Federação Interestelar e Pleiadiana

Amigos e alunos,

Este é um dos textos antigos que disponibilizamos para estudo. Trata do jogo político estelar entre os diversos grupos de Plêiades, suas diferentes raças e interesses, além dos grupos exilados de colonizadores e pesquisadores que vieram para a Terra e acabaram por experenciar seus processos encarnacionais. 

 

Um ponto a ser esclarecido é relacionado a duas facções que foram montadas e sustentadas até o presente momento dentro das delegações provenientes da constelação de Plêiades. Inicialmente devem entender que Plêiades é uma constelação com aproximadamente 350 estrelas, dentro de um conglomerado de poeira e nuvem estelar semiaberto, um verdadeiro berço de estrelas e de planetas de diversas qualificações. Dentro de toda essa estrutura, existem diversas raças que utilizam tecnologia espacial e outros tipos de tecnologia. Esse grupo viria a formatar a Federação Unida dos Planetas dentro desse conglomerado e posteriormente iria se anexar à Federação Intergaláctica, que já possuía integrantes de outros sistemas estelares e constelações. No entanto, dentro das disputas de poder entre as raças adâmica de Ária e a dos Semitas, devido às guerras, acabou-se criando duas facções políticas. Portanto, a Federação Pleiadiana está relacionada à raça ariana de Ária que dentro de 3D a 5D formatou a realidade do novo império Pleiadiano. Essa estrutura não reconhecia na totalidade a idoneidade da Federação Interestelar e da Unida de Planetas, justamente por questões de ordem político racial. As diferenças de ordem política eram na verdade baseadas no pré-conceito relativos às diferenciações raciais e das diversas etnias dos grupos que já controlavam o poder tecnológico e colonial dentro dessa constelação.

Existiam muitas formas de vida além da humana, que já estavam sustentando a sua respectiva dualidade e poder cocriacional dentro do que poderíamos colocar como harmônico e desarmônico. Isso gerou competividade e com isso a disputa de poder e a vontade natural de escravizar seus concorrentes, o que levaria à guerra e confrontos de diversos aspectos. O conglomerado de Plêiades sustenta até o presente momento, etnias raciais de insectoides e derivações de seres alados muito anteriores ao surgimento da espécie humana. Isso fez com que a dualidade e disputas pelo espaço dentro das colonizações dos Arianos e dos Dracos se tornassem bem complexas e cheias de situações de disputa de poder e de guerras pela posse de planetas e tecnologia dos seres que já existiam antes deles. Assim, o histórico interno desse conglomerado é bem mais profundo do que se relata nos livros canalizados dos emissários das Plêiades.

Esse fator por si já ajudou a formatar grupos de federações internas no conglomerado estelar e ao mesmo tempo diferentes posições políticas dentro do histórico dos povos internos. Assim, a Federação Pleiadiana acabou por se formatar a partir dos povos internos e não dos externos como muitas pessoas imaginam, justamente por existirem muitas federações estelares. Na verdade, cada constelação criou em seu processo no desenvolvimento uma equivalência à federação interplanetária unida de planetas anexados. Somente com o tempo esses grupos acabariam por formatar o que vocês entendem erroneamente de Federação Interplanetária. Esta, por sua vez, acabou sendo anexada pela Federação Interestelar Galáctica, que já possuía diversos grupos estelares dentro de sua formatação política e militar. Em outro ponto em paralelo existiam as casas de comércio que tinham a proteção das diferentes federações e os interesses coloniais de expansão.

Dentro de Plêiades existiam cerca de 4 grupos de poder, ou seja, 4 federações por assim definir, com poder de comando e disputa de planetas e interesses políticos diferenciados, que disputavam comercialmente a exploração de diversos mundos. Essas 4 federações tinham acesso a cerca de 640 planetas e astros dentro do conglomerado, de onde acabavam extraindo os recursos minerais e básicos para a sua expansão. Esses mundos estavam dentro do conglomerado e representavam o universo tangível deles entre 3D a 7D. Os recursos que nele existiam, serviam de base para todo o processo operacional tecnológico e espiritual dos diversos grupos de atuação da época. Neste conglomerado estavam contidos os Portais estelares de comunicação com outras localidades, que só mais tarde viriam a ser explorados pelos grupos que tinham atingido maior percepção espiritual e científica em relação às outras realidades paralelas deles mesmos.

