COVID-19, JOGO POLÍTICO E ALIANÇA GALÁCTICA

Neste vídeo, Rodrigo Romo faz um panorama das diversas fontes e teorias sobre a origem do vírus e explica o papel da Aliança Galáctica nas mudanças planetárias.

IMPORTANTE: O vírus mencionado nas vacinas para animais não tem nenhuma ligação com o Covid-19. Portanto, não há qualquer ligação ou risco de transmissão para humanos. ABANDONAR ANIMAIS É CRIME. CONSULTE SEMPRE UM VETERINÁRIO.

O lavantamento abaixo sobre o Coronavirus foi feita por Rodrigo da Silva em seu Twitter: https://twitter.com/rodrigodasilva. Faça também suas pesquisas e questione as informações.


A culpa pela pandemia de Coronavírus no mundo tem nome e sobrenome. É do Partido Comunista Chinês. E se você ainda tem alguma dúvida a esse respeito, precisa dar uma lida nessa thread:

  1. De acordo com oficiais chineses, o primeiro caso de COVID-19 aconteceu no dia 17/11/19 e o primeiro indivíduo a testar positivo para a doença apresentava sintomas em 8/12/19. Segundo o The Lancet, o paciente zero foi exposto ao vírus no dia 1/12/19.

https://www.msn.com/en-us/news/world/the-first-covid-19-case-originated-on-november-17-according-to-chinese-officials-searching-for-patient-zero/ar-BB119fWJ

  1. A falta de condições sanitárias de um mercado de animais silvestres em Wuhan, prática comum num país que não oferece segurança alimentar, foi fundamental para o surto. Só depois do SARS-CoV-2, tardiamente, o governo chinês prometeu acabar com a prática.

https://edition.cnn.com/2020/03/05/asia/china-coronavirus-wildlife-consumption-ban-intl-hnk/index.html

  1. Um artigo publicado em 2007 por médicos de Hong Kong já alertava que havia reservatório de coronavírus em morcegos e que o hábito do sul da China de “comer mamíferos exóticos” era uma “bomba relógio”.
    Mas essa bomba não se resume à vigilância sanitária.

https://cmr.asm.org/content/20/4/660

  1. A China é uma ditadura sem liberdade de expressão, de imprensa, política e religiosa, com ativistas de direitos humanos reiteradamente presos, torturados e condenados a campos de trabalho forçado. Foi nesse país que o SARS-CoV-2 se espalhou.

https://oglobo.globo.com/mundo/human-rights-watch-china-ve-os-direitos-humanos-como-uma-ameaca-existencial-24189913

  1. Em 2002, as informações sobre um outro coronavírus, o SARS-CoV, foram reprimidas pela ditadura chinesa, condenando centenas de pessoas à morte. Tardiamente, o Partido Comunista admitiu os erros e demitiu o ministro da Saúde e o prefeito de Pequim.
  1. Como a preocupação de ditaduras é com a estabilidade do regime, e não com o bem-estar da população, sem enfrentar grandes resistências, o governo chinês teve com o SARS-CoV-2 os mesmos incentivos para novamente negligenciar uma pandemia de coronavírus.

http://www.ejinsight.com/20200124-why-the-dictatorship-makes-a-deadly-virus-even-worse/

