A EXPERIÊNCIA MORONTIAL – FLUXO TEMPORAL E DIMENSÕES

Texto extraído do livro A EXPERIÊNCIA MORONTIAL – Capítulo Órion e a Terra, disponível para venda – clique para ser direcionado à Loja Virtual.

 

Quando ocorre o ataque real e definitivo ao Sistema de Avyor há cerca de 3,8 bilhões de anos pela contagem terrestre na conversão de tempo, o que na verdade não funciona dessa forma como veremos a seguir, os humanos existentes na ocasião eram seres de 3D e 4D, cada qual vivendo uma interação entre essas duas realidades em paz e em busca do aperfeiçoamento nessas condições existenciais, sabendo que outros tinham sido levados para dar continuidade nas outras esferas mais sutis de vida. O ataque reptiliano comandado pelos renegados Xopatz escravizou e criou diversas experiências genéticas entre os diferentes genomas de reptilianos e também dos Insectoides com genoma humano, buscando a chave de acesso às dimensões superiores, onde o genoma Micahélico vibra muito além do padrão convencional dos reptilianos e dos próprios Xopatz.

Esta invasão e ocupação durou vários ciclos de tempo da linha temporal do planeta Avyor, equivalendo a milhares de anos da contagem terrestre. Essa ocupação colocou em risco a raça humana adâmica e também de seus vizinhos do planeta Ápice, localizado na órbita da mesma estrela Vega. Essa raça de Ápice deu origem à espécie dos Zetas. Os Zetas possuíam uma tecnologia mais avançada que os humanos de Avyor e lutaram contra a invasão reptiliana, sendo derrotados no auge dessa batalha que também demorou milhares de anos pela contagem terrestre de tempo. O planeta Ápice foi catapultado numa fenda dimensional para outra constelação, que na atualidade é denominada de Reticulli, há cerca de 70 anos luz da Terra. Assim surge a espécie dos Zetas Reticulli. Parte dos espécimes raptados e aprisionados pelos reptilianos, acabaram sendo manipulados e escravizados geneticamente, originando os escravos Greys, que normalmente são vistos a serviço dos reptilianos nas descrições dos abduzidos.

O processo foi tão violento que o Comandante Onara acabou intervindo e resgatando a humanidade residual de Avyor e expulsando os reptilianos de Avyor e imediações. Sua intervenção violou muitos dos acordos, mas foi necessário para garantir a existência da espécie humana nas esferas de 3D e 4D, o que tem total relação com os planetas Maldek, Terra, Vênus e Marte.

Onara gerou um êxodo para 48 sistemas solares internos da nebulosa de M-45 ou Plêiades como vocês da Terra a chamam, além de mandar uma grande delegação para um planeta orbital há cerca de 25 anos luz de distância de Avyor, para dar continuidade ao projeto 3D, enquanto que nos outros sistemas de M-45 foram encaminhados os restantes de 4D e 5D. Dessa forma surge a ramificação humana no planeta Maldek através de Onara e assim a Terra recebe seus primeiros projetos humanos da raça adâmica original.

O tempo é um problema no referencial de vocês e vou procurar explicar de forma simples. O tempo é função da gravidade e isso os cientistas já sabem claramente que quanto maior a densidade do local, maior será a velocidade com que o tempo se processará. Algo assim foi aplicado recentemente em um filme de ficção científica, nas proximidades de um Buraco negro. Temos então que entender que a vibração de um corpo está relacionada ao padrão gravitacional da densidade e da dimensão onde ela se propaga no universo, no seu grau de maior estabilidade atômica.

Um ser de 5D possui uma densidade menor que um ser de 4D ou de 3D, portanto o tempo será muito mais lento e maior na proporção do que o tempo de um ser de 3D, que é muito mais denso e pesado. Seguindo esse conceito já apresentado em filmes, a conversão temporal entre as realidades além de 3D é imprecisa, pois não existe um referencial ideal ou correto entre o gradiente de gravidade de cada dimensão para com o referencial Terrestre. Vamos utilizar apenas as informações prestadas nas canalizações já existentes.

Um ano de Alcione de Plêiades de 5D equivale a quase 26.000 anos da Terra de 3D, o que nos sugere uma relação estequiométrica de cálculo. Considerando de forma equivocada e falha, que se a humanidade fosse de 5D na mesma equivalência da humanidade e civilizações de Plêiades, empregando também o conceito errado que a Terra demoraria 365 dias para completar a volta no entorno do Sol, poderíamos criar uma analogia comparativa da linha de tempo, que repito, não é dessa forma, mas serve de parâmetro para a explicação que se quer passar a vocês da realidade consciencial de 3D.

26.000 anos de 5D possuem 365 dias de 5D g 73,23 anos cada dia de 5D. Dessa forma cada dia de uma sociedade em 5D equivalem a cerca de 73,23 anos na conversão básica e irreal para o entendimento humano de 3D. Se fizermos as conversões corretas como manda a física, a situação fica mais complicada, pois temos que levar em consideração que:

  • 1 hora possui 3.600 segundos.
  • 1 dia possui 24 horas, portanto 3.600 X 24 = 86.400 segundos por dia.
  • 86.400 segundos por dia x 1 ano (365 dias) = 31.536.000 segundos ou 8.760 horas no ano terrestre.
  • Um ano de 26.000 anos de 5D equivalem a 819.936.000.000 segundos ou 227.760.000 de horas por ano. Dividido pelos hipotéticos 365 dias da rotação, teríamos então um ano composto de 624.000 dias, o que já define a impossibilidade de realizar essa operação com base na órbita atual da Terra de seus 365 dias para completar uma órbita completa. Mesmo assim, acho que perceberam a dificuldade nessa comparação. Assim as sociedades das dimensões mais sutis têm uma outra linha de tempo, bem diferente da empregada pela humanidade da Terra, motivo pelo qual as tentativas de realizar as comparações de tempo ficam invalidadas, enquanto não houver um modelo padrão de conversão, que como já vimos simplificadamente não funciona de forma linear.