Devido à condição genética especial do fractal adâmico existente nos Arianos e nos Semitas derivados do experimento Draco, esses 2 grupos com o tempo relativo deles, acabaram imperando na escala evolutiva e se destacando dos outros grupos. Com o tempo os experimentos genéticos e a seleção natural, acabaram criando uma ligação maior com os povos de Plêiades e unindo os grupos, mas para isso, antes, muitas guerras foram necessárias. Os Dracos acabaram em seus experimentos guiados por Satã, por absorver o DNA e o genoma de outros povos internos de Plêiades, para gerarem com isso uma outra raça independente, que tinha por objetivo evolucionar os insectoides e seres alados, além de uma ramificação de anfíbios. Desses experimentos surgiram variações de seres ligados aos mundos aquáticos e ligações profundas com raças mestiças com os golfinhos e com certos tipos de baleias. Nesse processo também raças com derivação genética humana alada acabaram por se formatar dentro de uma escala bem evoluída em pouco tempo. Todos esses grupos acabariam anexados aos interesses da Federação local interna.

No entanto, os grupos arianos acabaram por se manter isolados e somente uma pequena parcela deles acabou participando desses projetos genéticos. A maior parte criou a sua própria linha temporal e entrou em uma realidade paralela para não ter mais guerras e nem envolvimento político com os outros grupos. Dessa forma, os Arianos acabaram por fundar a sua própria Federação Pleiadiana que acabou por se manter isolada, apesar de manter contato com as outras federações, eles mantêm autarquia própria e isolamento político.

Este processo levou um tempo paralelo ao desenvolvimento da Terra, em planos de 3D a 7D, gerando realidades em paralelo para ambos os lugares. Ambas as federações colocaram na Terra materiais genéticos e grupos de colonização, para gerarem vida e darem continuidade a ela num amplo espectro de interesses políticos e sociais.

A Terra representa, na verdade, um planeta interessante, pois dentro de sua órbita nos 260 mil anos de deslocamento na trajetória, passa pelas proximidades da estrela de Alcyone, que é justamente a mais brilhante de Plêiades. Dentro da órbita de aproximação, a Terra recebeu material e produto dos grupos de Plêiades em várias oportunidades, entre elas o vosso satélite Lunar que é na verdade uma grande nave orbital dos pleiadianos, com centenas de bases e instalações técnicas dos grupos dos Dracos e dos Semitas. Isso acabou por inserir um aumento da dualidade no decorrer das disputas políticas dos grupos residentes e de exílio na Terra.

Luhara era inicialmente o nome pleiadiano dado ao vosso satélite que por vários motivos da derivação linguística acabou se chamando Lua. A Terra recebeu esse satélite para estabelecer uma órbita estável ao redor do Sol Monmatia quando ocorreram as guerras galácticas de Plêiades e isso gerou a destruição de alguns mundos e o desequilíbrio orbital de diversos astros. A passagem de um planeta de dimensões equivalentes à Júpiter nas proximidades da órbita entre Terra e Marte, acabou por gerar sérias alterações sísmicas na Terra. Dessa forma, na ocasião, a Lua foi inserida de forma artificial para estabilizar a órbita terrestre e ao mesmo tempo, inserir uma base operacional permanente ao redor da Terra e dentro do Sistema Solar, como ocorre até o presente momento. Esse planeta que se perdeu da sua órbita original, acabou por ser absorvido pelo sistema de Aldebarã de Touro muito tempo depois e permanece dentro da influência dessa estrela. Ele possuía uma civilização Draco e humana bem desenvolvida que permaneceu nas profundezas desse planeta e criou uma civilização de 4D na sua jornada pelo espaço até ser absorvido por Aldebarã. A viagem desse astro levou cerca de 350 milhões de anos terrenos até ser absorvido e ter a sua órbita estabilizada. No decorrer desse período, foram muitas as gerações que nele se desenvolveram em diferentes linhas do amadurecimento e da tecnologia e entendimento do universo e da própria divindade.