  1. No dia 30 de dezembro, quando a COVID-19 adoeceu 7 pacientes em um hospital de Wuhan, e um médico, Li Wenliang, tentou avisar outros médicos, a polícia chinesa o obrigou a assinar uma declaração de que seu aviso constituía “comportamento ilegal”.
  1. Li Wenliang e outros sete médicos de Wuhan foram obrigados a assinar um documento admitindo “espalhar mentiras”. Isolado no trato de seus pacientes, sem amparo oficial, Li acabou contraindo coronavírus e falecendo, aos 34 anos. https://foreignpolicy.com/2020/02/15/coronavirus-xi-jinping-chinas-incompetence-endangered-the-world/
  1. Entre o início de dezembro e 19 de janeiro, o Partido Comunista Chinês minimizou o surto a um problema local, limitado a um pequeno número de clientes de um mercado de Wuhan. Qualquer que fosse a causa da doença, “não era nada parecido com SARS”. https://www.scmp.com/news/hong-kong/health-environment/article/3044723/six-more-hong-kong-patients-hospitalised-over
  2. Ainda em 26 de dezembro, um técnico de um laboratório contratado por hospitais disse que sua empresa recebeu amostras de Wuhan e chegou a uma conclusão impressionante: as amostras continham um novo coronavírus com uma similaridade de 87% com a SARS. https://www.independent.co.uk/news/world/asia/coronavirus-china-outbreak-wuhan-who-latest-a9313241.html
  3. No dia 24 de dezembro, uma amostra do SARS-CoV-2 retirada de um paciente foi enviada a um laboratório para o sequenciamento do genoma. Os resultados estavam prontos 3 dias depois, mas as autoridades de Hubei ordenaram que as amostras fossem destruídas. https://www.bbc.com/news/world-asia-china-51362336
  1. Em janeiro, a polícia ainda controlava as informações, tratando o coronavírus como um boato. Em Wuhan, esse era o discurso oficial:
    “A polícia apela a todos os internautas para não fabricarem rumores, não espalharem rumores, não acreditarem em boatos”. https://www.washingtonpost.com/world/2020/02/04/chinese-doctor-has-coronavirus/
  1. Cabe lembrar que o Partido Comunista promove o maior ato de restrição à liberdade de expressão da História. 50 mil censuradores participam do processo de controle da internet no país, conhecido como o Grande Firewall da China. https://gking.harvard.edu/publications/how-censorship-china-allows-government-criticism-silences-collective-expression
  2. Na China, são oficialmente proibidos serviços como Gmail, Google, Facebook, Youtube, Wikipedia, Reddit, Instagram, Twitter e WhatsApp. Como o governo monitora os aplicativos permitidos, controla todo o conteúdo online e o tráfego de informações. https://en.wikipedia.org/wiki/Websites_blocked_in_mainland_China
  3. O Partido Comunista também controla todas as redações de jornal do país. Segundo a Reporters Without Borders, em 180 países listados, a China é o 177º em liberdade de imprensa. Não há acesso no país à BBC, NYT, The Guardian, WSJ, Reuters, TIME, NBC… https://rsf.org/en/ranking_table
  4. Controlando a internet e os veículos de imprensa, o Partido Comunista Chinês não teve qualquer dificuldade em atrapalhar o fluxo de informações da população sobre o coronavírus, colaborando ativamente para que o surto se transformasse numa pandemia.
  1. Li Wenliang, o médico whistleblower do início dessa thread, só foi liberado da prisão em 3 de janeiro, depois que assinou um documento assumindo a prática de “atos ilegais”. Li contou à CNN que sua família se preocuparia se ele perdesse a liberdade. https://edition.cnn.com/2020/02/03/asia/coronavirus-doctor-whistle-blower-intl-hnk/index.html
  1. Outro médico, Wang Guangbao, admitiu mais tarde que a especulação sobre um vírus semelhante à SARS era forte nos círculos médicos no início de janeiro, mas que as detenções dissuadiram muitos, inclusive ele próprio, de falar abertamente a respeito. https://www.washingtonpost.com/world/2020/02/01/early-missteps-state-secrecy-china-likely-allowed-coronavirus-spread-farther-faster/
  1. Em fevereiro, dois jornalistas chineses, Fang Bin e Chen Qiushi, desapareceram depois de trabalharem na cobertura do coronavírus em Wuhan e denunciarem as supressões de informações do governo. Qiushi entrou no topo da lista da One Free Press Coalition. https://www.bbc.com/news/world-asia-china-51486106
  1. A China só declarou emergência em 20 de janeiro. Quando Wuhan foi isolada três dias depois já era tarde: o vírus estava sendo espalhado por todo país, levado pelos 400 milhões de chineses que se preparavam para viajar para comemorar o Ano Novo Lunar. https://en.wikipedia.org/wiki/2020_Hubei_lockdowns
  1. Durante quase 2 meses, enquanto o vírus se alastrava, o Partido Comunista Chinês aprisionou e intimidou médicos e jornalistas, controlou o fluxo de informação, minimizou os riscos do surto, não ampliou leitos de UTI, nem combateu mercados silvestres.
  1. Xi Jinping, presidente da China, comentou publicamente pela primeira vez sobre a SARS-CoV-2 apenas no dia 20/01, mas já no dia 7/01, 13 dias antes, durante uma reunião do partido, ele admitiu, num discurso interno, conhecimento “do novo coronavírus”. http://www.qstheory.cn/dukan/qs/2020-02/15/c_1125572832.htm
  1. Nesses 13 dias, enquanto negava o surto, o Partido Comunista organizou duas grandes reuniões em Hubei e reuniu mais de 40 mil famílias num banquete em massa em Wuhan, na tentativa de bater um recorde mundial. Xi Jinping poderia ter evitado a pandemia. https://edition.cnn.com/2020/02/17/asia/china-coronavirus-xi-jinping-intl-hnk/index.html
  1. Apenas no dia 4 de fevereiro, assim como com a SARS em 2002, o Partido Comunista Chinês admitiu as “deficiências e dificuldades na resposta à epidemia”, e prometeu “melhorar nossas habilidades em lidar com tarefas urgentes e perigosas”. https://www.bbc.com/news/world-asia-china-51362336
  1. Mesmo dois meses depois do surto começar, depois da OMS pedir repetidamente às autoridades chinesas dados sobre a saúde dos profissionais médicos de Wuhan, o governo chinês ainda tinha dificuldade em ser transparente com a comunidade internacional. https://www.washingtonpost.com/world/asia_pacific/world-health-organization-china-not-sharing-data-on-health-care-worker-coronavirus-infections/2020/02/26/28064fda-54e4-11ea-80ce-37a8d4266c09_story.html

Um canal do Youtube que tem feito um trabalho investigativo intenso é o EDGE OF WONDER, levantando várias incongruências sobre o novo vírus e as notícias que têm sido divulgadas:

Assista a playlist completa (em inglês – é necessário ativar as legendas automáticas nas configurações do vídeo):