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OS MILITARES DOS EUA ESTÃO SE PREPARANDO PARA GUERRA NO ESPAÇO

Amigos e alunos,

Compartilhamos uma matéria interessante que mostra como o SGS trabalha. Esta matéria, especialmente, trata-se de uma farsa para manter o controle e o poder sobre a humanidade e amplificar o poder tecnológico dos implantes sobre os seres humanos e o controle climático através da soberania sobre os satélites e outras tecnologias espaciais, para coibir ainda mais a liberdade para a humanidade que sustenta a economia mundial.

Leitura recomendada: A FARSA DO SGS E DOS GOVERNOS NO ENVOLVIMENTO COM ALIENÍGENAS

Rodrigo Romo


Matéria traduzida de Newsweek – fonte original em inglês: http://www.newsweek.com/us-preparing-war-space-laws-drafted-719438

Este artigo foi publicado originalmente em The Conversation. Leia o artigo original .

Uma guerra no espaço exterior soa como ficção científica, mas é algo que precisamos considerar. Seu impacto em todos na Terra e suas implicações para a futura exploração espacial humana seria devastador.

Agora, há leis relevantes para uma possível guerra no espaço, mas não está claro exatamente como elas poderão ser aplicadas.

Nós e nossos colegas de todo o mundo – incluindo especialistas da Austrália, Canadá, Reino Unido, Rússia e China – estão realizando um projeto plurianual para fornecer um guia definitivo sobre como a lei aplica-se aos usos militares do espaço exterior.

O objetivo é desenvolver um Manual sobre Direito Internacional Aplicável aos Usos Militares do Espaço Exterior (MILAMOS) que abranja tempos de tensão e hostilidade absoluta. O objetivo final é ajudar a criar transparência e confiança entre estados espaciais.

Isso deve reduzir a possibilidade de uma guerra no espaço, ou se isso acontecer, reduzir o impacto sobre a infraestrutura espacial em que todos nós confiamos.

Os satélites em que confiamos

11_22_satelliteConcepção do artista de um satélite GPS na órbita terrestre. Fonte NASA

Confiamos em sinais de GPS para muitas coisas, incluindo navegação, comunicação, transações bancárias, agricultura, viagens e a própria internet. Estima-se que seis a sete por cento do PIB em países ocidentais depende de navegação por satélite.

Os satélites de comunicação são utilizados não apenas para transmissão direta de televisão, mas também para permitir muitas redes terrestres. Em áreas remotas do mundo, eles podem ser o único meio de comunicação.

No futuro próximo, os satélites de comunicação poderão fornecer ao mundo inteiro uma internet de banda larga.

Os satélites nos ajudam a obter previsões meteorológicas e melhorar a produção agrícola. Eles também nos ajudam a planejar o gerenciamento em caso de desastres, encontrar e explorar recursos naturais, monitorar a saúde do meio ambiente e muitas outras aplicações.

“Esperar” a guerra no espaço

11_22_Heather WilsonHeather Wilson disse: “Devemos esperar que a guerra, de qualquer tipo, se prolongue no espaço em qualquer conflito futuro”. MARK WILSON / GETTY IMAGES

No contexto militar também, os satélites tornaram-se essenciais. Em junho deste ano, a secretária norte-americana da Força Aérea, Heather Wilson, disse que uma futura guerra no espaço é provável e os EUA estão investindo fortemente para manter seu domínio militar no espaço. Ela comentou:

Devemos esperar que a guerra, de qualquer tipo, se extenderá para o espaço em qualquer conflito futuro, e temos que mudar a forma como pensamos e nos preparamos para essa eventualidade.

A primeira Guerra do Golfo, em 1991, foi chamada de primeira guerra espacial, embora na verdade não tenha sido travada no espaço. Em vez disso, as forças dos EUA e da coalizão dependeram fortemente do GPS e de outras tecnologias de satélites para conduzir esse conflito.

Desde então, os recursos espaciais permitiram uma capacidade ainda maior para as forças terrestres, marítimas e aéreas. Dado a dupla utilização de muitos satélites, um conflito armado no espaço poderia ser catastrófico para a vida moderna.

Tratado sobre algumas armas no espaço

Existem apenas cinco tratados globais específicos para o espaço. O principal deles é o Tratado do Espaço Exterior de 1967, mas apenas uma de suas disposições (artigo IV) trata diretamente da atividade militar – proíbe a colocação de armas de destruição em massa no espaço.

Outros meios e métodos de destruir ou interferir com um satélite não são proibidos , embora outras áreas do direito, como as leis do conflito armado, regulam seu uso.

Isso inclui mísseis anti-satélite, armas de energia direcionadas (incluindo lasers), guerra eletrônica, ciber guerra e tecnologia de dupla utilização, como os satélites de manutenção em órbita (“mecânica”).

Um esforço combinado

10_12_milky_way_sideA via Láctea.ESO / S. BRUNIER

O projeto MILAMOS é liderado por três universidades: Adelaide na Austrália, McGill no Canadá e Exeter no Reino Unido. Recebeu algum financiamento dos governos australiano e canadense, bem como de doadores privados.

Baseia-se na experiência do Comitê Internacional da Cruz Vermelha, da União dos Cientistas Interessados e dos principais estados do espaço, principalmente os EUA e a Rússia, mas também a China e outros países.

Eles participam de uma maneira estritamente pessoal (mas não representativa) para oferecer uma consideração autêntica do que é a lei – e não para negociar o que os Estados gostariam que a lei fosse.

Mesmo assim, refletindo uma verdadeira posição de consenso sobre a lei, apesar das posições pessoais fortemente mantidas por especialistas individuais, pode ser um desafio. Mas é isso que o projeto pretende alcançar em nove workshops ao longo de três anos.

Até agora, as reuniões foram realizadas em MontrealAdelaideNova Deli e Colorado Springs nos EUA.

