NOVO LIVRO “A EXPERIÊNCIA MORONTIAL” DISPONÍVEL PARA VENDA

Amigos e alunos,

O novo livro de Rodrigo Romo “A Experiência Morontial – A Evolução Multidimensional Física” está disponível para venda na Loja Virtual. Acesse a Loja Virtual (link).

Um livro que certamente irá abalar muitos conceitos religiosos e psíquicos e definir novos parâmetros de estudo e reflexão, contribuindo profundamente para o despertar individual de cada aluno e buscador de sua verdade interna, pois neste livro são revelados inúmeros processos e pesquisas de desenvolvimento dos mundos de exílio que fracassaram antes da Terra devido à polaridade e aos erros cometidos pelos Filhos Paradisíacos e pelo Conselho Galáctico, o que acabou alterando os desígnios da Terra como planeta Morontial. Além da abordagem das diferentes etnias humanas dos colonizadores da Federação Galáctica, que serviram como base para colonizar outros sistemas solares, partindo da base genética Morontial da Terra.

 

Abaixo um trecho do novo livro, também conhecido como “Terra 2” para reflexão e estudo:

 

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A PADRONIZAÇÃO GENÉTICA COM OS ANUNNAKIS

 

Um fator interessante foi inserido na Terra depois do Dilúvio, que se refere à padronização do código genético das espécies em solo terrestre. Antes do Dilúvio, existiam outras formas de vida humanoide incluindo os humanos gigantes com tamanhos entre 9 até 14 metros de altura, que em algumas localidades já tiveram seus esqueletos encontrados. A Terra possuía mais de 42 etnias distintas de humanos, 12 etnias de humanoides, 5 etnias de Zetas, 23 etnias de reptilianos, 11 etnias de Titãs, 5 etnias de Ciclopes, 7 etnias de Dragões, centenas de animais geneticamente adaptados às necessidades da época que não existem mais, como os unicórnios, leões alados, cavalos alados, 11 etnias de humanos com cabeça de pássaros, além de outras formas de vida aquáticas já desaparecidas e as raças anfíbias humanoides. A maior parte desses registros genéticos foi extinta da realidade 3D terrestre com a catastrófica aproximação orbital de Nibiru e da Lua, gerando uma nova fase na evolução da Terra e dos poucos Lulus que sobreviveram e que se tornaram o berço da nova humanidade com material genético dos Anunnakis do planeta Nibiru, colocando-se como os deuses e criadores da atual humanidade.

Na questão evolutiva e no processo encarnacional, a Terra deve ser dividida antes e depois do Dilúvio, devido as proporções que isso representou na estrutura geológica e climática do planeta, que mudou de forma significativa.  As almas que antes encarnavam nas outras raças que foram dizimadas na superfície da Terra, obviamente das que não foram resgatadas, acabariam presas no novo campo magnético formado pela Lua e dessa forma, seguiriam o seu processo encarnacional na raça residual do Homo Sapiens que possui o código genético dos Nibiruanos e a corrente emocional atrelada a Enlil e Enki como Deuses e coordenadores da evolução da nova humanidade.

Assim o padrão genético induzido e a manipulação do DNA humano foram totalmente controlados e ajustados a partir dessa fase, com a quase total dominação por parte dos Nibiruanos e suas distintas facções de Deuses perante os grupos terrestres de Lulus, que eram divididos em etnias e raças conforme as necessidades e o gosto dos Nibiruanos. O código genético humano dos Lulus passou a ser controlado e observado para avaliação das esferas de evolução que Enki tinha interesse na sua pesquisa, pois ele começou a estudar a própria evolução da espécie humana-nibiru, com relação aos registros históricos desde Plêiades e antes disso, acompanhando através do modelo terrestre dos Lulus, um modelo de comparação e medição do desenvolvimento endócrino e intelectual destes Lulus. Nessa fase dos acontecimentos, os outros povos também começaram a apresentar interesse na pesquisa e acompanhamento do desdobramento das diferentes etnias humanas que os Nibiruanos estavam gerando, com isso a Terra passa a ser novamente um laboratório de almas e de corpos geneticamente manipulados, que também servem de alimento para os grupos de vampiros, que iniciam a sua massa de manobra sobre os próprios Nibiruanos, sem que eles percebessem isso.