No tempo terrestre, o acoplamento da Lua ocorreu há cerca de 353 milhões de anos terrenos, se forem analisados pelo aspecto do tempo linear de vocês, o que é na verdade um equívoco muito grande, pois os acontecimentos dentro dessa ordem estelar, não podem ser contabilizados pela cronologia linear de tempo. Isso ocorreu muito antes da destruição do planeta Maldek que ficava entre Júpiter e Marte, onde atualmente vocês têm um cinturão de asteroides. Portanto, dentro desse tempo que vocês estão analisando, a Terra e o vosso sistema solar já passaram centenas de vezes pela órbita de Alcyone. A distância que o vosso sistema solar percorre nas proximidades de Alcyone fica em torno a 1,4 anos luz de distância dessa estrela, portanto muito próximo, gerando interferências orbitais e gravitacionais respeitáveis. Isso gera uma profunda mudança de ciclo evolutivo a cada passagem para todos os envolvidos. Portanto, para todos os habitantes dos planetas envolvidos, essa ocorrência é na verdade um salto quântico importante na escala evolutiva e nos desígnios que se seguem ao processo, que dura cerca de 13 mil anos terrenos quando a proximidade é bem marcante entre os dois sistemas solares.

A órbita do sistema solar passa também nas proximidades de Sirius e de Toliman, criando assim o caminho de ligação dos 49 planetas e estrelas ligados à Federação Pleiadiana que se formatou dentro dos interesses políticos dos grupos de Plêiades e dos seus antigos colonizadores, como é o caso do grupo Siriano Alfa e alguns grupos de Beta Sirius. A presença da Lua foi um fator importante dentro das negociações e da influência de Plêiades dentro desses 49 mundos. A ordem dos 49 tem início dentro dessa situação política, quando a presença da Lua terrestre serviu de base para inserir os interesses dos pleiadianos dentro de 49 sistemas planetários no decorrer da trajetória da órbita do sistema solar de Monmatia.

O processo colonial do planeta Nibiru, de onde os Anunakis são procedentes, ocorreu a partir da transferência de Dracos do planeta viajante que se perdeu e foi absorvido por Aldebarã. Muitos seres acabaram por escolher Nibiru devido às condições equivalentes e à distância dentro da trajetória de aproximação entre ambos os planetas. Isso se deve ao fato da órbita de Nibiru perfurar em 30 graus o eixo equatorial do vosso sistema solar, o que fez com que no momento do translado, Nibiru estivesse quase no ponto de intersecção da Terra há cerca de 8 unidades astronômicas, permitindo assim o transbordo por naves de mais de 20 mil refugiados para Nibiru. Isso viria a criar a civilização de Nibiru e a posterior raça dos Anunakis.

Esse fator acabou por fortalecer os interesses da Federação pleiadiana e do intercâmbio com os outros mundos. A parte relativa aos Sirianos gerou profundos interesses, pois Sirius tinha sido responsável em parte pela colonização de Plêiades e tinha enviado várias delegações, e para o alto escalão político de Sirius Alfa, Plêiades era uma colônia protegida pelos interesses sirianos e por diversos acordos da Federação Siriana, que estava negociando anexar Plêiades dentro dos outros grupos políticos estelares, para fortalecer sua posição perante os grupos de Antares e Shaula, ambos de Escorpião. Esta relação viria mais tarde a ter sérias influências políticas contra Sirius, devido ao que foi batizado de Confluência Antares ou Convergência Antares há mais de 1 milhão de anos Sirianos. No entanto, muito antes disso ocorrer, já existiam tensões políticas entre os insectoides de escorpião e os humanos de Sirius. Devemos lembrar que Sirius possui outras raças além da espécie humana. Répteis e insectoides também fazem parte dos povos tutelados e anexados pela federação siriana da época. Esses seres acabaram por fazer parte dos grupos coloniais que foram inseridos em Plêiades no decorrer das expedições. Assim, os 49 mundos acabaram por fazer parte de uma planilha de translado natural da órbita do sistema solar. Dentro da linha temporal dos seres de 5D a 7D da época, os 260 mil anos que o vosso sistema solar demora para percorrer sua órbita são insignificantes e estratégicos para o desenvolvimento das matrizes de vida e das mutações necessárias do genoma de cada raça que estava sendo experienciada pela ordem Lanonadeck e por outros grupos de interesse estelar.

A malha da matriz de controle entre 3D e 7D começou a se estabelecer dentro desse panorama, devido aos problemas de exílio de vários grupos para os 49 mundos e ao mesmo tempo, pela interferência de Satã e de seus colaboradores, pois todos tinham interesses profundos no desenvolvimento de diversos assuntos genéticos e políticos. Os grupos de Orion e Rígel tinham profundo interesse no grupo dos 49 devido ao envolvimento de diversas raças e projetos genéticos. Os Anunakis eram um exemplo disso, pois eles eram o projeto de Satã e de Yawé dentro das Plêiades que estava sendo monitorado desde a sua partida do planeta viajante. Além disso, a presença dos Rigelianos em diversos mundos dos 49 planetas, gerou a presença de muitos reptilianos e insectoides dentro desse grupo. Todos os seres que acabaram, de alguma forma, por marcar presença na Terra dentro de seu histórico colonial.