Lembre-se da lacuna legal

A alternativa é que os Estados negociem formalmente novos instrumentos internacionais para esclarecer ou ampliar a lei. Infelizmente, as recentes tentativas de fazê-lo não encontraram grande sucesso. Isso cria uma lacuna legal que este manual procura preencher.

A este respeito, é semelhante a outros manuais elaborados nos últimos anos sobre a lei aplicável à guerra em outros domínios: marítimo (Manual San Remo), ar e míssil (Manual de Harvard) e cibernético (Manual de Tallinn).

Mesmo que esses manuais não sejam formalmente aprovados pelos Estados, eles são uma referência essencial para aqueles que trabalham no campo. Isso inclui profissionais militares, advogados governamentais e conselheiros de políticas, a mídia, grupos de advocacia pública e outras organizações não governamentais.

A publicação final do manual é esperada em 2020. Paradoxalmente, os contribuidores MILAMOS esperam sinceramente que o manual só permaneça na prateleira e nunca seja usado.

Dale Stephens  é professor de direito na  Universidade de Adelaide e Duncan Blake é um candidato a doutorado em direito e usos militares do espaço exterior na  Universidade de Adelaide , na Austrália. 

Tipos de civilizações alienígenas avançadas de acordo com a Escala de Kardashev

A Escala de Kardashev é um método proposto pelo astrofísico russo Nikolai Kardashev para medir o grau de desenvolvimento tecnológico de uma civilização. Foi apresentado originalmente em 1964 e utiliza-se de três etapas ou tipos, classificando as civilizações baseado na quantidade de energia coletada, utilizada e processada e seu aumento em escala logarítmica.

Essa escala foi utilizada por Isaac Asimov, George Lucas em Guerra nas Estrelas, Gene Roddenberry em Jornadas das Estrelas e em séries como Stargate, para descrever os diferentes níveis de desenvolvimento tecnológico e consciência das civilizações extraterrenas. Uma leitura interessante que nos ajuda a fazer um paralelo entre os diversos Planos Conscienciais e Ordens Criacionais.

Embora seja apenas uma teoria, ela nos ajuda a entender o quão distante a espécie humana poderia ir com base na quantidade de energia que pudesse obter, processar e consumir.

Tipo Um – A Sociedade Planetária

Este tipo de civilização tem toda a energia de um planeta à sua disposição. Eles têm conhecimento de como usar e controlar suas forças naturais, como vulcões, clima e até mesmo terremotos. Eles podem coletar e armazenar a energia que emana de sua estrela vizinha. Eles também são alimentados por energia solar e de fusão.

Tipo Dois – Sociedade Interplanetária

Este tipo de civilização pode aproveitar toda a energia de uma estrela. Eles completaram uma esfera Dyson – uma estrutura que circunda um sol inteiro juntamente com os planetas encontrados em sua vizinhança. A energia de fusão é agora totalmente dominada e eles podem colonizar vários planetas. Por causa da fonte maciça de energia que possuem, são virtualmente imunes à extinção.

photo-1417577097439-425fb7dec05eTipo Três – Uma sociedade Interestelar

Civilizações que progrediram até aqui têm conhecimento do potencial energético de uma galáxia inteira. Espécies do tipo 3 podem circular livremente por toda a galáxia, captando energia de estrelas próximas, enquanto colonizam planetas hospitaleiros. É difícil imaginar como essas espécies seriam, mas o exemplo mais plausível seriam Ciborgues ou organismos cibernéticos. Nessas sociedades altamente avançadas, os seres humanos são vistos como uma subespécie. Por causa de suas capacidades tecnológicas inimagináveis, os ciborgues agora têm a capacidade de se auto replicar e eventualmente se espalhariam por toda a galáxia para reivindicar a posse de todas as estrelas.

A escala original termina no Tipo 3 porque Kardashev considerava que uma civilização Tipo 4 seria extremamente avançada e ele não se aventurou além disso. No entanto, alguns teóricos como Carl Sagan, Michio Kaku e Robert Zubrin continuaram a escala de onde Kardashev parou.

Tipo Quatro – Uma sociedade Intergaláctica

Estas espécies controlam a energia gerada por todo o universo. Eles podem atravessar a expansão acelerada do espaço e permanecer dentro de buracos negros supermassivos. Civilizações tipo 4 são o que poderíamos chamar de deuses ou seres divinos. Os seus recursos são pura especulação, mas eles devem ser capazes de moldar a estrutura do espaço e do tempo.

Tipo Cinco

Sim, um quinto tipo foi adicionado recentemente e estas civilizações se sobrepõe a todas as outras. Eles são o que chamamos de “raça superior”, uma espécie tão avançada que pode usar a energia gerada por vários universos. Tais sociedades poderiam atravessar multiversos com variadas formas de matéria, física e espaço-tempo. Eles podem ser interpretados como o sentido primordial de “deus”.

Então, onde está a nossa espécie localizada na escala de Kardashev? Bem, nós não estamos, ainda. Nossa espécie ainda é um Tipo 0, juntamente com outros possíveis candidatos. Enquanto alguns consideram que a transição do tipo 0 para tipo 1 possa ocorrer nos próximos 100-200 anos, ainda estamos lutando para domar as forças da natureza.

Parece que as civilizações que se encontravam no limite se autodestruíram e tiveram que começar tudo de novo, a fim de alcançar o primeiro passo na escala de Kardashev. Esperamos dar a volta por cima, desta vez.

