos éons Andrômeda foi uma galáxia de anti-matéria que se projetava através de portais especiais para a nossa realidade quântica, o que está mudando gradualmente para permitir um novo ciclo para milhões de formas de vida. Andrômeda também faz parte de Nebadon, portanto é um universo irmão ao nosso por estar diretamente atrelado à energia de Micah, embora represente outro projeto existencial evolutivo, por isso existem as diferentes ilhas galácticas em nosso universo. Cada ilha ou cada galáxia representa um projeto com suas diretrizes particulares. Quando se inicia o intercâmbio entre as galáxias é por que a evolução da consciência está rumando para a reintegração Monádica que é o objetivo maior de todos, levando o maior número de informações e experiências nas distintas etapas de vivência de cada alma. Portanto, cada Eu Sou deve retornar com milhões de expressões de ego canalizadas pelos Ajustadores de pensamento na forma de experiências e de perfeição, que permitam que as Mônadas se complementem e elas por sua vez se reintegrem ao UNO, à Fonte que Tudo É.

Um aspecto que deve ser compreendido pelos leitores é que a maior parte das fábulas ou Lendas sobre Odin e seus filhos, são fragmentos de passagens distintas em diferentes épocas da nossa existência terrena, assim como distorcidas. Cerca de 90% a 95% das informações que possuímos não correspondem à realidade, pois foram mascaradas pela ignorância dos humanos e deturpadas pelo tempo. Portanto, existe uma falsa verdade e diversas interpretações errôneas sobre Odin e outros Comandantes que estiveram na Terra no passado atuando diretamente sobre a nossa civilização. Efetivamente, Odin esteve presente em corpo físico entre os humanos e participou de muitas experiências, principalmente concebendo muitas crianças com mulheres terrenas assim como diversos Comandantes e muitas experiências entre homens da Terra com mulheres astronautas nas naves buscando conhecer as derivações genéticas e as capacidades  produzidas no intercâmbio energético na busca de novas configurações raciais para trabalhos diversos. Entre eles, uma classe de seres orientados para trabalhos pesados e outros para uma elite de combate descartável que poderia ser usada pela telemetria psíquica de alguns Comandantes e sensitivos do Comando de Odin. Esse sistema é atualmente empregado pelo Sinistro Governo Secreto em abduções e transfigurações de corpos. No caso dos Lirianos esses corpos clonados não tinham alma e eram empregados nas batalhas mediante um monitoramento à distância pelos Lirianos, pois seu sistema era mantido por cristais e implantes de ativação energética, mantendo seu cordão de prata ativo mediante a interface telepática. Quando um corpo desses morria a mente do operador retornava imediatamente de volta para o transmissor eletrônico que ampliava as suas ondas mentais.  A memória quântica dos Elementais que compunham esses corpos tem relação com a memória quântica dos corpos genéticos que originaram esse novo corpo híbrido entre as raças, e, portanto, existe uma energia cármica a ser trabalhada e resgatada para ambas as partes. Isso está sendo colocado nas reuniões do Conselho entre as distintas falanges e grupos que foram citados, pois essa técnica não era uma exclusividade Liriana.

Os grupos de almas que manifestaram as grandes guerras e manipulações políticas em nossa sociedade estão dentro do quadro crítico a ser trabalhado pelas Presenças Eu Sou e Conselho Cármico, pois desenvolveram energias gigantescas que levaram ao ápice as manifestações distorcidas e desarmônicas. Portanto, esses grupos de seres que pertencem a diversos grupos entre Lirianos, Órion, Pleiadianos, Sirianos e de outras localidades, entre eles os Maldequianos, devem ser exilados da Terra. No entanto, esses grupos detêm conexões com o Sinistro Governo Secreto que por sua vez detém um grande poder na Terra, e ainda existe muita coisa a ser feita pelos discípulos da Luz, pois o poder material deles é muito grande, dificultando o trabalho dos grupos do Comando Angelical dos diversos planos. Cabe a nós, humanos, bloquear esses grupos do Sinistro Governo secreto para ajudar aos anjos e seus comandos na limpeza e ativação do plano divino na Terra e dentro de cada Ser Humano.

Dentro do atual Comando Estelar dirigido por Ashtar Sheran e Saint Germain, nos diversos níveis de energia de consciência em que se manifestam, existe a preocupação do despertar da humanidade, pois somente com isso torna-se possível efetuar o resgate da população frente aos perigos e desafios que ainda se manifestarão em nossa realidade pessoal e global. Os atuais Lirianos vêm a necessidade de resgatar suas energias cármicas, mas necessitam da nossa ajuda, pois milhares de Lirianos aqui encarnados encontram-se perdidos e desorientados. Existem milhares de entrantes e encarnados que estão sem contato com seus grupos de comando, encontrando-se literalmente perdidos devido a barreira de frequência e às ilusões que projetam em suas mentes, bloqueando seus verdadeiros padrões mentais, impossibilitando o rastreamento por parte das naves e dos grupos de busca.  Os grupos de busca estão sendo trabalhados por pessoas encarnadas que têm consciência de sua tarefa no contato diário com as pessoas. O resgate pessoal quando as pessoas iniciam a viagem ao seu íntimo na busca das respostas e do Cristo interno, eleva o padrão vibracional, permitindo assim que possam ser contatadas pelos Comandos estelares e que se inicie um contato unilateral e posteriormente bilateral, quando então a pessoa pode trilhar o caminho da reintegração com seu antigo grupo de trabalho. Esse tipo de pessoa representa um ser resgatável potencial dentro do que tem sido divulgado pelos diversos canais da Terra.