A federação interestelar, na verdade, acabou por se instalar e se desenvolver na interligação política dos 49 mundos e dos outros conglomerados que tinham interesses políticos e coloniais dentro do grupo dos 49.

O nascimento de diversos grupos coloniais

Cada grupo colonial representa uma estrutura planetária diferenciada, que tem por objetivo o desenvolvimento setorial de diferentes matrizes genéticas. Cada matriz foi desenvolvida pela ordem Lanonadeck com objetivos não apenas coloniais, mas de pesquisa e demais interesses no aspecto genético e psíquico de cada estudo do genoma existente.

Os Exilados Chegam à Terra

Há cerca de 89 mil anos terrenos, chegam à Terra seres que foram exilados de outros mundos, que tinham passado por um processo de dualidade bem marcante. Esses seres já vinham de um processo similar ao terrestre, mas em planos mais sutis. Uma parte desses seres acabou por se negativar a níveis extremos de maldade e de magia na busca do poder sem sentido. Eles acabaram por formatar o que poderia ser definido como cocriaçoes desarmônicas ao universo material deles e a tudo o que estava no externo e no interno. Dentro desses seres podemos citar os grupos de 3 etnias da estrela de Capela, que eram por sua vez descendentes do processo colonial da constelação de Plêiades. Os seres que foram inseridos nos mundos de Capela 4 e 6, eram exilados do processo colonial pleiadiano entre os semitas e os arianos e um outro grupo mestiço deles, que ficava nas proximidades da estrela de Alcyone entre 4D a 6D. Esses seres participaram da grande guerra de Plêiades e de Orion, e fazem parte do processo de dualidade e de formatação da política da federação pleiadiana e estelar desse quadrante.

O tempo quando isso ocorreu não é linear na escala terrestre, mas pode ser enquadrado em termos aproximados há cerca de 1,2 a 1,6 milhões de anos. Esses 3 grupos de poder vieram do processo evolutivo dos antigos seres da estrela de Vega e das colônias de Lira, que por vários motivos escolheram as Plêiades como ponto de escape e nova vida. No entanto, os problemas deles continuaram devido às suas escolhas. A seleção de exílio deles para Capela 4 e 6 ocorreu por vários motivos dentro da seleção natural evolutiva que estava se formatando nas diferentes matrizes de consciência. Capela apresentava as condições ideais em 4D para dar continuidade à proposta desses grupos de aproximadamente 3 milhões de seres. Além disso, a estrela de Capela também recebeu seres de exílio do quadrante da estrela de Orion, Saiph, Rigel e também de Aldebarã de touro, totalizando um volume aproximado de 8 milhões de seres que deveriam entre 4D a 5D dar início a uma nova etapa evolutiva e ao mesmo tempo uma continuidade ao que estava proposto antes em seus mundos e que não tinham conseguido consolidar.

Capela transferiu para o orbe terrestre cerca de 6 milhões de exilados entre 90.400 anos e 89.000 anos na região central do que vocês chamavam de Atlântida, inicialmente no campo astral e depois na fisicalidade. O ponto de chegada foi na verdade um portal astral que estava sustentado em um importante templo e formação de pirâmides construídas pelos antigos anciões dessa cultura. Esse ponto era chamado de Edência que era em homenagem a capital de Orvóton. Essa capital administrativa e tecnológica Edência da Atlântida sustentava na verdade uma ligação de diversos portais e entradas subterrâneas com outros pontos da Terra. Era por esse ponto onde a maior parte das naves chegava para o orbe terrestre entrando na realidade 3D.

Esse portal tem relação com o que vocês chamam atualmente de Portal 11:11. Portanto, os seres de uma outra dimensionalidade entravam de patamares de 6D para 3D através da densificação energética desse portal de Edência. Por esse motivo os exilados e outros povos chegavam por ele. A partir dele a formatação do corpo criogênico e da preparação dos corpos terrestres e do material genético no astral era cocriado e formatado pelo Conselho Cármico da Terra, que denominamos de Conselho dos Anciões da Terra. Eles tinham e ainda têm a qualificação de efetuar o estudo e os preparativos para que os exilados entrassem na Roda de Samsara encarnacional, tanto na fisicalidade humana, quanto de outras formas de vida da Terra e no plano astral.