 

Fontes:

http://www.ewao.com/a/types-advanced-alien-civilizations-according-kardashev-scale/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Escala_de_Kardashev

https://pt.wikipedia.org/wiki/Esfera_de_Dyson

 

 

A ILUSÃO DAS ENCARNAÇÕES

A Ilusão das Encarnações

Como colocamos, cerca de 413 trilhões de almas estavam engajadas no processo encarnacional e portanto de hologramas dentro do Sistema Coletivo de Satânia, onde desde o plano da 6ª dimensão até a materialidade da 3ª dimensão em equivalência à terrena, diversas matrizes de Forma Pensamento e aspectos políticos e mortais estavam sendo plasmados, onde a alta tecnologia dominava e sustentava um sistema em crescimento e expansão estelar, para uma corrida consumista e material, onde os poderes e capacidades do espírito eram supridas pela tecnologia. Aqueles que detinham poderes naturais, ficavam na linha de comando e desenvolviam seus planos para criar hologramas materiais clonados em outros mundos, onde parte das almas encarnadas nos grandes centros coletivos de Dracônia deveriam se projetar, iniciando assim um plano de invasão em massa em outras realidades, além de solucionar o problema da superpopulação que dentro da estrutura Draconiana é uma questão importante. O crescimento de suas civilizações é muito mais acelerado que dos humanoides, com isso muitas técnicas de contenção populacional e da fertilidade foram profundamente estudadas pelos cientistas para assim poderem controlar tais aspectos. Em paralelo, os planos de conquista e das guerras eram uma forma também de manter o índice da população em valores controlados. Por esse motivo muitas linhas populacionais dos Draconianos optavam pela guerra para controlar o número de cidadãos.

Com o número grande de almas se projetando dentro de Satânia, a proliferação de vida começava a se formatar em diversas realidades materiais e paralelas, que foram sendo plasmadas pelas Formas Pensamento de cada alma em seus mundos e realidades, gerando uma incrível malha interligada com pontos paradoxais de grande importância entre cada um dos mundos que compunha a Federação, Casas de Comércio e o Império de Órion, pois cada alma tinha uma alma gêmea paralela plasmada encarnacionalmente em outros pontos que por sua vez estava atrelada a essa malha de ação e reação entre as diferentes realidades de Satânia. Esse processo acabou por gerar uma dependência cármica cada vez mais ampla e delicada entre cada realidade e seus planetas, além de impelir a comunicação inconsciente de muitas dessas formas de vida. O processo de morte onde as almas, por sua vez, em muitos casos ficavam em realidades mais sutis, e voltavam a se projetar para realidades materiais, também era um outro fator complicado dentro das relações cármicas que estavam sendo plasmadas por cada alma. Pois a maior parte gradualmente perdeu a compreensão sobre as Leis universais e principalmente sobre a reação das Formas Pensamento que eram geradas pelo espírito encarnado, seja no aspecto emocional ou mental, esses Elementais eram uma criação que por sua vez interferia na estrutura atômica do universo e por ressonância em todas as realidades materiais abaixo da estrutura do Eu Superior plasmada na 7ª dimensão. Assim, todas as realidades estavam atreladas umas às outras de forma dependente e para solucionar os problemas. Todas elas deveriam sanar suas dívidas, o que não ocorria, devido à ignorância que estava se implantando nos mundos industrializados e à corrida pelo poder que estava sendo gerada pelo próprio interesse satânico de diversos contatados e discípulos de Anhotak, onde o nome de Lúcifer estava sendo jogado na lama devido às diversas atividades subversivas de alto risco e negatividade.

Para manter as ilusões em franca expansão, os dirigentes de diversos setores de Satânia, sejam eles do Império de Órion, como das diversas delegações da Federação, procuravam desenvolver situações de expansionismo onde todos tivessem a oportunidade de crescimento e com isso de ocupar seu tempo com a corrida pelo poder e pela conquista do universo local, procurando formas de atingir as estrelas mais longínquas, onde através dos Portais Estelares, seria possível saltar para outras galáxias e criar pontes de comunicação para unificar a Federação com outros que deveriam existir nas outras galáxias. Assim ocorria também com os interesses do Império de Orion e do Império de Draco, que por sua vez procurava a unificação em sistema de castas de todas as formas Draconianas, para assim manter um controle total sobre as formas de vida e seus pensamentos, através de sistemas de monitoramento sensorial. A Federação, por sua vez, também trabalhava em sistemas semelhantes, devido a ideia ter sido gerada nos planos mais elevados e sutis.

Uma importante oponente aos planos nefastos dos grupos Anticristo que estavam plasmados dentro de Satânia, foi a Imperatriz Lilith, que na realidade era um complemento divino de Lúcifer nas altas esferas, e resolveu se projetar nas holografias encarnacionais de Satânia. Para restaurar a fé no santo nome de Lúcifer como Lanonadek, ela se aliou a diversos grupos que se opunham à ação negativa e perversa de Satã, restaurando a verdade e o conhecimento. Por esse motivo ela é denominada como a mulher de detinha o conhecimento dos Deuses e se rebelou contra eles, pois esses Deuses, estavam sustentando os planos negativos das trevas, para aprisionar a todas as almas dentro de ilusões materiais. Lilith foi uma importante peça dentro do jogo cósmico, que se aliou aos Mestres de Alnilan e Sírius para desenvolver uma resistência operacional às técnicas opressivas do Império e dos grupos tutelados e financiados pelo Império dentro da criminalidade, que também estavam presentes dentro de algumas delegações da Federação.

