DNA SE COMUNICA COM O UNIVERSO

Por Grazyna Fosar e Franz Bludor – TRADUZIDO E ADAPTADO ESPECIALMENTE PARA O PORTAL SHTAREER

Neste artigo, vocês poderão observar a interação entre os diferentes reinos, dimensões e consciências através de nosso DNA e compreender melhor como atua e se baseia as técnicas da Rometria transmitidas através da Ordem Santa Esmeralda e nossos amparadores da espiritualidade.

Quanto mais velha nossa civilização é, mais curiosos nos tornamos. Temas como telepatia, autocura, técnicas de afirmação, teletransporte, transe, meditação etc., fascinam não apenas os pesquisadores, mas também as pessoas comuns, que se confrontam cada vez mais com tais fenômenos da consciência. Todos esses termos têm algo em comum – trata-se de transmissão remota de matéria, informação ou apenas luz. Os mais recentes experimentos científicos abrem perspectivas completamente novas para que possamos entender essas habilidades da consciência e romper com nossa visão de mundo atual. E as mudanças são sempre positivas. Nesse caso, é necessário que você comece a pensar.

DNA e genética de ondas

Nosso DNA pode pensar? Até agora, tudo o que sabemos é que em cada célula do nosso corpo carregamos uma molécula gigante orgânica chamada DNA. É o portador do código genético e, a partir dele, formam-se todos os genes responsáveis pela construção do nosso corpo. Por muito tempo acreditou-se que isto foi feito bioquimicamente. O DNA forma um enorme filamento duplo, onde a informação genética é codificada.
Mas cientistas russos descobriram que o DNA pode fazer muito mais. Quase 90% desta molécula não é necessária para a síntese de proteínas, mas é usada para comunicação e armazenamento de informações. E aqui a genética das ondas certamente ainda tem muito a ser estudada. Pode-se supor que esses resultados são muito mais abrangentes do que podemos estimar hoje.

A forma característica da dupla hélice faz do DNA uma antena eletromagnética ideal. Por um lado, é alongada e, portanto, uma antena que pode muito bem absorver os impulsos elétricos. Por outro lado, vista de cima, uma antena magnética muito boa. Desta forma, o nosso DNA pode absorver a radiação eletromagnética (luz) do meio ambiente. E o que acontece com a energia absorvida? Ela é simplesmente armazenada no DNA por meio da vibração da molécula, com uma frequência natural de 150 megahertz.

De acordo com a pesquisa de Pjotr Garjajev e sua equipe, o DNA não é apenas o transmissor e receptor de energia eletromagnética, mas também absorve e interpreta as informações contidas na radiação. O DNA é, portanto, um biochip altamente complexo, interativo e baseado em luz, com 3 gigabits de capacidade de armazenamento, capaz de compreender a fala humana.

As descobertas da genética de ondas são revolucionárias e provocativas. No entanto, para se comunicar com o DNA, não é necessário ser capaz de falar “DNAicamente”, mas simplesmente usar sua língua materna. O DNA entende tudo. Comunica-se em um nível sintático e semântico que é comum a todas as linguagens humanas. Por isso, usa para comunicação um código que poderia ser chamado de idioma original da humanidade.

Com a ajuda da genética de ondas, pode-se realizar mudanças genéticas sem os perigos conhecidos da genética convencional. Isso significa, por exemplo, reparar defeitos genéticos, estimular células cancerígenas a se curarem, etc. O “remédio” não é, neste caso, uma droga, mas uma informação. Para alimentar esta informação de cura no DNA, não é preciso decifrar o código de DNA de antemão, mas pode-se usar frases completamente normais da linguagem humana cotidiana.

Também temos a oportunidade de finalmente entender como as sugestões funcionam. Especialmente os pais devem, portanto, prestar muita atenção ao que dizem aos seus filhos. As crianças não apenas aprendem padrões de comportamento por meio da cópia, mas também são programadas no nível do DNA. Nosso DNA possibilita o treinamento autogênico, hipnose, afirmações positivas, autossugestão, transe, meditação etc.

Telefone celular e DNA, fique atento e se informe!

Se o DNA em cada uma de nossas células também armazena, processa, interpreta e eventualmente reflete informações transmitidas, o que acontece conosco quando andamos pelo ambiente todos os dias em contato com o lixo de radiação presente em todos os locais?

