Desdobramento da Rebelião de Orion para a Terra

Capítulo integrante do livro A EXPERIÊNCIA MORONTIAL, à venda na LOJA VIRTUAL

A Terra acabou absorvendo grande parte do contexto político de Órion em diferentes momentos. Desde a destruição do planeta Maldek, a Terra acabou se tornando um celeiro para a sobrevivência de milhões de seres e almas, que ficaram presos no processo encarnacional e do poder da Constelação de Órion e dos outros grupos próximos. A Rebelião ocorrida na Constelação de Órion e em outros povos, gerou na Terra um efeito cascata sobre os acontecimentos coloniais criados pelos diversos grupos que estavam atuando ou realmente vivendo na Terra como se fosse seu planeta principal, ao buscar o isolamento dos problemas de Órion.

A linha temporal volta a ficar comprometida, pois o êxodo dos povos de Órion ocorre através da viagem temporal nos últimos 3,6 bilhões de anos depois que a Terra teve um certo ajuste climático e geológico, depois do resfriamento de suas camadas externas da crosta e do manto. Portanto, é completamente impreciso colocar linearmente a vida na Terra partindo das questões de Plêiades, Órion, Sirius, Betelgeuse, Arcturos, Antares, Canopus, Hercules, Altair, Aldebarã, Andrômeda e outros grupos, pois não existiu uma cronologia ou regra para isso. Cada qual buscou um momento geológico que lhe permitisse determinadas condições e garantias perante as questões políticas externas.

Esta configuração estranha forçou os seres a criar gradualmente um Conselho Terrestre para administrar determinados assuntos e aspectos do controle climático e colonial, devido ao elevado número de seres distintos que surgiam livremente na Terra sem controle da Federação ou dos grupos rebeldes. Cada representante das antigas federações que estavam inseridos na rebelião, não aceitaram as diretrizes da federação e dos outros grupos, requerendo total autonomia e liberdade nos mundos por eles ocupados. Dessa forma, a Terra acabou gradualmente sendo dividida pelos grupos do êxodo e da rebelião conforme sua origem.

Com o tempo a Terra tinha representantes de diversos grupos que não aceitaram mais os dogmas das Federações, mas também queriam a liberdade na Terra e estavam se confrontando justamente pela questão ideológica. Todos queriam liberdade de ação, mas essa liberdade muitas vezes se chocava com a dos outros, criando conflitos que nas lendas humanas são denominados de guerra dos deuses. Essa guerra também não pode ser cronologicamente descrita, pois ela ocorreu em diferentes linha de tempo e dimensão, à medida que a Terra foi sendo ocupada entre 3D e as outras dimensões até 5D. Muitos desses desdobramentos não têm correlação com a atual civilização terrestre, mas com as antigas que há muito já deixaram de ser físicas e atualmente estão no plano astral de 4D e 5D. Essas civilizações estão interligadas no processo colonial que existiu no continente de Pangeia, Mu, Atlântida, Antártida, África, Mesopotâmia, Américas, Groelândia e Sibéria em distintas linhas de tempo e dimensão, tornando-se fábulas no contexto humano atual. Cada continente e território tem o seu contexto temporal e dimensional, conforme os grupos que foram chegando e escolhendo territórios para colonizar e montar suas bases e centros avançados de pesquisa e extração de recursos naturais. Dessa forma, as canalizações obtidas do plano astral da Terra, acabam cometendo pequenos erros de tempo e dimensão, mas as pessoas acreditam que tudo o que é relatado corresponde somente à realidade terrestre 3D física de vocês, o que na verdade é um grande engano de percepção dos canalizadores.