Lilith sabia perfeitamente sobre os hologramas e as ilusões que estavam sendo geradas a partir da formatação sensorial da política sideral que os grupos poderosos estavam plasmando para suas civilizações, além dos aspectos psíquicos e mentais que eram controlados pela mídia, assim Lilith tinha que gerar situações de despertar a consciência e criar uma situação de oposição aos movimentos imperialistas e principalmente, ilusionistas que estavam sendo inseridos nas vidas de trilhões de almas, sem que elas percebessem esse processo. Assim, a liga de resistência de Lilith estava muito bem alicerçada, pois ela procurava apoio nos focos de luz dos Mestres e do próprio Lúcifer e seus agentes secretos, para reverter o quadro negativo que tinha sido inserido em seu universo, que por outro lado gerava uma situação instável perante Micahel e Emannuel no que diz respeito ao efeito de ressonância, a displicência de Lúcifer estava sendo questionada ao ter escolhido Satã como lugar tenente e representante dos Lanonadek no Conselho. Por outro lado, as conexões tensas entre Lúcifer, Anhotak e Yahweh eram muito exploradas pelas políticas cósmicas, buscando as realidades paralelas dessa dualidade que estava sendo plasmada ao redor de Lucífer, como guardião da polaridade junto com Metraton e Sandalfon. Assim, além das questões materiais onde as almas encarnavam ou se projetavam na fisicalidade desde a 3ª a 6ª dimensão, existiam as questões políticas além dessa orbe, onde inimigos de Micahel procuravam inserir a discórdia entre Lúcifer e Arcanjo Gabriel, para destitui-lo do Conselho, através da manipulação de Anhotak. Por outro lado, Micah através da energia de Mastreia e Sanat Kumara, mantinham um trabalho de ajuda e investigação das ações de todos os envolvidos na corrupção e complô contra o aspecto Crístico, sendo, no entanto, uma coisa que tinha sido prevista nas altas esferas por Micah e Emannuel muito antes da formatação da Via Láctea e da nebulosa de Andronover a mais de 200 bilhões de anos terrenos. Portanto, estavam se cumprindo as realidades paralelas de consciência que tinham sido autorizadas a manifestar suas verdades e ilusões. No entanto, as reações energéticas estavam contaminando a galáxia, e um cerco de energia ou barreira de frequência, tinha que ser inserida ao redor do perímetro nefasto em questão como já vimos.

Para criar um sistema biológico desde os planos sutis da 6ª dimensão, onde as almas deveriam encarnar, era necessário a preparação dos arquétipos desde o plano da 7ª dimensão, onde a verdadeira identidade de cada alma existe. Essa realidade é denominada pelos humanos da Terra de Divina Presença Eu Sou, que é o aspecto onde a nossa consciência está ligada à energia Suprema e detém uma consciência Crística. No entanto, as Divinas Presenças que estavam conectadas com a essência de Anhotak, como dirigente e foco Crístico, mesmo que ele fosse um Anticristo em relação à proposta de Micah e seus filhos, existia a dualidade de escolha e proposta mesmo nesses níveis, ainda mais com as almas que vinham de Arconis, a galáxia matriz operacional de Anhotak de onde Satã era um importante líder. Assim, esses focos iniciaram a construção de arquétipos existenciais e planos de como inserir dentro das realidades inferiores, padrões vibracionais que permitissem a inoculação da dualidade sobre os planos de Lúcifer e de Micah. Assim, a manipulação partiu das altas esferas construindo padrões genéticos com características especiais, onde a semente do Anticristo de Anhotak se manifestasse após um tempo devido à própria dualidade do universo de livre arbítrio. Com esse tipo de manipulação iniciou-se uma série de pesquisas e intervenções desde o plano da 6ª dimensão, para controlar a psique das almas encarnadas, criando através de circuitos e sondas etéricas, a inoculação de padrões vibracionais e radiações para despertar a energias do Anticristo, que estavam inoculadas nas matrizes genéticas de milhares de raças, sendo a raça Draconiana uma das escolhidas, por ser naturalmente uma espécie predadora, ideal para se tornar uma forma bélica e conquistadora, com características fisiológicas que em geral superavam as espécies paralelas.

As radiações que eram inseridas para ativar o despertar de um maior índice de dualidade e negatividade, eram efetuados através de estrelas e naves invisíveis, estacionárias próximas aos locais que escolhiam como centro operacional. Assim, essas naves se acoplavam às estrelas centrais de um sistema planetário e iniciavam a transmissão desses padrões energéticos, que com algumas gerações acabavam por despertar e germinar a semente de Anhotak na consciência das almas que tinham encarnado nessas realidades. No entanto, essas almas acabavam por gerar formas pensamento destoantes em relação ao equilíbrio do universo à sua volta, o que acarretava uma situação cármica muito mais ampla do que o esperado. Assim, essa alma ficava presa devido à dívida cármica para com seu meio ambiente e universo de Elementais, tendo que sanar esse processo e acabava reduzindo seu padrão vibracional sem perceber, ficando presa à ilusão encarnacional em ciclos repetitivos e nas realidades paralelas onde também eram contaminadas. Assim as almas foram ficando presas gradualmente nas encarnações devido à redução de seus padrões vibracionais, emocionais, mentais e psíquicos, devido as radiações de manipulação inseridas pelas tropas de Anhotak e pelos planos subversivos de Toalk e Satã, onde milhares de almas tinham encarnado com esse propósito, permitindo que um plano de longa complexidade se formatasse na consciência e na realidade a partir da 6ª dimensão, onde a dualidade Crística é muito mais complexa, pois ela está relacionada à própria realidade dual do universo. Existe muita diferença entre a dualidade e polaridade da nossa realidade material com a das esferas mais sutis como no caso da 6ª dimensão, onde detemos uma dualidade em nosso corpo mental superior e nos arquétipos que outrora foram manipulados pelas realidades etéricas onde também existem forças nefastas sutis atuando.

A dualidade deixa de existir somente quando a consciência se funde ao Cristo Cósmico, o que normalmente ocorre nas esferas da 8ª dimensão. No entanto, Anhotak habita uma realidade de 15ª dimensão, o que significa que existe uma dualidade intrínseca com a fonte criadora, que detém um propósito, a partir dos Filhos Eternal ou Filhos Paradisíacos, de onde provém a dualidade, como foi explicado no livro Confederação 2.

