PROJETO METRON

Continuação do texto sobre A Ordem Amarylis – O Surgimento da energia Feminina

(Texto anterior – aqui)

Após o surgimento das 49 castas fundadas pelo Comandante Onara, o Conselho Galáctico Shamuna verificou uma anomalia que os Filhos Paradisíacos ligados ao genoma reptiliano tinham inserido nos projetos em seus programas evolutivos. Um desses aspectos estava ameaçando o equilíbrio do conjunto de projetos da Via Láctea, pois a maior parte das raças de origem reptiliana não tinha emoções e sentimentos polarizados entre masculino e feminino como nas formas de vida biológicas mamíferas. Eles não tinham o conceito da Deusa, do amor, da fraternidade, mas apenas a lógica pura do equilíbrio e o conceito de certo e errado pela ótica de conquistadores que seu povo representava. No contexto psíquico das principais raças Reptilianas eles eram os herdeiros da galáxia e todas as outras raças eram descendentes de seu império. Portanto, tinham que ser dominadas e controladas para não ameaçarem sua evolução.

O Ancião de Dias do Conselho Shamuna, que na Terra é conhecido como Metraton, contatou o Conselho Kumara para desenvolverem um projeto junto aos Mestres dessa Ordem Estelar, dividido entre três importantes Sistemas Solares do Braço de Órion – Mimosa, Sirius e Canopus. A proposta foi inserir no ciclo evolutivo dos reptilianos a codificação genética Micahélica para inserir a dualidade entre masculino e feminino através das almas Kumaras, codificando no genoma reptiliano uma nova energia ligada à Ordem Amarylis, gerando o movimento encarnacional de pelo menos 250.000 Mestres Kumaras residentes entre 8D e 14D, inserindo assim uma mutação evolutiva dos patamares reptilianos pelos Filhos Paradisíacos envolvidos com sua evolução até aquele momento. Essa proposta geraria o envolvimento intrínseco do ciclo encarnacional das almas entre as raças Reptilianas e Humanoides da Via Láctea e posteriormente de todas as galáxias do conjunto de Naoshi.

A estrutura ou consciência Metraton, para poder atuar no quadrante de Órion nas imediações das Três Marias, criou a Fraternidade Rosa de Órion, formatando o desdobramento de importantes Arcanjos e Arcangelinas – ou simplesmente de Comandantes ascensionados – para estabelecer os programas de evolução das raças Humanoides e Reptilianas desse setor de Órion e dos outros grupos, controladas pelos Filhos Paradisíacos que estavam aceitando a nova proposta criada em parceria com os interesses de Micah e da própria Ordem Micahélica, através do Trono do Arcanjo Miguel.

O grupo inicial formado para administrar o processo e a seleção encarnacional dentro do quadrante de Órion e adjacências, foi encabeçado pelo grupo de Comandantes diretamente ligados à essência do próprio METRATON, criando dessa forma o seu desdobramento em fractais e ao mesmo tempo dos Kumaras que aceitaram esse novo desafio. Criando, assim, uma nova linhagem estelar nos mais de 4.600 Sistemas Solares desse setor, onde os antecedentes sociais eram devastadores, devido aos conflitos raciais entre Reptilianos, Humanoides, Insectoides e outras formas de vida aquáticas e energéticas.

  • METATROM
  • SANDALFON
  • KWAN YIN
  • MINERVA
  • ORION
  • CLARIDADE
  • VISTA
  • ADHERAN
  • TRANQUILITAS
  • VICTORYA
  • PAZ & LORD HARMONIA
  • AZYBHEL

Estes são alguns dos principais Comandantes envolvidos no projeto de inserção genética dos códigos Kumara de dualidade na estrutura genética dos seres desse setor de Órion, gerando a mutação e evolução de mais de 750 espécies biológicas entre 3D e 6D para novos paradigmas.

Cada um desses Comandantes se desdobrava em outros grupos e castas de Comandantes, para ampliar a rede psíquica e neural do Masculino e Feminino, gerando o ciclo da reprodução e manutenção da vida através dos sacerdotes presentes em cada cultura e suas crenças. A raça reptiliana, que originalmente possuía uma conduta lógica e sem fundamentos devocionais religiosos, passou a contatar outros planos de forma lógica, acreditando que esses planos seriam outras esferas de evolução na sua linhagem de poder que necessitavam ser conquistadas, causando, portanto, uma corrida muitas vezes ambiciosa pelo processo ascensional em busca de “DEUS” e em muitos casos, com o desejo de se tornar igual a ele. Isso gerou em uma parte das raças dominantes dos reptilianos “DRACONIANOS” o impulso tecnológico de se igualar aos Filhos Paradisíacos através do desenvolvimento tecnológico e da clonagem de material genético dos seres da Confederação e dos próprios Kumaras.

Esta condição bizarra causou naturalmente a quebra da estrutura social do império Draconiano. Através do controle e manipulação genética, surgem os grupos de oposição denominados de “DRAGÕES NEGROS”, sendo estes os seres ligados à energia perversa e conquistadora de Sarathen. E aqueles contrários, que se dividiram em grupos denominados de “Dragões Azuis, Dourados, Violetas, Brancos”, como referência às Ordens Estelares que formataram, se filiando à Federação Galáctica. Enquanto que outros alcançaram o Conselho Galáctico, ascensionando para patamares de 8D/11D.

Esses outros Dragões que surgiram e acabaram criando oposição política à Ordem do Dragão Negro, representavam os grupos de Reptilianos Kumaras, que encarnaram dentro da estrutura racial reptiliana transformado a psique dessa raça para inserir a energia do amor, perdão e da própria fraternidade. Além e acima do conceito da Deusa e da procriação, inseriram o sentido de preservação da própria espécie através do foco da Mãe e progenitora, alterando permanentemente a consciência lógica e fria que até então estava inserida na linha psíquica dos reptilianos. Essa nova consciência trouxe uma profunda evolução e acoplamento das realidades paralelas, abrindo a parte mediúnica dessa raça, permitindo o contato com as outras esferas da espiritualidade que estavam além do prévio conhecimento lógico e materialista.

A outra facção de reptilianos presa à busca do poder, manifestou o controle da mediunidade para o desenvolvimento do magismo e prática do que na Terra é conhecido como Magia Negra, utilizando esse novo poder e sensibilidade mediúnica para controlar e dominar outras dimensões, ampliando o seu habitat e criando o que na Terra é definido como Umbral.

O próprio Metraton e sua equipe gerenciaram parte da evolução de diversos grupos do setor central onde as polaridades se manifestavam, inserindo no processo encarnacional de ambos os lados Mestres com o objetivo de ativar o despertar e a evolução através da própria polaridade e das experiências que cada alma deveria vivenciar nessa nova proposta.

Este movimento, por sua vez, gerou perante as raças Humanoides e Humanas uma nova condição de ciclos encarnacionais e evolução na busca da unificação fraternal além do contexto racial, incrementando na Federação Galáctica o processo de unificação de dezenas de raças que antes eram inimigas, devido aos conflitos raciais e sociais.

(Continuação Projeto Metron – clique).

Este texto pode ser compartilhado desde que não seja alterado e cite a fonte e o autor Rodrigo Romo – http://www.rodrigoromo.com.br