A dualidade estava presente em muitos desses grupos, decorrente das experiências de poder de suas Federações. Nem todos esses grupos vieram à Terra para viver a dualidade, mas muitos realmente estava buscando a ascensão e a liberdade em relação às experiências anteriores na disputa de poder dos impérios estelares. Isso ocorreu com as civilizações inseridas no Continente de Pangeia e de Mu, onde os comandantes responsáveis pelas colônias esclareceram e nunca mentiram sobre os desdobramentos da Confederação e das Mônadas originais, buscando criar civilizações que atingissem a Mônada através do reto viver e reto pensar. Torank foi justamente um desses comandantes que criou diversos projetos nos últimos 1,4 milhões de anos da sua contagem de tempo, além dos resgates dos antigos Maldequianos perdidos no fluxo temporal, que ele repatriou na Terra dentro dessa linha de tempo. Importante é entender que essa dualidade não é uma questão do bem contra o mal, mas antes da postura e conduta dos próprios cidadãos dentro do seu desenvolvimento social e cultural, baseado em valores e dogmas que tinham sido inseridos nas religiões de Órion e principalmente em Plêiades e Rigel, como forma de controle de seus habitantes.

Na Terra a questão até esse momento, antes da chegada dos exilados na faixa dos últimos 87.000 anos, não era a maldade ou o conceito do Cristo contra o Anticristo, como as suas religiões denominam. Antes não haviam seres malvados ou destrutivos, mas sim seres ainda inconsequentes em relação ao desdobramento de suas próprias ações e descendentes, como ocorre atualmente na humanidade com as atitudes insensatas dos políticos que visam fortuna e não pensam no futuro da estrutura social do planeta. Antes dessa marca, a dualidade estava baseada nas disputas entre lideranças que utilizavam os seres naturais da Terra como escravos ou como cobaias de aperfeiçoamento genético, mas eram almas novas ou exiladas tentando uma nova proposta de evolução.

As almas inseridas nos projetos encarnacionais da Terra em todas as raças e etnias desses últimos 3,6 bilhões de anos, não eram almas de exílio ou mesmo de êxodo, mas sim o desdobramento de Filhos Paradisíacos e de outros seres e Mônadas que estavam iniciando sua jornada pela primeira vez na frequência 3D, 4D e 5D em um planeta com as configurações da Terra e ainda contendo a energia Micahélica através de sua hierarquia espiritual. Este aspecto deve ser entendido, pois os erros que essas almas poderiam cometer estavam dentro do desenvolvimento de uma raça primitiva em ajuste, que não tem correlação com os exilados que milhões de anos depois deturparam por completo o projeto da Terra. A Terra tem diferentes momentos na sua trajetória e um deles deve ser determinado antes e depois da marca dos 87.000 anos terrenos.

O atual contexto da humanidade relativo à dualidade e aos problemas de corrupção e guerras, está relacionado justamente após esses 87.000 anos, quando Caligasto deixou entrar na Terra milhões de exilados que não deveriam ter sido trazidos para cá, devido ao seu baixíssimo gradiente de energia crística e amplo gradiente de negativação na sociedade estelar, com a prática de magia negra e atos de destruição da vida. Essa herança está presente na atual civilização que foi implementada ainda pela disputa de poder dos deuses e com os problemas familiares entre Enki e Enlil perante o trono com Plêiades de Nibiru e Alcione, os grupos de Molock de intraterrenos, Dragões alados de Thuban e Rigel regenerados pelo projeto Metrom. Antes dessa disputa de poder entre os filhos de Anu de Nibiru e Molock, os problemas existentes na estrutura terrestre colonial se baseavam na questão do acerto genético das diferentes raças e dos projetos estipulados para cada uma dentro de uma linha de tempo cronológica atemporal com os outros grupos estelares, realizando dessa forma, a constante transferência de genomas e material genético entre a Terra e os outros mundos como o Império Siriano, Império Antariano, Império de Órion, muito antes da chegada dos Nibiruanos que já eram seres de exílio político de Alcione e de M-45.

A Rebelião de Órion gerou na Terra a oportunidade de viver em liberdade perante as diretrizes das Federações, portanto não foi ruim para quem estava na Terra. No entanto, na linha temporal, a chegada de diferentes grupos e seres acabou tumultuando a vida de quem residia há mais tempo, o que ocasionou a divisão setorial para os diferentes grupos e raças existentes na Terra.

