RAÇA FELÍDEA E SUA RELAÇÃO COM A RAÇA HUMANA

Amigos e alunos,

compartilhamos com vocês um vídeo interessante do David Parcerisa com sua visão sobre a Raça Felídea, contendo informações também do autor francês Anton Parks, para que vocês compreendam que muitas canalizações ou captações psíquicas trazem informações semelhantes e complementares.

Muitas informações deste vídeo têm fundamento, pois os Felídeos representam colônias físicas entre 5D e 6D em Orion e também entre 6D a 8D na Constelação de Leão Maior. E seres etéricos acima de 9D em Sirius Alpha.

Abaixo, um trecho do livro Experiência Morontial de Rodrigo Romo, para que vocês compreendam a importância da Raça Felídea na criação e desenvolvimento da Raça Humana no Universo.

(LIGUE AS LEGENDAS AUTOMÁTICAS – TRADUÇÃO EM PORTUGUÊS – DO VÍDEO)

A raça mamífera pré-designada originalmente foi a do Voronandeck Primordial de Shantar Shtareer, que tinha criado os Felinos em Shinkara para confrontar a energia das criações do Filho Paradisíaco Anhotak e seus discípulos, entre eles de Sarathen. A raça mamífera dos Felídeos é, na verdade, uma raça muito anterior à formatação da raça humana no universo. Ela foi inserida na linha de tempo terrestre, no Universo Local de Shinkara há mais de 16 bilhões de anos nas esferas de 15D e gradualmente foi sendo baixada para os planos da fisicalidade, na medida em que as subpartículas de antimatéria iam desacelerando e formatando o que os cientistas denominam de matéria bariônica e, portanto, realidade física material.

A raça felina atingiu o ápice da evolução nas esferas de 6D e 8D muito antes da existência astral e física da raça humana e por esse motivo, quando os novos códigos aperfeiçoados foram transmitidos para as dimensões abaixo de 9D, foi através dos felinos que se utilizou o código mamífero para sustentar a criação da raça humana no sistema solar de Avyon na estrela de Vega. Quando este projeto foi, portanto, transferido para o conjunto do cluster de Naoshi, os discípulos do Filho Paradisíaco Sarathen começaram a buscar estes novos genomas e códigos para poderem absorver estas novas capacidades e obter a clonagem da energia deste Cristo-Mahatma, para sustentar o poder sobre seu conjunto estrutural sem com isso permitir o processo de ascensão e retorno para a Mônada, controlando e manipulando a evolução das Almas, Eu Sou e Mônadas, geradas a partir de sua energia. Na verdade, ao estabelecer os parâmetros de controle sobre este tipo de polaridade existencial, seria possível fazer frente direta a Micah e seus colaboradores, inclusive fazer frente ao Conselho dos Voronandeck no Universo.