A tecnologia de comunicação móvel de hoje utiliza frequências na faixa de microondas de alta frequência. Eles não são apenas perigosos na medida em que essa radiação pode sobreaquecer o tecido do corpo.

Mas o segundo perigo ainda é pouco conhecido e não se relaciona com as medições conhecidas: as atuais frequências de telefonia móvel estão na faixa de cerca de 900 e 1800 megahertz, respectivamente. No entanto, esses números são múltiplos de 150 megahertz, de modo que o DNA é ressonante a essas frequências e, portanto, não só recebe a energia da radiação do telefone celular, mas também a informação contida nas conversas transmitidas!

Isso também funciona perfeitamente com o baixo poder de transmissão dos telefones celulares modernos. Parece mesmo que este efeito ocorre particularmente forte em baixa potência de transmissão de telefones móveis, já que a radiação biológica de nós seres humanos e outros seres vivos também possuem uma intensidade muito baixa. Aparentemente, a ressonância pode ser produzida em um nível de intensidades similares.

Lembre-se, quando você passar por uma das muitas torres de transmissão, seu DNA será alimentado com informações de inúmeras ligações telefônicas. Como alguém pode se sentir bem com esse lixo radioativo? Mesmo que você não possua um telefone celular, você está constantemente sendo impactado por este lixo radioativo.

O efeito do DNA fantasma

Garjajev e seu colega, o físico quântico Vladimir Poponin, conduziram uma experiência sensacional. Uma amostra de DNA foi irradiada com luz laser e transmitida num monitor padrão de onda típica. No entanto, se eles removessem a amostra, esse padrão não desaparecia, mas uma estrutura regular permaneceu, como se ainda houvesse uma amostra de matéria. O efeito pode ser repetido a qualquer momento e agora é chamado de efeito DNA fantasma. A explicação científica para isso implica que o próprio DNA parece ter criado um padrão de perturbação no vácuo. Esses padrões no vácuo, causados pela presença de matéria viva, podem, em casos extremos, durar vários meses.

O efeito do DNA fantasma pode nos ajudar a entender os processos relacionados à morte humana. Especialmente para as pessoas que permanecem na nossa realidade e fazem o seu trabalho de luto, é importante saber que após a morte de uma pessoa toda a informação sobre o que ele era, o que ele sentiu, pensou e fez, ainda permanece durante algum tempo. À medida que aprendemos a lidar com essa informação de maneira mais consciente e cautelosa, ela pode ser de grande valor terapêutico. É bem conhecido que muitos terapeutas experimentam problemas quando uma pessoa procura ajuda depois de perder um ente querido. O distanciamento necessário do falecido, como sabemos agora, é dificultado pela presença de informações sutis em nossa realidade, que, para o DNA e o subconsciente dos enlutados, constantemente tornam a perda muito dolorosa. Aqui é necessário que se faça algum trabalho em seu campo áurico. Além disso, seu DNA pode ser influenciado pelo poder da palavra.

Como tudo na vida, a genética das ondas também tem dois lados. Garjajev e seus colegas conseguiram reprogramar células geneticamente para outro genoma. Em suma, eles conseguiram transformar sapo em embriões de salamandra. Novamente apenas pela transmissão eletromagnética de padrões de informação.

A genética de ondas já toca na estratégia da criação. Pelo menos, é uma chave para as forças formadoras de forma do campo morfogenético. O perigo potencial por trás do uso abusivo de tal tecnologia poderosa é impossível de ser avaliado.

A onda de luz do DNA – Soliton

O armazenamento de luz e informação no DNA ocorre na forma de uma onda de luz especial, que também é chamada de onda soliton e que envolve a molécula de DNA. É uma forma de onda não linear que segue leis muito complicadas, a chamada grade Fermi-Pasta-Ulam. Uma onda soliton é uma unidade dinâmica independente que se assemelha a uma partícula de matéria.

Três cientistas, Enrico Fermi, John Pasta e Stanislaw Ulam, usaram ondas de soliton para estudar processos não-lineares na natureza. Eles também descobriram o chamado “princípio de aparência e retorno”. É uma questão relativamente complicada que não vamos discutir mais detalhadamente aqui.

As ondas Soliton são extremamente duráveis e dificilmente mudam de formato. Elas são, portanto, predestinadas a armazenar padrões de informação por um longo período de tempo e transportá-los por longas distâncias. Presumivelmente, muitos potenciais humanos não esgotados estão escondidos nessa onda de luz.