A marca colonial para o projeto humano como atualmente se entende, foi demarcada especificamente na faixa dos últimos 3,2 milhões de anos com a chegada das 7 castas humanoides que deveriam inserir exclusivamente a codificação Micahélica de Micah e dos outros Filhos Paradisíacos que estavam buscando testar o desdobramento das almas e fractais de almas dentro de uma proposta direta entre o Eu Sou e Mônada pela energia Micahélica da Terra. A Terra foi totalmente modificada ou transformada para exclusivamente poder suportar a vida com oxigênio e as diversas espécies mamíferas que fariam parte dessa nova etapa no programa evolutivo temporal de milhares de formas de vida, entre reptilianas, mamíferas e insectoides, adaptadas ao percentual atual da composição atmosférica entre nitrogênio, oxigênio e os outros gases existentes. A Rebelião acabou sendo boa para o desenvolvimento de dezenas de propostas evolutivas, sem a propagação do controle da religião das Federações. Uma liberdade que não estava disponível dentro das Federações, onde a disputa de poder existia entre a facção do Cristo e do Anticristo. No entanto, a Terra e os outros mundos de êxodo acabaram se tornando uma ameaça à proposta de controle de Sarathen e dos outros líderes como Adramalesh, pois quebravam seu monopólio junto aos Superserafins em relação ao controle evolutivo dos clones e de suas almas.

Mesmo com a proteção dos Comandantes dessa rebelião, os Xopatz acabaram colocando a Terra e os outros planetas do êxodo dentro de seu plano de conquista a médio e longo prazo, conforme os comandantes e protetores da Confederação fossem superados e corrompidos. O tempo acabou se tornando uma questão estratégica para ambas as partes, enquanto criavam projetos que pudessem ser evacuados da Terra e dos outros mundos, para setores onde Sarathen e seus pupilos não pudessem atacar ou ter influência, sem que houvesse uma nova guerra. Voltamos à questão que o confronto aberto causaria uma guerra terminal, onde nem mesmo a Confederação poderia suportar sem mínimas perdas estelares. A tecnologia de bombas de Quark Pesados pode ser
contida pelas bolhas Paratrom da Confederação, mas mesmo assim, nem todas poderiam ser previstas na linha temporal e dimensional, pois essas bombas são lançadas através de fendas no tempo desde as Bolhas Dakar do Umbral. Uma bomba de Quark Pesado pode ser liberada em qualquer ponto no tempo de seu alvo, nas dimensões desejadas, criando uma loteria para os interceptadores da Confederação, que têm que adivinhar e calcular onde e quando essas bombas vão atingir o seu alvo destino. Esses e outros motivos fizeram com que o armistício ou sessar fogo entre ambas as facções traçasse áreas de influência e domínio ao longo do tempo, pois os Comandantes como Onara e seus colegas, procuraram manter o cerco fechado com ações guerrilheiras de contenção territorial contra os Xopatz e outros grupos de reptilianos.

A Rebelião dos comandantes que não aceitavam mais o controle político dos Superserafins e de suas estruturas religiosas, gerou mais de 80 planetas livres, que se tornaram alvo de ambição por parte do Comandante Adramalesh, Belzebu e do próprio Satã, quando perceberam que um novo império estava sendo formatado e que poderia crescer e
gerar uma aliança significativa contra os interesses de Sarathen e dos outros Filhos Paradisíacos corruptos. Dessa forma Satã e os outros comandantes, incluindo Adramalesh, sabiam que estavam traindo os interesses de Sarathen, mas provavelmente garantindo o equilíbrio de forças na galáxia frente aos planos de conquista de Sarathen. Esse equilíbrio garantiria, com o tempo, dominar a tecnologia espiritual e conquistar pontos no equilíbrio do jogo galáctico. Adramalesh e Satã na sua equivalência de comandantes dentro da estrutura Lanonadeck nunca foram amigos, mas sabiam que estavam envolvidos em um jogo perigoso e ambos precisavam do apoio um do outro. Mesmo desconfiando, pois em Sarathen era impossível confiar e fazer planos a longo prazo, pois seus algozes intergalácticos denominados Xopatz não têm regras e não cumprem acordos. Eles estavam em desvantagem se não se unissem, assim, a Rebelião teve que tomar um rumo distinto nos planetas de maior influência no jogo de poder ao longo das rotas comerciais de extração de recursos naturais e das estrelas significativamente importantes na navegação estelar.

