Yaberin e o Templo da Luz Divina

Yaberin nos conta uma importante experiência vivida no sistema de Deigobaren, que fica nas proximidades de Mintaka, a estrela central das 3 Marias, há cerca de 127 anos luz de distância da Terra. Esse mundo existia na frequência de 4D dentro do conhecimento equivalente da Terra. Possui uma órbita ao redor de uma estrela de cor alaranjada de 4ª grandeza, um pouco maior do que o nosso Sol Monmatia. O mundo onde Yaberin encarnou já representava seu 3º ciclo encarnacional de cerca de 423 encarnações dentro do quadrante central de Orion, que por sua vez era monitorado peças percepções mais elevadas de Sirius que desenvolviam o projeto evolutivo dentro dos mundos de Orion. Esse mundo apresentava uma sociedade relativamente harmônica, com uma população de cerca de 13 bilhões de seres, em um mundo do tamanho aproximado de Urano, com cerca de 23 mil quilômetros de diâmetro, cerca de 10 mil a mais que a Terra.

Sobre as experiências encarnacionais desse sistema, este era o 3ª que ele vivenciava dentro das realidades de Orion em realidades paralelas, pois seus outros focos estavam um em 3D e outro em 6D, todos ligados à Fraternidade Rosa de Orion, com sustentação direta da egrégora de Metraton e demais seres desse orbe de luz. Assim ele, com o conhecimento adquirido em suas pesquisas evolutivas nos mundos de Sirius, onde o magismo era uma de suas metas internas de seus focos espalhados, já tinha como objetivo aprender sobre a percepção sensorial e evolução de comportamento dos seres desse mundo. No entanto, esse mundo tinha passado por um processo evolutivo de colonização nas grandes guerras iniciais de Orion há cerca de mais de 7 milhões de anos da contagem terrestre de tempo.

Nessa vivência, Yaberin já possui a percepção de vida e seus mentores eram os mesmos que o tinham levado para esse mundo para dar continuidade à sua rota e expressão de alma dentro do holograma encarnacional de diversos mundos. Um mundo que no início foi conquistado pelas tropas imperialistas de diversos grupos e foi disputado pela sua grande riqueza mineral e posição estratégica frente aos Portais de projeção dimensional e de navegação pelo sistema de dobras que as naves dessa geração empregavam, aliás, até os dias de hoje.

Esse mundo passou por um forte abalo estrutural de conhecimento e de diversas culturas até se estabilizar como um forte ponto do Império de Orion, que por sua vez era regido por diversos povos desse grande sistema mais adiantados tecnologicamente. Com grande evolução científica e social, mas pouco avanço no aspecto emocional e espiritual, foi o que levou Yaberin para esse mundo para criar uma nova fundação de sentimentos e espiritualidade com a ajuda de muitos mestres e Avatares, que estavam predestinados a nascer nesse mundo no decorrer de muitas eras até os dias de hoje na realidade de 6D.

Yaberin possuía uma consciência relativamente aberta dentro daquele mundo, pois já tinha tido várias encarnações e possuía assim uma simbiose profunda com esse mundo. Despertou nele o objetivo de fundar o Templo da Luz Divina, que iria se transformar na Escola Hermética de Thot, que com o tempo passaria a ser confundido e chamado de Baal. Na Terra é uma variação do Deus Anunnaki de Nibiru Marduk, que passaria a ser designado dessa forma. E desse nome Baal surgiria muito tempo depois entre os Persas e Assírios o nome Belzebu, gerando uma total alteração dos fundamentos originais de Orion, onde esses seres existiram com outra correlação dentro das raças Draconianas e Draco, que foram totalmente negativados na sociedade humana pelos dogmas e pelo medo imposto por Marduk como um Deus que castigava de forma igual ao seu tio Enlil.

Inicialmente o Templo e a Ordem fundada por Yaberin nesse mundo, tinha relação com o Templo Dourado de Metraton e consequentemente, com a Ordem Siriana de Thot, que também foi adulterada na Terra pelas disputas de poder entre os Nibiruanos, colocando a humanidade como joguete gerando conflitos e batalhas entre a raça humana para o divertimento e vampirização emocional dos deuses reptilianos e dos próprios Nibiruanos Arcontes.

Yaberin, ao fundar inicialmente o Templo da Luz Divina, na respectiva tradução para o nosso idioma, gerou uma condição única nesse mundo que até então não tinha tido equivalência, pois os outros iniciados tinham se perdido pelo egocentrismo e pela comodidade da alta tecnologia. Nesta escola, o primordial era o poder do espírito, da alma e da projeção da capacidade psíquica e não do amparo tecnológico, pois a tecnologia a essa altura das escolas herméticas, tinha corrompido a maior parte dos alunos dentro do contexto de Orionis e de outras constelações.

Yaberin estava acoplado à sua consciência de Sirius e já trocava informações com seus amparadores, o que o ajudava a seguir os caminhos que tinham sido traçados por Shtareer, Yaslon Yas e Shiva Hama Kur que já estavam acoplados nele milhares de anos antes das etapas evolutivas de Orion. O Templo era uma escola que ensinava os fundamentos da manipulação das capacidades mentais e psíquicas para os habitantes desse mundo e com isso colocava em equilíbrio o conhecimento científico e espiritual. Yaberin tinha formação cientifica equivalente a engenharia na área de eletrônica, dimensional e cibernética, que incluía altos conhecimentos de anatomia e biologia, o equivalente à nossa robótica na Terra.