Assim foram desenvolvidos projetos e comandos especiais de busca e pesquisa dos novos portadores deste genoma.
Quais eram os comandantes comprometidos com o projeto Reptiliano na Via Láctea, que estavam inseridos na alta cúpula da política administrativa dos mundos reptilianos em Thuban, Megrez, Alion, Rigel, Saiph, Arneb, Markab e Alpheratz? Justamente seres que estavam buscando equilibrar o processo evolutivo de sua raça frente aos conflitos já existentes com os Felinos e os seres Pássaros, que inicialmente eram os opositores na dualidade dos felídeos de Sirius A. Estes Comandantes eram Satã, Belzebu, Astoroth, Asmodeus, Sabaoth. Estes comandantes estavam engajados em equilibrar o processo evolutivo entre as raças Reptilianas já existentes e os códigos das raças mamíferas, que eram
liderados e protegidos pelo povo Felídeo de Sirius A, muito antes da existência astral ou física da raça humana. Portanto, a dualidade racial e consciencial já existia muito antes do surgimento da espécie humana. Neste contexto, o que mudaria o processo existencial de milhões de seres na evolução e processo encarnacional das almas e de seus fractais em todas estas raças, seria a inserção ou manipulação direta de Sarathen e de seus interesses no jogo político e genético das espécies em desenvolvimento da Via Láctea, gerando na linha temporal a dualidade entre diferentes facções de poder. Portanto, as principais e mais poderosas raças dentro das espécies reptilianas foram chipadas, abduzidas e controladas pelas forças Sinistras da Ordem do Dragão Negro, que é proveniente da elite de manipulação e cocriação da galáxia de Arconis, pertencente ao grupo de Naoshi dentro de uma bolha Dakar invisível e multidimensional do Umbral de Naoshi. Um lugar que é dificilmente acessível para os grupos da Luz, até porque fica escondida em dobras do tempo e espaço do hiperespaço. Deste ponto aconteceram diversas invasões e abduções de povos e raças ao longo da história de Naoshi, para gerar a dualidade e o jogo de poder dentro das espécies. Os líderes políticos dos grupos reptilianos como Satã, Belzebu e seus outros colaboradores, acabaram tendo problemas ao longo da evolução de suas espécies, pois com os implantes e manipulações no plano astral, invisíveis para eles, a dualidade tornou-se um problema que gerou guerras e conflitos que não estavam inseridos na programação evolutiva original. Além disso, estas manipulações geraram ódio entre as diferentes raças e uma busca pelo poder incansável e sem sentido. A infiltração da energia da perversidade, maldade e poder pelo poder, partiu dos discípulos manipulados pelo Filho Paradisíaco Sarathen, com o intuito de gerar o movimento evolutivo e jogo de poder entre os Filhos Paradisíacos num verdadeiro Duelo de Xadrez cósmico. Aliás, uma expressão que Shtareer já empregou inúmeras vezes nas suas canalizações e aparições no final dos cursos que ministro.

Há cerca de 8,6 bilhões de anos da contagem terrestre, o Conselho Shamuna da Via Láctea recebeu a notificação que o Conselho de Salvington estava cogitando inserir no plano astral através dos Filhos de Shtareer vindos de Shinkara, que são na verdade os Sirianos Alpha, os Felídeos, como o povo e a raça escolhida para criar o novo código primordial de Micah, que viria a ser o genoma Micahélico Crístico/Mahatma, a ser colocado no Sistema Solar de Vega, no planeta Avyon. Esta decisão colocou este projeto na linha de pesquisa e pretensões de Sarathen e de seus filhos, que teriam a chance de trabalhar com o genoma Crístico/Mahatma, que até esse momento só existia nas altas esferas das Mônadas. Portanto, muito difícil a codificação e a transferência desses códigos para os planos mais densos das realidades da galáxia de Arconis. Com esta notícia, surgia um novo horizonte de possibilidades de controle e manipulação, o que também geraria a expansão do poder e influência de Arconis no Universo. Com esta nova possibilidade, as forças da Ordem do Dragão Negro começaram a sair de Arconis e a gerar inúmeras invasões às outras galáxias do conjunto
de Naoshi, buscando fragilizar e desviar a atenção dos grupos harmônicos, forçando a criação de Alianças em busca do equilíbrio, mas focando na verdade, no roubo e controle sobre o projeto genético de Micah e dos outros Filhos Paradisíacos envolvidos.

Antes mesmo dos Felídeos começarem a atuar com as transferências de genes para criar a nova proposta de evolução que estava sendo transferida das esferas Morontiais além de 9D/13D, para que fosse moldada a matriz humana mamífera, os seres da Ordem do Dragão Negro já estavam invadindo e corrompendo as galáxias, criando medo,
divisão e polaridade em inúmeras raças, escolhendo sempre as raças mais agressivas e resistentes como foco do poder para manipulação e fanatismo, na busca do controle das raças mais fracas e tecnologicamente mais frágeis. Dessa forma, mesmo antes dos Felídeos criarem os seres humanos no sistema de Avyon, os Reptilianos da Via láctea já se encontravam infectados com a energia da perversidade, maldade e corrupção pelo poder inescrupuloso. Os sistemas estelares de Thuban e Rigel, foram os mais afetados, constituindo os primeiros impérios reptilianos ligados e controlados pela Ordem do Dragão Negro (ODN).