A Terra dentro de sua Rota Hexagonal apresentava uma importante chave estratégica no poder e no abastecimento tecnológico dos grupos Rebeldes frente às Federações. A aliança entre Adramalesh, Belzebu, Satã, Astoroth, Ialdabaoth, Sabaoth, Molock, Leviatã e os outros comandantes incluindo os da Federação como Torank, Shontor, Gadman, Oberon, se baseava na busca de um novo equilíbrio e na tentativa de se evitar uma nova guerra, seguindo a orientação do Comandante Onara, Yaslon Yas, Alcon e do próprio Micah e do Conselho de Canopus e Sirius. Portanto, os comandantes das Federações que já se encontravam além de 5D como estes últimos, tinham como objetivo ajudar na estabilização do projeto para não fomentar uma nova guerra. Dessa forma, a Aliança realizada entre os Rebeldes e os Comandantes da Confederação e Federação, era justamente para sustentar a vida entre 3D até 8D, devido à tecnologia nociva dos Quark Pesados que estavam disponíveis por parte dos Xopatz e dos outros grupos de Sarathen.

A Rebelião, portanto, acabou gerando uma aliança para a vida em diversos setores, contrariando a previsão de Sarathen. O acordo entre Adramalesh e os outros Rebeldes como o Lanonadeck Satã, não estava previsto em seus planos, muito menos com a participação de comandantes como Yaslon Yas que sempre foi contrário a Sarathen na sua didática operacional de poder. Onara já fazia parte do contexto do Conselho Shamuna, mas Yaslon Yas vinha de outras esferas da Supra Confederação e não fazia parte do jogo, criando dessa forma uma desestabilização nos planos junto com seu irmão cósmico Alcon, que também se uniu aos projetos de Micah e de Emanuelys, na busca do equilíbrio da situação.

No aspecto multidimensional essa aliança favoreceu os mundos de 5D em diante, no que diz respeito à menor influência das ações dos grupos dos Xopatz no domínio temporal, diminuindo a sua influência na dualidade dessas sociedades. Mas nos mundos abaixo de 5D, a situação ficou dividia por setores para tentar recuperar o domínio perdido com a Aliança, sendo que a Terra e outros mundos ficaram na linha de conflito devido às suas posições estratégicas e como portais interdimensionais.

Essa Aliança não é a Aliança Galáctica que já nos referimos, mas uma outra na linha do passado, para tentar evitar uma guerra no processo da rebelião ativada pelo Arcanjo Lanonadeck Lúcifer para libertar os clones e almas do controle da nanotecnologia encarnacional da Matriz de Controle. Micah e suas equipes através da Ordem de Miguel, desenvolveu diversos projetos paralelos para estabelecer programas de equilíbrio e ascensão, buscando dessa forma libertar as almas aprisionadas ao longo desse jogo de poder. Essa iniciativa deu origem às Ordens Santa Ametista, Cruz de Malta, Ordem Kumara, Ordem Amarylis, Ordem Mariana, Ordem de Maytreia, Ordem Elohínica, Comando Ashtar, Comando Astreia, Comando Surya, Ordem Arielys, Ordem Shantar, Ordem Cristal e muitas outras que foram sendo desenvolvidas para estabelecer parâmetros de organização e ascensão entre os povos mais conturbados frente ao controle. Estas ordens acabaram também por ampliar a Rebelião e os tumultos nos outros grupos de conflito, pois de forma genérica amplificaram a dualidade na exposição de suas propostas de reintegração, amor, paz, ascensão e transmutação, gerando assim profundas mudanças na estrutura social de muitos mundos.