Assim o Comandante Onara ao gerar a evacuação do planeta Avyor, espalhou os remanescentes da espécie adâmica de Avyor em diferentes linhas de tempo e espaço e densidade, justamente para garantir que algumas delas pudessem sobreviver às contínuas tentativas dos reptilianos e dos Xopatz de extinguir a raça humana. Na verdade, podemos dizer que Onara espalhou no fluxo temporal a semente da raça humana em diferentes realidades, para garantir a sua sobrevivência. Esse fator é complexo, pois a Terra foi usada como portal dimensional e temporal nesse jogo, assim como muitos outros planetas também, além de M-45.

Muitos outros como Sirius, Toliman, Altair, Deneb, Aldebarã, Formalhaut, Castor, Polux, Arcturus, Shaula e centenas de outros entraram no grupo de sistemas potencialmente escolhidos para esse jogo de esconder dos perseguidores reptilianos e de seus grupos rebeldes. Por esse motivo tentar colocar uma linha sequencial dos acontecimentos desde o êxodo gerado pelo Comandante Onara é extremamente impossível, pois cada um dos mais de 78 grupos evacuados do planeta Avyor, foram transferidos para diferentes linhas de tempo e espaço entre 3D e 7D para garantir que vários pudessem seguir o seu patamar evolutivo dentro das propostas que estavam sendo modificadas para cada grupo.

Cada grupo manteve a lembrança original do planeta original Avyor, que era muito semelhante à Terra na sua concepção natural, climática e geológica, porém maior que a Terra, comparando-se em tamanho a Urano ou Netuno. Portanto, foram 78 grupos de evacuação que partiram com ajuda da frota e da tecnologia de Onara – que é um membro da Supra Confederação -, os espalhando por diversos setores da Via Láctea e os presenteou com a tecnologia para sobreviver e seguir a sua evolução. Cada um desses 78 grupos representa no palco político da Via Láctea, as bases para futuros impérios e sociedades que se dividiram e realizaram escolhas entre a polaridade e a ascensão para outros patamares além daqueles que conheciam, criando dezenas de outros segmentos, heranças raciais e culturais na linha do tempo, espalhando a semente genética da espécie humana e posteriormente humanoide.

Muitas espécies humanoides se originaram, na verdade, dessas 78 raças matrizes. Elas deram origem a muitas outras formas de vida que com o tempo foram se confrontando com outras raças das linhagens reptiliana e insectoide nas grandes batalhas de invasão pelo poder até o presente momento terrestre, inclusive o processo continua existindo na linha futura de tempo da humanidade.

Do ponto de vista das raças humanas de Avyor espalhadas no setor de Órion, M-45, M-13, M-35, existe a lenda da concepção do Cristo Amelius, que representa na verdade Micah, como tendo encarnado na primeira casta ainda na raça de 7D e dado origem e sustentação ao genoma humano Kad Amon Ariano, do qual todas as outras matrizes humanas derivam. Assim, na estrutura psíquica e genética da memória celular da espécie humana, reside o Cristo Cósmico.

Motivo pelo qual a energia de Jesus Cristo é tão poderosa e importante para milhões de terrestres, assim como para outros são outras representações desse mesmo Cristo Cósmico com outros nomes. Isso faz parte da herança genética deixada por Micah na forma de Amelius há mais de 7 bilhões de anos terrestres. Partindo desse ponto, surgiram centenas de religiões e rituais de comunicação e interatividade com os outros planos vibracionais do universo. Aqui foi onde muitos seres que se rebelaram e inventaram as bases das religiões e dos conceitos de controle, medo, culpa e manipulação dos seres que vêm de uma matriz devocional. Essa devoção ajudou na formatação de meios de controle através da religião que inicialmente eram leis e parâmetros de evolução e vida, como foram os 10 mandamentos para os Hebreus.

A lenda da presença de um Cristo Cósmico na formação da raça humana existe em todas as suas ramificações, o que ajudou no processo da formatação religiosa, mesmo nas raças mescladas com o genoma humano original. Os Dracos, por exemplo, que são um genoma desenvolvido a partir da invasão do planeta Avyor em Vega pelos Xopatz e seus reptilianos, também receberam a carga genética de um cristo salvador e todo poderoso de uma dimensão superior, que garante a ascensão e o retorno para os planos além da matéria bariônica. Essa condição ajudou os Xopatz e os outros grupos de controle a criar religiões e seitas no decorrer da formatação de seus impérios.

Depois desse conflito entre os Xopatz e Onara, quando houve a libertação e resgate da raça humana, diversas culturas se formaram e estabilizaram os seus novos impérios frente a outros grupos mais antigos, mas dentro de uma linha de equivalência tecnológica e cultural graças às intervenções dos Mestres da Confederação espalhados com seus corpos robóticos entre as principais civilizações, gerando uma igualdade evolutiva. Milhares de anos depois desse processo viria a surgir a grade guerra de Órion que está dividida em 3 fases complexas no fluxo temporal de manipulação de paradoxos do tempo. Em outras palavras, muitos dos povos envolvidos na guerra procuraram voltar no tempo para destruir os seus inimigos. E acabaram criando paradoxos de realidades paralelas além da realidade onde eles já existiam, mas não impedindo os acontecimentos como se acreditava. Dessa forma a complexidade cronológica da grande guerra de Órion é muito mais difícil de ser explicada para a mente cartesiana dos terráqueos.

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