Uma das questões cármicas mais densas do povo Liriano em nosso mundo, foi a deturpação do conceito racial sobre a raça primogênita, ou seja, sobre o fato deles serem a primeira raça humana da galáxia e considerarem-se por essa razão superiores aos demais, menosprezando as demais raças que foram surgindo na galáxia, além da escravização de outros seres. Esse aspecto que é bem conhecido aqui em nossa sociedade é um reflexo direto da má interpretação dos Lirianos sobre o processo evolutivo e sobre a mutabilidade genética de adaptação ao meio ambiente que todas as raças passam, a exemplo do que ocorreu em Altair IV[3] onde a ideologia Liriana e de alguns grupos de Órion em Rígel manifestavam suas linhas racistas sobre as demais civilizações, gerando  as deturpações que também se manifestaram na Terra entre os diversos grupos de poder e interesses pelo poder. Odin tem consciência de sua responsabilidade perante o povo da Terra e de outros grupos que aqui se encontravam quando esteve entre as fileiras humanas, portanto também é um trabalho de aperfeiçoamento pessoal que está passando. Todos os membros dos grupos que estiveram sob seu comando estão sendo chamados a prestar depoimentos frente ao registro akáshico, o que impossibilita a mentira e farsa por parte dos convocados. Isso porque a própria Presença Eu Sou faz as projeções holográficas dos acontecimentos e contata de imediato os participantes dos processos em pesquisa. Trata-se de um trabalho muito complexo onde nada fica ao acaso, pois cada minuto e cada Elemental é convocado para se manifestar e prestar sua energia no esclarecimento das situações vividas por esses personagens.

Todas as pessoas que sentem afinidade com o Comando Liriano, seja através de imagens de vivências paralelas, deve buscar dentro de seu interior a resposta para a transição apocalíptica que a espera. Somente assim poderá estar mais integrada com a energia a ser transmutada dentro de seu ser. Não temos tempo para perder, pois todos devemos assumir a nossa postura frente aos acontecimentos de nossas vidas e buscar o melhor possível dentro de nós para que assim possamos superar as dificuldades que o nosso mundo das ilusões manifesta em nossa sociedade. Portanto, o trabalho de burilamento interno torna-se necessário diariamente a fim de resgatar a sua identidade e captar a sua energia de ascensão ou elevamento vibracional rumo a uma nova consciência na Nova Era que se instaura gradualmente em nosso mundo e em nossas vidas, seja pelas mudanças no campo energético, como pelas mudanças na estrutura social da humanidade. Portanto, estamos cercados de todos os lados. Não existe escapatória, pois o planeta encontra-se em uma transformação que se aplica a todos os campos vibratórios atingindo todos os níveis de consciência, seja no carnal como no plano etérico. Todos estamos sendo submetidos a mudanças energéticas com a presença destes 22 Raios Cósmicos que efetivamente atingem o campo gravitacional e magnético da Terra e de tudo o que nela está contido. Portanto, o mundo humano encontra-se em um xeque-mate em diversos aspectos que devem ser trabalhados diretamente por cada humano, na busca de sua salvação e harmonização, pois a nossa sociedade não poderá mais conter as aparências por muito tempo. A violência, fome e outras questões que são corriqueiras em nosso mundo são um reflexo direto da decadência de nossa sociedade como a podemos sentir. Portanto, o que estamos esperando?

Devemos superar esta etapa na busca de respostas que só podem ser encontradas dentro dos corações de cada um de nós, e seguir essas respostas, não apenas como sonhos a serem alcançados. Nós fazemos o momento certo para cada coisa, portanto transmutar para poder alcançar a visão além do alcance humano é uma das metas de muitas pessoas para poder ultrapassar as severas transmutações que estão se materializando perante nosso mundo. Sejamos mais realistas e busquemos a nossa mente interna na busca do despertar e na busca da paz. Enquanto trilharmos o mundo das aparências e futilidades, não conseguiremos a chave sobre nosso coração e sobre nossa razão espiritual, pois estaremos trilhando o caminho dos tolos, o que nos leva à ilusão e à morte em diversos aspectos.

 

[1] Planeta original onde surgiu a raça dos Zeta, que posteriormente foi transladado por uma fenda espacial e temporal para a constelação do Reticulum, no hemisfério sul.

[2] O autor desenvolveu um trabalho sobre esse mundo e seu processo evolutivo, culminando na destruição do planeta, o mesmo ocupou a orbita entre Júpiter e Marte.

[3] Tema de outro livro do autor, que descreve os problemas políticos e raciais da raça negra em Lira, e de como isso desencadeou problemas de ordem Sistêmica entre Veja, Lira e Altair contra representantes do Império de Orion, e como Sandalfon veio a Terra resgatar a energia psíquica do Negro Terráqueo.

 

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