Essa codificação negativa foi inserida através das abduções e do processo encarnacional de almas clonadas desde a estrutura da ODN há cerca de 7,9 bilhões de anos entre 4D e 5D na contagem temporal terrestre. Quando os Felídeos finalmente criaram a raça humana no planeta Avyon na órbita da estrela Vega, os impérios reptilianos já tinham conquistado pelo poder tecnológico diversos pontos estratégicos da Via Láctea, tendo como únicos opositores os membros da Aliança entre Sirianos e Canopeanos, que sustentavam o equilíbrio com o apoio dos Comandantes da Confederação como Onara, que já estava interferindo e buscando equilibrar as forças dentro desse amplo tabuleiro de xadrez cósmico em Naoshi. Foi nesse contexto que o Voronandeck Shtareer inseriu parte de seus filhos de Shinkara no contexto de Nebadon/Naoshi, para equilibrar e ajustar o jogo inescrupuloso que fora iniciado por Sarathen, sem a autorização de seu Criador Anhotak.

Os Filhos Paradisíacos e Cocriadores da linhagem de Shinkara, foram inseridos no processo da dualidade para estabelecer as regras e controlar as Mônadas que seriam inseridas nesta nova proposta, onde a ideia original era forçar o movimento e a evolução psíquica e emocional através da polaridade, mas o que estava sendo gerado era na verdade escravidão e desequilíbrio estrutural no processo Cocriador das Mônadas e dos Filhos Paradisíacos aprisionados na sua fragmentação, pelas forças Sinistras de Sarathen.

Por outro lado, os Felídeos de Sirius A, seguindo o projeto dos Voronandeck, iniciaram a codificação e inserção do genoma humano por volta de 7,6 bilhões de anos no planeta Avyon na esfera de 7D e o foram gradualmente transferindo para o patamar de 5D, onde seria a realidade frequencial mais adequada para testar a nova proposta
do Cristo/Mahatma dentro de Naoshi. No entanto, a Via Láctea seria a proposta mais densa do projeto. Nas outras galáxias, ele estaria inserido entre 7D e 9D. O teste de maior densificação estaria sob a proteção dos Sirianos e Canopeanos, além das outras equipes como do próprio Onara. Por volta de 5,6 bilhões de anos, os Reptilianos da
ODN atacaram o planeta Avyon e raptaram inúmeros seres humanos já radicados em 5D. O processo de transferência entre os planos de 7D para 5D da espécie humana do planeta Avyon, ocorreu entre 7,6 e 6,2 bilhões de anos. Durante esse tempo, a raça humana foi transferida para muitos outros sistemas solares do conjunto de Naoshi, ajudando
a colonizar mais de 2.700 planetas distintos entre as faixas de 6D a 7D. Posteriormente esta raça começou a entrar na linha existencial de 5D e 6D, onde novamente foi transferida para diversos outros planetas e sistemas solares além de Avyon (Avyor para outras culturas), que foi o que ocorreu com a criação dos planetas sob a influência e proteção do
Império Siriano, que acabou incorporando a raça humana entre 6D e 7D além da existência de Avyor.

No entanto, a invasão realizada pelos grupos da ODN na realidade de 5D estava prevista, mas não da forma como ocorreu quando o Comandante Onara teve que intervir para evitar a extinção da raça humana em 5D. Portanto, as facções da raça humana adâmica que acabaram inseridas no jogo político de poder de Sarathen, foram as almas
que entraram no desdobramento de 5D há cerca de 5,6 bilhões de anos terrestres. Esta raça que foi salva por Onara, foi dividida em 49 planetas em 5D além de deixar uma parte sob proteção no planeta Avyor, para que esta aprendesse a trabalhar e evoluir na dualidade que tinha se proposto vivenciar e conhecer. Desta forma, podemos dizer que o berço
da humanidade começou sua jornada mais complexa na frequência de 5D e posteriormente acabaria entrando e conhecendo os desdobramentos abaixo, entre 3D e 4D.