A nova codificação genética implantada na humanidade estava visando 2 aspectos importantes para os extraterrestres:

  • 1º submissão total aos Deuses e ao Criador
  • 2º material de pesquisa e alimento para os Deuses.

Assim o padrão inserido na humanidade foi estabelecido e controlado com a nova órbita da Lua ao redor da Terra, que gerou uma nova vibração que atua até o momento atual na estrutura mental e emocional da humanidade. Este padrão é fundamental para entender o processo de escravidão que foi inserido nos grupos de exilados, que até antes do Dilúvio, estavam dentro da roda encarnacional, mas com mais opções de raça e contexto para viver e desenvolver uma tentativa de ascensão ou mesmo a compreensão do seu processo pessoal. Depois do Dilúvio o que ocorre é um aprisionamento envolvendo violência e destruição das diferentes sociedades e impérios que são erguidos através da guerra e da morte do próximo.

Grande parte dos problemas que surgem após o Dilúvio são causados pela disputa de poder entre Inanna e Marduk, mas os outros Nibiruanos também se envolveram na questão da disputa de poder e de controle sobre a humanidade e usavam os humanos para se divertir e absorver mais alimento psíquico e emocional, através das guerras e do sofrimento. Um dos oponentes diretos de Marduk era seu primo Ninnurta que não aceitava sua forma agressiva e a falta de respeito para com Enlil, colocando obstáculos aos desejos e jogos de Marduk, quando os humanos acabavam sendo responsabilizados através do sofrimento. Os jogos de luta como o Coliseu romano, era um dos métodos de extrair energia psíquica e emocional dos humanos, o que na atualidade foi trocado pelos grandes estádios de futebol e outros tipos de jogos, que concentram milhares de pessoas emanando energia psíquica e emocional, que é o alimento dos Xopatz e dos Reptilianos e também de muitos dos Nibiruanos, que aprenderam a se aproveitar dessa energia.

Os implantes de controle e marcadores genéticos, são inseridos nessa fase da evolução da espécie humana para definir as castas e a ligação de submissão aos deuses, criando assim a formatação das novas religiões e mecanismos de controle da humanidade.  Depois do Dilúvio a humanidade se torna escrava em outros patamares e deve florescer como escrava de uma linhagem invisível de Deuses que extraem alimento das reações emocionais. Regularmente as abduções eram um mecanismo dos Deuses para avaliar o desenvolvimento genético dos Lulus, como também para pesquisa genética e desenvolvimento dos projetos de hibridação sexual entre as diferentes raças.

Após a fase inicial do Dilúvio, a presença clara das outras raças das 22 delegações ocorre de forma clara, sem se importar com a presença e com a hegemonia dos Nibiruanos. Causando conflitos e guerras localizadas, quando os Nibiruanos acabam levando a pior, pois sua tecnologia é mais rudimentar que a dos outros povos estelares. A base da tecnologia dos Nibiruanos nessa fase, não era muito mais avançada que a atual tecnologia que vocês empregam no setor aeroespacial, robótica, comunicação e no setor da engenharia em geral. Estando adiante em alguns segmentos e em outros na mesma proporção. As naves de Nibiru utilizavam como combustível o peróxido e também o hidrogênio, que era extraído da água através do processo de hidrólise, tecnologia que vocês já usam há vários anos nos países mais desenvolvidos. Vocês também possuem outros equipamentos à base de energia nuclear. Os Nibiruanos não tinham naves movidas a energia de pulso gravitacional, ou motores de dobra e de transferência dimensional, que são as mais comuns dentro dos veículos da Federação, até porque eles estavam em um estágio do desenvolvimento tecnológico inferior, que tinha sido comprometido no seu histórico conturbado por terem sido banidos de Plêiades alguns milhares de anos antes. A parte militar dos Nibiruanos estava baseada em armamento nuclear da mesma categoria que os EUA e a Rússia possuem na atualidade.