O foco das Mônadas tem relação com esta dualidade, pois Anhotak representa um foco Monádico, onde a essência está conectada a uma proposta de vampirização em relação às criações que ela mesma gera, consumindo a energia criativa de cada uma de suas criações, impedindo que elas se libertem e possam se unificar como criadores plenos com a sua Mônada criadora. Assim, esse tipo de Mônada representa um aspecto e propósito evolutivo que existe como parte da dualidade do universo e da própria atomística, onde os valores morais e éticos podem ser discutidos sob diversos pontos de vista, como ocorre com diversas raças estelares, que têm utilizado seu livre arbítrio para manipular e escravizar as formas mais primitivas, da mesma forma como em nossa sociedade escravizamos e matamos, sem ter uma consciência dos nossos atos dentro de uma realidade cósmicas mais ampla.

As Mônadas comprometidas com outro aspecto evolutivo, detêm outra forma de vivenciar as realidades materiais, o que para nossa consciência, representam o lado negativo ou das trevas, que na realidade também representa uma realidade da criação, pois ela existe dentro da própria estrutura do átomo. Sendo assim, a relação entre o Cristo e o Anticristo, representa duas forças em equilíbrio que se movimentam para dar às almas o enfoque de ambas em sua jornada evolutiva e despertar de consciência. Quando uma alma se liberta das ilusões e dos hologramas que aceitou por ignorância ou por manipulação, ela adquire uma percepção do universo muito mais ampla, por ter conhecido ambas as realidades da criação e com isso integra à sua Mônada uma postura de plenitude. O que, no entanto, é demorado para as almas que se perderam dentro da linha negativa, pois esse foco traz muito sofrimento e exige um tempo muito maior para a libertação, devido às diversas vertentes dessa energia, criadas artificialmente pelas forças que a controlam devido à natureza de vampirização que esse foco representa e manifesta nas almas conectadas a essa realidade aparente.

Com o desenvolvimento técnico dos grupos que detinham o poder, as formas de manipulação para sustentar o plano dos hologramas, foram sendo cada vez mais amplificadas e otimizadas, de forma a criar uma rede eletrônica de alta ramificação onde os impulsos de redução vibracional eram cada vez mais presentes. Dentro dos sistemas onde esses impulsos não existiam, uma outra realidade de consciência se fazia real para as almas. Mesmo existindo a dualidade, ela era vivenciada no relacionamento com as outras formas de vida que eram manipuladas pela realidade das trevas e assim iniciou-se a disputa entre ambas as realidades, devido à diferença de foco e de percepção das energias criadoras do universo, seres ligados a uma proposta de hologramas mais crística e sutil, o que determinou a dualidade de forma clara e crítica entre ambas as vertentes da criação. Com o tempo, as adaptações políticas de outros grupos foram integrando uma rede complexa de jogos de interesses e manipulações pelo poder para a sobrevivência de civilizações que estavam no centro de interesses de ambas as posturas, surgindo assim, uma poderosa ilusão onde todas as realidades acabaram gerando uma outra forma de ilusão ligada à ressonância de seus pensamentos, onde a realidade é formatada pelos Elementais que criamos. O mesmo que ocorre com nossa civilização. Aliás, tema de uma importante palestra que meu Irmão e Amigo Ayrton Bicas(1) canalizou, de como nossa realidade de ressonância vibracional é proporcional ao conjunto de Formas Pensamento que criamos e emitimos para o universo, que pela Lei de retorno configura nosso campo magnético e consequentemente nossa Aura.

Assim, dessa forma, muitas realidades planetárias foram sendo plasmadas e cristalizadas conforme a criação e projeção dos pensamentos e sentimentos dessas civilizações, o que formatou com o tempo a realidade perante o universo material em seus diversos níveis de expressão dimensional e multidimensional, por todas as realidades existenciais estarem intrinsecamente ligadas umas às outras, como demonstram os teoremas de eletromagnetismo e da própria interação molecular do universo e dos nossos corpos.

Como ambas as propostas estavam projetadas dentro das múltiplas realidades do Sistema de Satânia, o aspecto da dualidade e das conseguintes polaridades e posturas eram inevitáveis, criando assim a proposta da Luz Crística, da Luz Mental, das Trevas de Vampirização e das Trevas maquiavélicas, todas com diferentes intensidades e intenções, gerando uma realidade de Formas Pensamento que acabou por cristalizar uma grande variedade de realidades e conceitos dentro de cada civilização e de suas propostas em relação a sua estrutura racial e existencial dentro de cada plano holográfico em que habitavam. Isso acabou por cristalizar potencialmente suas realidades e propósitos de vida e experiências de consciência que tinham que realizar dentro de seus propósitos, o que por sua vez acabou por gerar uma deformação na linha existencial do contínuo espaço-tempo, gerando um efeito de entropia entre as diferentes realidades e o contato com outras civilizações. Assim, a polaridade foi sendo formatada e vivenciada de diferentes formas e sentimentos pelas raças que acabaram se encontrando e confrontando suas diferentes formas de enxergar o universo e a espiritualidade.

Ao se formatarem essas diferenças e consequentemente polaridades psíquicas, o processo de aprisionamento nas ilusões e nos hologramas foi ficando cada vez mais amplificado e complexo, o que por sua vez acabou por se auto sustentar devido às Formas Pensamento que cada individualidade encarnada gerava sobre esses aspectos e suas experiências no dia a dia, quando trilhões de almas passaram a vivenciar essas diferenças e gerar suas próprias criações. A malha das ilusões e manipulação sensorial saiu de controle e todos os dirigentes nefastos de Toalk e Satã perderam o referencial do início e fim desse processo, onde o projeto Avatárico era uma das formas de conduzir um meio de equilíbrio, no entanto, devido à grande conturbação das energias criadas nesse processo, ambas as polaridades, tiveram que inserir estratagemas de emergência para resguardar a verdade e sustentar seu propósito divino.