Dessa forma ele estava a fazendo a unificação de muitos aspectos que a racionalidade concreta da época manifestava. Um profundo conhecimento de magismo e das leis sutis dos outros planos eram necessárias para colocar essa cultura a par das outras realidades já conhecidas pela ciência, pois na época essa cultura utilizava Portais de dobra, os permitindo acessar mundos que orbitavam outras realidades mais sutis ou mais densas no grande império de Orion, que na ocasião já compreendia mais de 3.800 mundos colonizados e centenas de sóis que tinham tido suas órbitas alteradas para criar os portais, acessando impérios conhecidos como Federação de Mundos Aliados.

Esta Federação era a base das diversas Casas de Comércio que tinham a função de sustentar a troca de mercadorias e bens de consumo, assim como matérias primas que eram consumidas pelo império e outros grupos pertencentes a impérios fora do quadrante central de Orion, como era o caso do Império das Plêiades, Sirius, Arcturos, Denébola, Pégaso, Toliman, Vênus, Marte e outros sistemas mais distantes, que faziam conexão mais profunda na constelação de Satânia. Existia contato com outros quadrantes externos de Satânia, mas com menor grau na época, como o caso das delegações das galáxias de Andrômeda e outras do conjunto das 21 galáxias onde a nossa Via Láctea está situada.

Essa escola era uma continuação das antigas escolas de Mistério que tinham sido criadas por Metraton em suas antigas efusões como Cristo e como Avatar dentro dos principais e mais antigos mundos despertos de Orion, como é o caso de Betelgeuse e seus 7 planetas ativos, que representavam mundos muito antigos com um passado misterioso e lendários por vários aspectos, que deram vida a centenas de outros mundos nos arredores. O mesmo ocorria com outros sistemas como a grande estrela gigante de Rigel, que foi o ponto de partida para a espécie Draconiana. No entanto, esses aspectos têm mais de 8,2 bilhões de anos há 14,6 bilhões de anos da nossa contagem, onde outras realidades já tinham deixado de existir dentro do cenário cósmico local.

Os antigos guardiões estavam novamente criando uma conexão evolutiva para que todos os descendentes dessa outra época pudessem voltar a entrar no sistema evolutivo da espiritualidade como tinha ocorrido antes, sustentando assim o ciclo da vida e das etapas internas de cada um na sua linha de percepção evolutiva e criacional. Cada mundo desses já possuía histórico anterior de seres que tinham atingido altos gradientes de luz e tinham se desmaterializado e deixado de existir. As raças descendentes contavam lendas e nisso eram baseados parte dos aspectos religiosos de Satânia e dos outros povos e culturas, de forma similar ao que ocorre na Terra atualmente em relação às antigas lendas dos Deuses e Divindades que já habitaram e ajudaram a humanidade.

Portanto, Yaberin estava destinado a retomar esse conhecimento e legado e trazer à tona antigas escrituras e templos que pertenciam a eras anteriores. Por esse motivo ele foi colocado num mundo tão próximo à irradiação das 3 marias, que representa um dos mais importantes Portais evolutivos de Orion por estar muito próximo à grande nebulosa e nuvem de Orion que é um celeiro vivo de criação de planetas e estrelas em formação. Dentro dessa nuvem, que não pode ser totalmente vista da Terra, existem milhares de planetas em estado de excitação e acomodação geológica, que já recebem a visita dos seres espaciais que estão criando condições para que a vida se manifeste em um futuro não muito longo na escala de tempo sideral.

O templo da Luz Divina de Yaberin era uma forma de resgatar o antigo conhecimento e conexão com os Avatares de outras épocas, que já estavam ascensionados além da frequência de 10D e que davam sustentação para o plano evolutivo de milhões de seres dentro de seus respectivos gradientes existenciais nos mais de 3.800 mundos habitados pela cultura local. Mesmo dentro das diversas raças expressas de forma racional e intuitiva, diversos grupos de seres de luz estavam sustentando o despertar de alma desses grupos. Isso foi criado em um momento oportuno, devido ao alto grau de evolução tecnológica e consciencial de milhões de seres que entrariam em confronto por espaço e posição cultural, pois muitas dessas raças tinham a necessidade de subjugar as outras para impor a sua verdade como absoluta, o que sabemos leva à guerra e destruição, como exemplo, a própria cultura terrestre em sua trajetória evolutiva da nossa história.

Os Mestres desse quadrante estelar tinham como objetivo inserir a chispa divina da liberdade e da transmutação de valores, para que as culturas pudessem entrar em uma nova rota evolutiva e não cometessem os erros do passado e de outros sistemas fora do quadrante de Satânia, como ocorreu nos sistemas internos de Andrômeda e constelações mais próximas de Satânia, que sustentaram altos gradientes de negatividade e dualidade. A ordem Lanonadeck estava empenhada junto a Melchizedeck de criar uma condição diferente para que os grupos em grau de maior despertar pudessem dar o suporte para o salto consciencial da maior parte de seres, como foi feito com sucesso pelos filhos da estrela de Canopus, que atingira um alto gradiente de luz sem confrontos maiores e dentro de uma Tonica totalmente diferente.

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