Em comparação com os grupos dos Zetas, Greys e dos próprios Reptilianos, a frota escassa dos Nibiruanos não tinha capacidade operacional e muito menos competividade. Dessa forma o modo operante dos Nibiruanos era destruir tudo com bombas nucleares caso um invasor se aproximasse e dessa forma desestimular os concorrentes, mas o que nem sempre foi possível, tendo em Molock um dos principais rivais de Enlil, devido a política ditatorial e de escravidão para com os Lulus, que os seres da falange de Molock não aprovavam. Além disso, os grupos reptilianos de Satã, Asmodeus, Belial, Belzebu, não aprovavam a forma como os Nibiruanos conduziam determinados assuntos na Terra, colocando obstáculos à forma desse controle e dominação. Estes seres nas antigas escrituras hebraicas surgem como sendo Arquidemônios, portanto, comandantes das entidades do além dentro de uma realidade não física 3D, como normalmente os Nibiruanos se apresentavam até o início dos primeiros 3.000 anos depois do Diluvio.

Já pouco antes de ocorrer o Dilúvio, os grupos estelares começaram a se manifestar de forma mais massiva na Terra e a realizar os resgates e extração do material genético da Terra. O mesmo foi realizado por Enki por intuição induzida por Ashirion, quando ele começa com sua irmã Ninmah a fazer a colheita de material genético de animais e plantas, para manter um registro de reprodução após a catástrofe que deveria se aproximar com a nova rota de Nibiru. Nessa fase da história da Terra a própria federação se manifestou e contatou os Nibiruanos dando instruções na questão da evacuação de alguns Lulus e animais. No entanto, essa situação era delicada para os Nibiruanos, que se apresentavam perante a maior parte dos Lulus como supremos e acima de qualquer outra divindade, escondendo muitas informações. Enlil e Enki não queriam perder o respeito e o temor dos humanos perante sua imagem de Deuses criadores, com a capacidade de serem onipresentes, oniscientes no universo.

Os grupos de reptilianos iniciaram sua parte nos processos de ajuste e de controle da Terra, com relação às raças reptilianas e também apresentaram interesses na clonagem e produção de humanos com esse novo material genético, para estabelecer a linha de controle futura, sem que Enki soubesse. Aqui entra uma parte complexa onde alguns dos manuscritos considerados apócrifos citam a manipulação genética feita pelos reptilianos de um Adão e seus Arcontes, que teriam clonado um ser humano sem autorização dos humanos e do Conselho dos deuses. Portanto, sem o consentimento de Enlil ou de seu irmão Enki, chegaram a produzir humanos em cativeiro, criando uma nova linhagem. As informações relativas a isso são confusas, porém ocorreram muitos projetos de clonagem controlada e criação de tribos e etnias com base nessa tecnologia logo após do Dilúvio na Terra.

De qualquer maneira, o padrão do Homo Sapiens foi mantido como padrão para ajustar os outros genomas e estabelecer uma linha de pesquisa e através dele, a realização de diversos projetos genéticos que até o presente momento são sustentados por mais de 35 grupos distintos do contexto estelar com a humanidade. A chave disso é que em muitos aspectos devido aos códigos Morontiais estarem inseridos dentro de chaves Monádicas do genoma humano, as outras raças deram início a uma vasta linha de pesquisa dentro desse mesmo sentido e programa, de entendimento e domínio sobre o desdobramento energético do DNA espiritual ou ODU como também é chamado no Brasil.  O padrão biológico dos humanos acabou sendo escolhido para realizar inúmeros projetos e adaptações genéticas entre outras raças e a da Terra, estabelecendo pelo menos mais 24 programas no desenvolvimento de raças e com isso, a busca pela chave do poder cocriacional dos seres mais evoluídos como os Sirianos e Canopeanos, que dominavam essa tecnologia milhões de anos antes.

A Terra tem sido usada para vários propósitos, mas um deles é a busca pela tecnologia da criação e do controle genético das raças, para dessa forma manter o processo da evolução da alma sob controle e encontrar a tecnologia que permita a clonagem de almas e dos outros aspetos do plano imaterial onde residem segredos fundamentais do universo além da Matéria Bariônica.

 

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