Além do grupo de Capela, na mesma época a Terra recebeu exilados de Boronak, um planeta que pertencia à influência Siriana nas proximidades do que poderia ser considerado de Sirius Kapa, que era uma colônia avançada de pesquisas genéticas e tecnológicas, que abrigava uma civilização de quase 17 milhões de habitantes há cerca de 3,5 milhões de anos da contagem terrestre. Essa colônia era formada por seres de 6D a 7D, mas que teve muitos problemas com os fenômenos da Convergência de Antares, causando interferências de ordem política e racial sérias. O gradiente de dualidade começou a gerar condições bem complexas, o que acabou por produzir um excedente de seres exilados para a Terra em diferentes épocas, mas na marca de 87.000 anos terrenos eles enviaram para a Terra cerca de 1,2 milhões de exilados de 5D para darem continuidade às suas buscas de cocriaçao desarmônicas com o magismo e a tecnologia sensorial. Aqui temos a chegada de seres de origem Insectoide e alguns de descendência Reptiliana que em parte acabaram por entrar no ciclo encarnacional humano da Terra, sendo que uma grande parte partiu para o ciclo encarnacional das cidades telúricas e intraterrenas também de raça reptiliana. Esses seres acabaram por interagir em muitos aspectos com os capelinos e isso gerou muitos distúrbio e guerras dentro do ciclo terrestre, pois lutavam pelo poder e pela posse da materialidade. Eles em parte se denominavam de senhores da guerra e da magia. Tinham um elevado conhecimento dos planos energéticos e da espiritualidade em Boronak além de um excelente envolvimento com o reino dévico e com isso acabaram por gerar muitas linhas de comunicação com a espiritualidade e com o astral da humanidade. O confronto com os seres de Capela, ocorreu porque Capela no passado tinha sido um importante centro de intercâmbio cultural e Boronak tinha tido uma relação profunda com esse desenvolvimento no que se refere à troca tecnológica e cultural. Na verdade, situações cármicas foram confrontadas na Terra por parte desse grupo.

Outro grupo por volta de 87.200 anos, viria à Terra através da estrela Tau Ceti, que fica nas proximidades da constelação de Baleia há cerca de 12 anos luz da Terra. Esse grupo era guerreiro e tinha participado de confrontos e do mau uso do poder militar e de elevadas técnicas de guerrilha e tortura. Eram seres de linhagem mongoloide e humanoide, que viriam a ser em parte responsáveis pela origem das raças mongólicas da Terra. Eles eram peritos no que diz respeito a tecnologia da guerra e da tortura ao próximo. Foram inseridos por exílio na Terra cerca de 2,6 milhões desses seres que provinham de 4D.

Também foram colocados à disponibilidade da Terra seres exilados de Sirius Beta, há cerca de 85.000 anos terrenos que tinham se negativado pelo uso indevido do conhecimento da alta magia dentro da Ordem de Melchizedeck em relação às colônias sirianas, entre elas os grupos que deveriam ter cuidado da evolução de Boronak.

Na mesma época chegaram na linha temporal um fluxo de seres de Maldek que já tinha sido destruído muito antes. Foram quase 2 milhões de seres de Maldek que chegaram de 5D para viverem dentro da Terra na fisicalidade humana, pelo mesmo portal. Esses seres da espécie humana, descendentes dos antigos colonizadores de Lira, tinham como proposta encarnacional na Terra, realizar a continuidade do processo cocriador dentro do desenvolvimento racional sem emoções e aprender a relação emocional dentro da Terra. Todos eles estavam ligados a uma proposta racional muito desenvolvida na questão do poder tecnológico, e queriam aprender a emocionalidade.

Como podem perceber dentro desse período a Terra recebeu uma carga energética, emocional e mental de seres de outros mundos, que tinham diversos aspectos a serem trabalhados. A densidade energética da Terra acabou por cair muito dentro desse período, pois todos eles viriam a agregar à condição da barreira de frequência e a falta de consciência em muitos aspectos. Isso gerou um bloqueio dentro dos ciclos encarnacionais de milhares de almas que já estavam em processo de ascensão. O uso indevido da magia e do poder da espiritualidade foram potencializados ao máximo pelos grupos rebeldes encarnados e pelas estruturas umbralinas.

 

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