Hipercomunicação

Nosso DNA é capaz de se comunicar com o DNA de outras pessoas ou, mais geralmente, com outras criaturas. Essa comunicação ocorre fora do espaço-tempo, através do hiperespaço de dimensão superior e, portanto, também é chamada de hipercomunicação. O DNA usa buracos de minhoca conectados diretamente à molécula de DNA. Em primeiro lugar, o físico John Wheeler se referiu aos “wormholes” como canais de conexão microscópicos através do hiperespaço criado pela flutuação do vácuo quântico.

Os padrões de informação que o DNA recebe dessa maneira são armazenados na onda soliton. Atua como uma onda transportadora de DNA.

A coisa mais surpreendente sobre a hipercomunicação é que ela claramente não tem limitações ou serve a um propósito específico. Pelo contrário, representa uma interface para uma rede aberta – uma rede de consciência ou vida.

Assim como a internet, o DNA pode: alimentar esta rede com seus próprios dados, recuperar dados desta rede e fazer contato direto com outros participantes da rede.

Assim, ela pode ter sua própria “homepage”, pode navegar na Internet e “conversar” com outros participantes. A informação genética de diferentes seres vivos também pode ser trocada dessa maneira. A hipercomunicação é, portanto, a primeira interface cientificamente verificável através da qual as diferentes formas de inteligência no universo estão interligadas.

A conscientização do grupo surge como uma aplicação particularmente importante da hipercomunicação, ou seja, a possibilidade de os indivíduos de um grupo animal ou humano agirem juntos de maneira coordenada. Mas, como as descobertas mostram, os efeitos da hipercomunicação são muito mais abrangentes. As consequências para o entendimento da aprendizagem humana são imensas.

Afinal, nosso corpo humano é composto de células que contêm uma molécula de DNA. Sabemos agora que desta forma estamos constantemente expandindo bilhões de sondas de comunicação. Isso escapou do nosso sentimento consciente até agora – ou, não?

Fala-se em criatividade, na capacidade de pensar “fora da caixa”, na fantasia de construir realidades virtuais que mais tarde poderiam ser traduzidas em realidades tangíveis. Mas a faísca crucial, a inspiração, a descoberta real, nunca foi o resultado de processos de pensamento lógicos e racionais. Sempre parece surgir de repente do nada.

Essa informação fluiu através dos canais de hipercomunicação do DNA? Se sim, de onde? E tal afirmação pode ser provada?

A última pergunta deveria ser a mais difícil de responder. A ciência requer como prova a experiência repetida em condições de laboratório. Mas é possível induzir criatividade ou inspiração em laboratório e, assim, criar conhecimento desconhecido em um ser humano?

Esta questão é um desafio real, mas também pode ser abordada, pelo menos de alguma forma, com os métodos científicos de hoje.

A hipercomunicação atua diretamente no cérebro e nas células do corpo, fora dos cinco sentidos conhecidos (ou começa a partir deles) e assegura que, por exemplo, grupos de animais possam agir de maneira coordenada. Um exemplo são as formações estáveis nas quais muitas aves migratórias voam ou o comportamento coordenado dos formigueiros.

A hipercomunicação, portanto, também fornece a chave para a consciência grupal. É uma estrutura de consciência que transcende o indivíduo e permite a ação do grupo. Que nós também humanos temos uma consciência de grupo, há muito que se suspeita. Na maioria dos casos, no entanto, nos encontramos em um nível inconsciente muito profundo (inconsciente coletivo de acordo com CG Jung ou campo morfogenético de acordo com Rupert Sheldrake). A hipercomunicação ocorre espontaneamente em algumas pessoas, como por exemplo, em estados alterados de consciência, como transe, telepatia ou o controverso fenômeno da canalização. Em todos esses casos, as pessoas recebem informações que não poderiam ter obtido por meios convencionais.

Para podermos usar conscientemente a hipercomunicação, não temos escolha a não ser alcançar um nível mais alto de consciência – uma síntese da consciência grupal e da individualidade.

Em um caminho espiritual, estamos apenas começando a seguir essa direção. Pode ser que ainda sejam pequenos e incertos, mas em certo estágio da evolução técnica de uma civilização, esse desenvolvimento é necessário.