Gradualmente, essa dualidade acabou gerando o fanatismo por parte dos súditos e seguidores na linha temporal, desenvolvendo consequências que não estavam previstas no projeto original. Muitas das almas e Mestres acabaram enfrentando o problema devocional que os clones e fractais de alma sustentavam devido à codificação de controle neural da nanotecnologia dos Xopatz, criando um efeito inesperado de submissão, que não faz parte da programação original das almas desde a sua Fonte na estrutura das Supra Mônadas. Esse efeito colateral se faz sentir na maior parte dos planetas controlados pelos Reptilianos Rebeldes negativados que atuam a serviço da Ordem do Dragão Negro e dos outros grupos submissos a eles. Esta nova condição fez com que o programa de libertação entrasse através da religião em todas as facções, gerando dessa forma aspectos profundos no contexto religioso dos seguidores de Micah e da proposta do Cristo Cósmico.

Toda Mônada, quando é formada, tem na sua condição primordial a necessidade de retornar à Fonte e se integrar a ela. Portanto, essa codificação é uma necessidade primordial que está presente nos seus desdobramentos, sendo profundamente marcante no Eu Sou, almas e nos fractais dessas almas. Já nos clones essa condição foi bloqueada e substituída pela condição de submissão perante alguma divindade, abrindo mão de sua própria divindade e, portanto, da capacidade de reintegração que ocorre através da ascensão. O código do fanatismo religioso deturpou as propostas de Micah e de seus colaboradores, assim como também os projetos dos rebeldes, pois as almas e clones contaminados pela nanotecnologia de submissão, na verdade, impediam o fluxo de energia das emanações taquiônicas naturais da Mônada. Com isso, esses clones e almas ficavam isolados em busca de um salvador, que era representado por qualquer divindade que resolvesse seus problemas imediatos e oferecesse a salvação. Percebam que é justamente o mesmo modelo religioso empregado na Terra sobre a humanidade, desde que os registros existem em suas traduções.

Essa radiação taquiônica é parte da frequência de irradiação da Divina Presença, que deveria ativar a Chama Trina de todas as Almas, realizando a conexão direta com suas outras partículas e assim garantir a ascensão e retorno à Fonte que Tudo É. Esta anomalia é a resposta para suas perguntas, do porquê o sucesso e a quantidade de almas aprisionadas na estrutura da ODN e de Sarathen. A Terra apresenta esse problema, que impede mais de 99,9% dos seres humanos no plano físico e das almas encarnadas ou aprisionadas no Astral inferior e no Umbral, de retornarem para seu Eu Sou e seguir o processo natural de reintegração. O fanatismo nos diversos segmentos religiosos e filosóficos acabou deturpando os seus verdadeiros fundamentos, tornando-se religiões devocionais e consequentemente de aprisionamento dessas almas dentro do controle reencarnacional através do medo, culpa, carma e outros dogmas de apego à Terra.

Esta configuração de fanatismo religioso e devocional acabou aprisionando muitos dos Comandantes através dos falsos hologramas e formatação de ídolos religiosos, baseados nesses comandantes. Essas almas e clones criaram, na verdade, imagens de deuses, seguindo o contexto político dos Comandantes regentes. Dessa forma foram criados arquétipos de divindades associados a esses comandantes ao longo dos mundos de exílio e de êxodo, o que inclui a Terra em diferentes linhas de tempo.

Satã, Belzebu, Astoroth, Leviatã, Ishtar, Isis, Inanna, Enki, Yahweh, Zeus, Thor, Hera, Afrodite, Hércules, Amon, Hórus, Basteth, Basephoth, Thot, Amon-Ha, Jesus, Maytreia, Sidarta Gautama, Kwan Yin, Hermes Trimegisto, Zaratustra, são alguns exemplos de seres estelares, que através do fanatismo religioso acabaram tendo a sua obra deturpada e utilizada para aprisionamento dogmático. Um estudo aprofundado do que foi deixado tanto escrito, como exemplo de vida desses serem, não condiz com o que é postulado e praticado pelos súditos e devotos ao longo do tempo, quando as coisas perdem o seu real significado. Poderíamos incluir nessa lista dezenas de outros exemplos de Avatares e Comandantes que tiveram seu legado alterado pelo fanatismo, pois sempre existem grupos que utilizam disso para manter o controle e o poder sobre a grande maioria devocional, que abre mão do seu poder interno divino na crença que alguém irá salvá-los e levá-los para a vida eterna no além do paraíso. A necessidade de alguém ajudar ou oferecer esse caminho, é justamente o ponto onde ocorreu a corrupção da radiação primordial taquiônica que permite a reintegração à Fonte de cada Alma. Como a linha foi cortada, é necessário que um outro ser realize essa conexão para restabelecer a rede neural direto com a Fonte. Essa condição gera o fanatismo e a dependência religiosa, na esperança de chegar à Deus.