Neste contexto de manipulações e divisão dimensional da raça humana e, portanto, da consciência das almas e fractais que optaram por encarnar no projeto Adâmico humano em planos existenciais diferentes, a compreensão sobre Deus e os diferentes planos do universo também era distinta, adequada ao padrão consciencial e psíquico de cada grupo de seres na sua relação entre o plano material que viviam e sua conexão com as esferas superiores. Portanto, não existia religião no início do desdobramento das raças humanas, pois os Felídeos não inseriram essa codificação, até porque os Felídeos conheciam a sua origem direta na egrégora cocriacional de Shtareer e das matrizes originais vindas de Shinkara. Portanto, os Sirianos sabiam que eram uma espécie especial com uma codificação Cristo/Mahatma de Shinkara, criada para governar e administrar a dualidade entre as outras criações anteriores, que não possuíam essa mesma codificação.

Nunca foi escondido dos Felídeos a sua função e o porquê da sua criação frente às formas de vida geradas por Anhotak ou de Sarathen. Assim, os seres e almas inseridas na evolução da espécie dos Felídeos, nunca precisaram de “religião”, pois não precisavam se religar a nada. Eles já estavam permanentemente ligados a algo maior e invisível além da realidade material. Por esse motivo que os gatos e felinos em geral são seres soberbos, pois eles vivem em constante conexão com as outras esferas da criação além da matéria e da espiritualidade mais densa. As colônias de seres humanos adâmicos de 7D a 9D também tinham a lembrança e a consciência do seu papel dentro do novo experimento, não necessitando de um conceito religioso como existe na humanidade atual. Portanto, esse aspecto de dualidade não estava e nunca esteve inserido nas raças humanas e humanoides além de 7D, enquanto que nas raças humanas e humanoides abaixo disso, com o tempo e com a formatação das manipulações, acabaram entrando na questão do controle religioso como as outras formas de vida também, sendo que na frequência de 3D a 5D a religião gerou o maior fator de controle e propagação dos conflitos inter-raciais e busca pelo poder.

À medida que as populações cresciam, tanto em tamanho quanto na questão tecnológica, era necessário criar um sistema de controle social que contivesse a evolução na fisicalidade entre 3D e 5D, para justificar o processo evolutivo social e ao mesmo tempo espiritual. O ciclo encarnacional e reencarnacional tinha que ser explicado, gerando um
conceito de carma e darma entre os ciclos até a purificação completa da alma em relação às suas experiências no plano físico de cada planeta ou sociedade. Este conceito foi, na verdade, implantado depois que as diferentes facções inseriram os clones no auge dos conflitos, como meio de multiplicação da espécie frente ao quase extermínio. Posteriormente, quando a tecnologia de clonagem gerou super-raças com capacidades geneticamente adaptadas aos interesses, fossem eles para guerra ou o aperfeiçoamento da raça, era necessário o seu controle, criando através de nanotecnologia os chamados nanites, um meio de controle que fosse satisfatório e ao mesmo tempo um perfeito holograma. Foi dessa forma que inseriram a religião na maioria das civilizações tanto humanas, humanoides, reptilianas como nas insectoides, gerando o aprisionamento encarnacional dentro do conceito do bem e do mal.

O setor da Constelação de Órion representou e ainda representa um verdadeiro berçário de estrelas e planetas a serem colonizados e utilizados no desenvolvimento da vida, não apenas pelas Federações, mas pelos Filhos Paradisíacos. Nos últimos 5,6 bilhões de anos pela contagem terrestre, mais de 1.200.000 Filhos Paradisíacos entraram no processo de desdobramento para gerar experiências no sistema central de Órion no entorno das suas principais estrelas, tendo como foco a Super Gigante Betelgeuse, e posteriormente as outras não menos importantes Belatrix, Rigel, Mintaka, Alnilan, como foco de seus projetos desdobrados em Eu Sou, Almas e consequentemente em Fractais de alma, gerando novos ciclos de experiências até as realidades de 3D.