Para inserir esse estratagema emergencial, ambas as linhas Monádicas, inseriram seus agentes secretos dentro dos hologramas nos diversos níveis de consciência para otimizar o despertar de consciência, de acordo com os interesses de ambos os focos. Isso, por sua vez, permitiu que cada Mônada envolvida inserisse seus agentes dentro do processo Avatárico que foi autorizado por Micah para a realidade cósmica onde seus filhos e netos de criação estavam sofrendo e levando a um efeito de entropia toda a galáxia e a estabilidade existencial dos universos paralelos dentro dos corpos sutis de cada alma.

A exemplo do Governo Secreto existente na Terra, todo o processo existencial de Satânia era sustentado e manipulado por um grande e maquiavélico Governo Secreto, que por sua vez, detinha diversos grupos isolados que faziam as maquinações a mando do dirigente máximo de Anhotak, que tinha em Satã e Toalk as rédeas para controlar as holografias encarnacionais das almas, a partir do foco Monádico que ele tinha plasmado. Em oposição, existia outro Governo Secreto, o dos Mestres das Diversas Fraternidades Ascencionadas que procuravam irradiar luz e conhecimento para seus discípulos e simpatizantes, promovendo assim o equilíbrio entre ambas as realidades. Um equilíbrio tênue e muito delicado, pois existiam setores de Satânia onde esse equilíbrio não existia, devido ao excesso de negatividade, ou mesmo ao excesso de luz fanatizada por muitos grupos que sem compreender a realidade da dualidade, procuravam de forma fanática, inserir à força valores e conceitos que somente algumas almas tinham capacidade para digerir e transmutar dentro de seus corações.

(1) Ayrton Bicas, Quirólogo, Tarólogo, iniciado nas tradições da Kaballah, com sentidos de clarividência e clariaudiência e teletransporte conscientemente desenvolvidos. Canal dos Mestres de Luz da Fraternidade Branca integralizados ao Comando Estelar e à consciência Crística. Publicou seu próprio livro intitulado Mensageiros das Estrelas, através da canalização do Mestre Sananda na energia da consciência de Hanymeck.

Os Agentes Infiltrados

Esses agentes que tinham sido enviados por ambas as fontes e posturas, tinham por objetivo potencializar ao máximo as diretrizes de seus focos Crísticos e Monádicos, para inserir o despertar de consciência conforme o foco. Assim ambas as linhas enviaram seus agentes secretos para servir de polarizadores e Avatares tanto da luz, como das trevas, para potencializar ainda mais o despertar para a luz ou para as trevas.

Entre os Agentes da Luz e da linha Crística de Micah, tínhamos diversos agentes que estavam infiltrados estrategicamente em lugares e posições políticas, que fizeram a diferença nos processos de transformação consciencial das Federações e casas de Comércio, assim como também alguns deles infiltrados dentro das fileiras Draconianas de Dracônia e Órion, através dos antigos mentores espirituais desses povos, que tinham atingido o caminho e ascensão crística em outras eras perdidas da Via Láctea e de outras galáxias de Nebadon.

Portanto, os mensageiros da luz e esperança tinham sido infiltrados para alavancar o projeto Avatárico, como parte de um plano emergencial que ainda está em andamento e elaboração nos bastidores ocultos da Via Láctea, assim como na Terra.

ShtarRog era um desses infiltrados ligado ao comando da Frota de Sírius, ligado ao alto conselho de Alfa & Ômega, que por sua vez, tinha estreitas ligações com a alma de Asthar Sheran e seu Eu Superior, formando uma aliança secreta operacional onde grupos secretos de estudos e práticas da potencialidade das capacidades extra-sensoriais eram treinadas, à semelhança dos Cavaleiros Jedi de Jorge Lucas. Esses Cavaleiros eram um grupo de oposição aos MIB’s que operavam de forma assustadora e criminosa em Órion e muitos mundos onde eles perseguiam refugiados ou inimigos políticos. Assim, ShtarRog e Asthar lideravam secretamente o Conselho operacional, que deveria impedir ou diminuir a ação nefasta dos MIB’s, que representavam um grande poder opressivo nos mundos em evolução ou mesmo nas negociações de paz e tratados de anexação de novos mundos e seu aspecto tutelar aos Impérios que ofereciam sua ajuda em troca da anexação pacífica.

Outros grupos ligados secretamente a ShtarRog e Ashtar, eram Ganesh e Lilith, que através de suas ações “subversivas” ajudavam no processo de resistência e operacional desses grupos, que lutavam desesperadamente através de palestras, política e religião reverter o quadro horripilante que se formatava em muitos mundos mais afastados das grandes capitais. Um importante centro de poder mal direcionado, estava sendo plasmado em Boronak e posteriormente em Capela, formando pontos de potencialização extrema das energias negativas, que por sua vez criavam um efeito de ressonância em outros mundos, como Vega, Sírius Beta, Antares, Terra, Marte, Delta Centauro, Tau Ceti, Gama Ceti, entre os mais conhecidos.

Potolak, um grande sábio já Ascensionado, que projetava um holograma espiritual dentro das realidades inferiores entre a 3ª e 6ª dimensão de Satânia, ajudava diretamente nas negociações e tratados entre as fileiras Draconianas simpatizantes a unificação e pacificação da Galáxia, fazia as necessárias conexões com Asthar e seus colaboradores, para assim diminuir a ação dos grupos negativos liderados por Toalk e Satã.