DNA Fractal

A estrutura da onda soliton causa numerosas repetições e auto similaridades no código genético do DNA, como enfatiza Pyotr Garjajev. Isso significa que a informação do DNA nas células é lida de forma não linear, da maneira como nós humanos lemos um livro. Em vez disso, o processo de leitura vai para frente e para trás, para cima e para baixo, às vezes retornando ao ponto de partida.

A comunicação do DNA também segue as leis fractais. Não é local, isto é, o DNA pode se comunicar com portadores de informações distantes sem estar preso ao espaço-tempo. Este efeito remonta a um famoso paradoxo na história da ciência, o chamado paradoxo de Einstein-Podolski-Rosen, paradoxo do EPR. Ele diz que duas partículas de matéria que estavam juntas uma vez e depois separadas, permanecem conectadas para sempre. Se uma das duas partículas experimenta uma mudança mais tarde, a outra reage instantaneamente, mesmo que as duas partículas estejam a anos-luz de distância.

De fato, a estrutura fractal da onda de DNA-soliton, diz Garjajev, permite que o DNA se comunique com portadores de informação distantes, possivelmente até do espaço exterior. A não-localidade desta forma de comunicação quebra a conhecida lei de causa e efeito. Garjajev escreve: “Causa e efeito não são separados pelo tempo, quando o tempo pode ser entendido como uma forma de organizar cadeias de eventos. Isso requer uma estrutura de tempo fractal complicada, e é por isso que Einstein não percebeu isso.”

De acordo com Garjajev, essa não-localidade quântica é uma função-chave da auto-organização da matéria viva. Ele também vem para formas não físicas de comunicação como telepatia. Com a ajuda da comunicação EPR, grandes quantidades de dados podem ser transmitidas em pouco tempo, por exemplo: digitalização automática rápida da polarização de fótons.
Surge então a questão: por que nem sempre comunicamos e percebemos as pessoas dessa maneira? Por que nosso corpo desenvolveu um sistema nervoso que funciona a uma velocidade de 8-10 m/s. Pyotr Garjajev sabe o motivo: a comunicação EPR é muito rápida para ser processada em nossa consciência.

O que isso significa para nossos anseios, desejos e sonhos? O universo pode nos localizar para entregar o nosso “pedido”, por assim dizer?

Biometria cósmica

A resposta é definitivamente sim. Primeiro, do paradoxo do EPR, sabemos que, em certo sentido, estamos sempre conectados aos nossos pensamentos, mesmo que os deixemos ir emocionalmente.

Talvez você não tenha percebido que tem dois nomes. Um, é claro, é o nome civil que aparece na sua certidão de nascimento. O segundo já foi concedido a você um pouco antes. É o seu nome genético, ou melhor, o seu código de onda genético pessoal, uma impressão digital distintiva de sua personalidade, como Pjotr Garjajev coloca na “língua original da humanidade”.

Chegamos agora a outro paradoxo extremamente interessante. Para entender o nome genético, tivemos que nos basear na ciência do século XXI, que é orientada para o futuro. Para o nome de registro, por outro lado, temos que recorrer ao conhecimento antigo – filosofia hermética, sistemas cabalísticos e numerológicos.

Ao habilmente reunir os dois componentes, eles fornecem um sistema infalível para nos localizar na matriz (nossa realidade). O nome genético é mais global-cósmico, no sentido do paradoxo EPR, enquanto o nome de registro é local. A vibração deste nome gera, portanto, um microclima muito especial nas proximidades do transportador, o que favorece a realização de certas áreas do ser e dificulta outras.

Já chegamos um passo além da mera realização de desejos. Vemos que a biometria cósmica determina seu lugar na vida, mas não no sentido de um destino predeterminado, mas na forma de uma matriz pessoal. O homem ainda possui relativa liberdade para moldar sua vida dentro dessa matriz – desde que ele conheça sua estrutura.

Fisicamente, é provável que essa matriz básica da vida se expresse na matéria escura, especialmente no campo do axônio cósmico. É um campo de informação que idealmente preenche as condições de comunicação de DNA mencionadas por Pyotr Garjajev e pode ser considerado como uma interface para o campo morfogenético.

De certo modo, somos todos atores em um gigantesco espetáculo cósmico onde o universo testa suas possibilidades. Isso significa que cada um de nós segue seu próprio caminho. Portanto, faça sua parte!


Fonte
https://www.fosar-bludorf.com/home/publikationen/artikeldetailseite/dna-kommuniziert-im-universum