Quando Sarathen percebeu esse importante desdobramento, a sua intenção foi retê-los ao máximo, para conseguir chegar a seus irmãos através de seus fractais e criar os clones da linhagem direta e indireta desses Filhos Paradisíacos, podendo alterar o projeto e intensificar seus interesses no palco político do jogo de xadrez cósmico. Qual a melhor forma de deixar uma sociedade dependente ou presa, se não atuar diretamente dentro do contexto da consciência de uma sociedade por completo. Dessa forma, foram criados e sustentados hologramas através das religiões, baseadas em fatos reais do desdobramento da alma e da consciência nos diferentes níveis de evolução, mas criando mecanismos de controle e estagnação. Uma delas foi deixar a sociedade presa e dependente da tecnologia, fazendo com que o poder da mente e do espírito fossem abandonados. As raças que mais foram afetadas por este conceito de manipulação, foram justamente as de mentalidade linear, como as reptilianas e as insectoides, que possuem um sistema endócrino e emocional bem menor do que os mamíferos, detentores de um processo emocional mais voltado para a lógica pura sem emoções.

Portanto, nestas sociedades, o controle através de nanites na sua estrutura genética foi muito mais simples, inseridos através das misturas de respiração, alimentação, líquidos. Qualquer meio de contaminação era empregado para gerar uma sociedade apática e mentalmente estabilizada dentro dos parâmetros projetados pelas equipes de Sarathen.
Com esta técnica, Sarathen conseguiu contaminar e desviar uma grande parte da sociedade reptiliana para seu lado no jogo de xadrez cósmico, principalmente entre as frequências de 3D e 4D, criando um desequilíbrio entre as civilizações. A raça humana contendo uma parte significativa de planetas e sociedades residindo dentro desse mesmo patamar de frequência material, também ficou vibrando no mesmo padrão de polaridade. E sem perceber, entrou na linha de disputa de poder e controle evolutivo contra os seus opositores, participando, portanto, desse jogo de xadrez cósmico sem perceber e sem evoluir para além do mesmo jogo.

Após a inserção de bilhões de indivíduos na sociedade no decorrer da guerra e dos conflitos entre as raças reptilianas e humanas, havia um número de indivíduos criados através das diversas técnicas de clonagem que não podiam ser absorvidos pela sociedade existente, pois inicialmente eram indivíduos criados para uma guerra ou genocídio
entre os combates. As armadas de ambos os lados, através da tecnologia dos nanites, permitia a construção de milhões de naves em poucos meses, utilizando um conceito humano de linha temporal. O mesmo era válido para os reptilianos e as perdas dos indivíduos colocados na linha de combate eram absurdas para o conceito terrestre de valores. Dessa forma, após a intervenção do Comandante Onara e de outros membros da Supra Confederação no auge da destruição
na guerra de Órion, ocorreu a paralisação da grande guerra, pois esta estava colocando em risco a estabilidade gravitacional da Via láctea, pois estavam sendo empregados armamentos com a capacidade de desintegrar estrelas do tamanho do Sol em uma Super Nova em minutos, destruindo diversos sistemas solares simplesmente para dizimar
outras civilizações. Ao chegar a esse patamar de desequilíbrio, Onara resolveu intervir, até mesmo a pedido do Conselho Shamuna. O auge dessa guerra nunca foi atingido, pois houve uma poderosa intervenção com a tecnologia da Supra Confederação, inutilizando todos os meios de agressão e destruição das linhas de confronto. Onara, Yaslon
Yas, Alcon, Aryel, Metraton, Micah, impuseram uma capitulação e negociações de paz, gerando a formatação posterior das diferentes federações e coalisões de poder.

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