Os arquétipos gerados pelo fanatismo criaram hologramas etéricos de vampirização por parte dos reptilianos e Xopatz para controlar a humanidade e muitos outros grupos. Assim, existem milhares de hologramas etéricos negativos de controle, que a própria sociedade criou dentro da sua busca por um deus ou divindade que sustente a sua crença de ascensão e salvação. Estes comandantes, por sua vez, acabaram ficando presos a uma sombra energética psíquica que foi gerada ao longo dos milhares de anos de submissão, devoção, orações e solicitações dos fiéis e devotos, criando uma sombra nefasta no campo áurico desses seres, que se encontram aprisionados em parte nessa energia, buscando limpar toda essa sujeira que, no entanto, é ampliada através dos rituais de matança e de magia negra com uso indevido de sangue humano e de animais. Dessa forma um Comandante como Belzebu, está parcialmente aprisionado na energia gerada através dos rituais de magia negra que são realizados desde o início dos tempos em seu nome, como se ele se alimentasse ou solicitasse esses rituais macabros. Quem realmente absorve essa energia, são os Xopatz, reptilianos e Kiumbas, que estão nessa frequência umbralina, se mascarando como Belzebu ou qualquer outro comandante ou divindade religiosa. Isto tudo amplificou o fanatismo religioso e a prática dos rituais de magia negra ao longo da história da humanidade da Terra e dos outros mundos como Capela e Tau Ceti, que enviaram seus representantes para a Terra nos últimos 87.000 anos. Essa condição potencializou as realidades do Umbral não apenas na Terra, mas em todos os outros mundos similares controlados pela ODN. Esta ligação acabou gerando um Portal direto entre os 144 Umbrais diretamente com Arconis, que é a galáxia estrutural de pesquisas de Sarathen, de onde os Xopatz são originários.

Esse Portal gerou o intercâmbio entre renegados que acabaram sendo divinizados pelos fanáticos submissos dos planetas sob o controle da ODN, amplificando a rede neural da Matriz de Controle do Anticristo. A complexidade dessa questão gerou profundas anomalias na estrutura psíquica dessas almas e dos clones, que estão sob o controle desse mecanismo. Atualmente muitos esforços e projetos estão sendo sustentados pelos diversos grupos para buscar um novo equilíbrio e unificação de Comandos, com o objetivo de libertar e gerar uma nova seleção ou divisão do Joio e do Trigo no espectro das almas e suas consciências.

A Terra neste momento encontra-se inebriada com os falsos valores e com a deturpação dos valores do reto viver, reto agir e da própria sensatez. Valores que parecem não existir mais no palco político, pois os desmandos e a corrupção são um fator mundial que a cada dia se torna mais óbvio, demonstrando uma queda vertiginosa nos valores e no respeito para com o próximo e com o próprio planeta Terra, através da ganância e do poder pelo poder. A situação atual da humanidade é a mesma que levou à destruição as cidades de Sodoma e Gomorra no passado recente da humanidade. A honestidade é uma qualidade rara no momento atual da Terra, sendo que deveria ser algo normal a todos os seres em busca de seu lugar na escala da evolução. A humanidade está caminhando para uma divisão irreversível na sua sociedade e na questão espiritual entre as diferentes esferas do astral em relação aos comandos estelares, passando por uma seleção natural de ascensão além da Terra e de reintegração com as frotas das Federações.

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