Foi criado um fórum de representantes das Federações setoriais, para assim apresentarem propostas claras e práticas, de como contornar as tensões entre as relações políticas do Império de Órion, Dracônia e a Federação. Esse fórum era composto por membros de elevados postos militares ou diplomáticos, que respondiam pelos seus grupos estelares, membros que em diversas oportunidades tinham dado sua contribuição para a Paz. Do outro lado, entre os líderes de Órion e Draco, também existiam esforços para uma pacificação e tratados de divisão dos planetas e territórios estelares. Para ambos não era o momento da guerra e aniquilamento de planetas e cidades, pois as perdas seriam muito elevadas para ambas as partes, portanto, existia um consenso político e estratégico, que a guerra aberta e franca, como uma guerra mundial, seria suicídio e o caos econômico para ambas as partes, portanto a situação ficava plasmada para as manipulações políticas de longo e curto prazo nas posições estratégicas de cada sistema, que seria dividido ou ocupado. Assim, pontos estratégicos como os Portais interestelares e seus canais de energia gravitacional eram disputados e pesquisados integralmente pelas equipes de pesquisa, para justamente estruturar a potencialidade que cada setor representaria no futuro.

Entre os infiltrados ou agentes ligados ao plano de vampirização e manipulação, Maladenity e Bashavi-Shiva-Relt representavam os líderes de um movimento de preparação para uma invasão aos principais mundos da Federação, para provocar a separação e corrupção dentro deles. Eles utilizavam todas as técnicas políticas e clonagens para inserir pessoas falsas, via manipulação tecnológica, para infiltrar seus agentes dentro da Federação e dos grupos religiosos. Esses grupos subversivos de Órion eram muito perigosos, por utilizarem técnicas extremas de manipulação ao ponto de inserirem a consciência de draconianos na mente de pessoas frágeis da Federação e usá-las para minar o potencial político dos grupos dirigentes. Esse tipo de ação só era detectada pelos agentes especiais com elevado poder sensorial ou pelos cavaleiros da estrela azul, que Ashtar liderava, semelhantes aos Cavaleiros Jedi que já mencionamos.

O papel de Satanás como líder político e alto Comandante em Chefe das frotas do Império de Órion, que anexará através de tratados políticos as frotas de Dracônia, capital central da constelação de Draco. Satanás tinha um papel muito interessante, pois ele utilizava a política a seu favor, gerando situações de altas negociações pela paz e fazendo favores que demonstrassem a intenção de paz e acordos com a Federação, mas por outro lado ele estava a par e ajudava nos movimentos subversivos que dariam a oportunidade de invadirem a Federação e subjugá-la, fazendo um papel duplo ou estratégico para garantir os objetivos de Satã, que era seu tutor e líder espiritual.

Essas manipulações e disputas políticas, que na realidade eram um delicado e astuto jogo de xadrez estelar, envolvia muitas casas de comercio onde diversos grupos por sua vez procuravam tirar proveito para manter o poder ou favores conforme a situação, onde negociações de sucessões políticas e religiosa dentro de diversos aspectos de castas e monarquias, eram sustentadas por alguns grupos, além de usarem regularmente clones para substituir importantes mandatários para que a manipulação se mantivesse a um nível bem sutil e direto nos pontos chaves da política e lideranças populares.

As Casas de Comércio desenvolveram um efeito muito grande na expansão dos interesses do materialismo e do Império de Órion e seus outros afiliados, devido ao processo de Colonização e mercantilização dos recursos naturais que estavam envolvidos para todas as linhas de poder em crescimento. Assim essas Casas tinham que ser tuteladas e protegidas, devido aos milhares de interesses envolvidos na sua expansão e influência dentro de diversos focos da Federação e do Império.

Um dos Infiltrados a serviço da Federação de Sírius Alfa que por sua vez trabalhava com ShtarRog é THOT, que era uma das altas patentes militares da Federação ligado à energia da Fraternidade Azul de Sírius, era o Líder da casa de Comércio Anthuerpia de Sírius que fazia a conexão de diversas Casas da Constelação do Cão Maior e Menor, promovendo o contato e negociação com as outras Casas de Comércio, como de Dophin, Casa de Ator, Casa de Athorel, entre uma série de instituições desse tipo. Assim a líder da Casa de Anthuerpia Zathia, fazia a conexão e trabalhos de informante para THOT e sua equipe, que envolvia ShtarRog, para prever as ações especulativas e manipulação do Império e dos outros grupos em desacordo com a unificação de todas as civilizações.

Uma equipe importante de resistência à separação era sustentada secretamente pela liderança da Federação de Sírius, a pedido dos Mestres Crísticos de Sírius Alfa. Esse grupo consistia de 5 agentes que detinham um contato com diversos grupos das Federações em ação no quadrante dos conflitos, além de outros líderes também ligados aos Mestres que atuavam em linhas paralelas para ajudar na sustentação do projeto de resgate das almas e consciências em desequilíbrio. Ajudando inclusive no desenvolvimento do projeto Avatárico que muitas estavam plasmando em realidades paralelas.

Zathia desenvolveu um programa de análise e monitoramento do desenvolvimento mercantil e político de todos os dirigentes das Casas de Comercio, para assim estar sempre informada sobre as vantagens políticas que cada grupo desenvolveria nas manipulações mercantis, principalmente quando as delegações de Órion e de Dracônia juntamente com as de Rigel se envolviam com seus testas de ferro, pois esses fatores desenvolviam reflexos sutis, mas importantes na condução política a longo prazo, onde a Federação muitas vezes era fragilizada, devido à ação de agentes duplos e dos clones, que era um dos aspectos mais delicados dessa guerra fria, pois altas patentes dos mundos mais externos e seus representantes dentro da Federação eram raptados sendo substituídos por clones.

A clonagem era uma das técnicas mais complicadas de serem combatidas, o que exigiu a formação de sistemas de identificação por envelhecimento neural e epidérmico, que apresentavam uma capacidade de identificação de 47%, o que era bem baixo, exigindo que outros sistemas mais delicados referentes ao estudo epidérmico, envolvendo cicatrizes e circuitos de segurança fossem inoculados em muitas pessoas de cargos importantes, para restringir a probabilidade de clonagem. Uma situação de insegurança pairava em diversos cargos da Federação, além de sistemas de segurança e monitoramento contínuo, o que em muitos casos acabava com a privacidade pessoal das pessoas monitoradas.

As questões diplomáticas da Federação estavam sendo desenvolvidas pela agente Nemarathan, que representava a Federação de Sírius como Chanceler de assuntos externos, na postura de consultoria e acertos nos protocolos de filiação e ajuda aos mundos em desenvolvimento, estando muitas vezes dentro das negociações junto aos Draconianos de Órion e de Draco, que mantinham a fachada através dos trabalhos de Satanás, que apresentava diversos projetos de paz e mútua ajuda, onde diversos agentes infiltrados dele procuravam os pontos fracos para inserir clones na Federação dos principais grupos de poder. Nemarathan era uma das agentes que possibilitaram a descoberta de diversos planos de infiltrados em Sírius Beta e Kapa, logo quando os problemas referentes à Conversão Antares estavam sendo inicialmente manipulados pelos grupos Draconianos de Antares, que por sua vez, tinham recebido a ajuda direta e subversiva de Satanás.

Merceshan era uma das agentes ligadas aos mundos de maior polaridade, que dentro das estruturas políticas procurava envolver-se no objetivo de sempre informar a Federação e ao comandante THOT sobre as intenções e correspondências com os outros focos que por sua vez, tinham relação com as pistas dos outros agentes do grupo Fênix, o qual era tutelado pelas hierarquias espirituais de Sírius Alfa. Merceshan atuou em mundos bem mais complexos como Capela, Tau Ceti, Boronak e Meridian 4 para desenvolver uma ponte com a Federação e um sistema de resistência secreta em bases secretas subterrâneas a mais de 45 Km de profundidade, para ancorar equipamentos de rastreamento e invasão em casos de necessidade. Sua fachada estava ligada a grandes instituições políticas e casas de divertimentos, como casinos e prostíbulos, onde através de seus sistemas de espionagem eletrônica e diversos clones programados para esse tipo de trabalho, era possível desenvolver um trabalho diretamente nos pontos fracos de cada cidadão que procurava esses divertimentos e por sua vez detinha informações importantes sobre as intenções dos líderes rebeldes e ações subversivas, que comprometessem a Federação ou mesmo a paz no quadrante.

Shimina Han era outra agente ligada aos trabalhos de inserção filosófica e cultural, que incluíam diversos aspectos religiosos, de inserir um equilíbrio aos fanáticos, buscando um ponto entre a materialidade e as filosofias religiosas, que eram bem variadas, devido ao grande número de raças que incorporavam a Federação, além das raças externas da Federação e os Draconianos que sustentavam religiões e conceitos nem sempre equivalentes aos da Federação, onde o nome de BAAL tinha se tornado um hino à guerra, contrariando a própria essência desse ser, o que motivou os trabalhos de Lilith que procuravam resgatar a essência Cristica desse ser, o que tinha sido pervertido pelas manipulações de Satã e Toalk em diversas culturas. Shimina Han por sua vez procurava em parceria com Lilith esclarecer e apaziguar diversos grupos fanáticos e suas manifestações políticas, que levantavam multidões. Assim, essa agente procurava estar sempre presente e em contato com os líderes políticos que financiavam os movimentos revolucionários através da religião, o que aliás era muito comum, pois esse tema sempre foi o ópio das populações manipuláveis.

Astreia, uma agente de Canopus que dava suporte a Sírius, atuava como sustentadora e protetora dos agentes externos, dando inclusive suporte a THOT que como chanceler e líder militar da Federação, tinha que se expor em diversas situações de combate e bloqueios contra as frotas Draconianas, que eram numericamente superiores. Assim, esse grupo Fênix desenvolveu um trabalho que ajudou a proteger diversos Avatares encarnados nos mundos envolvidos com as disputas políticas de poder, além de criar uma conexão importante com Ashtar Sheran nos trabalhos de proteção aos mundos com maior consciência, protegendo-os assim das ações diretas dos grupos subversivos, que gradualmente começavam a se infiltrar. Uma linha de repressão passiva e constante foi criada entre esse grupo e diversos outros que ajudavam a sustentação da Federação, onde o Almirante Ashtar Sheran, como representante do Logos Cósmico de Alfa & Ômega, sustentava um propósito de liberdade, amor e fraternidade cristica.

Muitos aspectos desse grupo e desses trabalhos, foram sustentados e amparados pela Mestra Astreia, que se projetou em diversos níveis de consciência para atuar no programa Avatárico, fazendo a ponte com os outros agentes e grupos de resistência, que procuraram meticulosamente diminuir os efeitos perniciosos da Rebelião em diversos mundos onde as disputas pelo poder, a ignorância e os Anticristos se mesclavam.

Outro foco importante na resistência contra as forças de Satã, era o Brigadeiro da Federação Acar Odethon, que defendia a frente diretamente em Órion próximo às 3 Marias, apoiando os grupos da Mestra Rowena e Kwan Yin, além de fazer a sustentação operacional das naves de ShtarRog, que por sua vez era uma alma gêmea de THOT desenvolvendo as tarefas executivas e mais críticas dentro dessa guerra fria, onde ações kamikazes eram muito comuns.

Esses agentes infiltrados ajudaram a estabilizar a situação em muitos mundos, como também serviram como agentes de finalização e esclarecimento de muitas situações dúbias existentes entre as fileiras indecisas e corruptas, que foram se configurando nas gerações encarnacionais do processo da grande Rebelião.

Um fator importante dentro dessas realidades, está relacionado à questão da memória celular ou sideral, pois a maior parte das civilizações dessa época detinham a memória sobre suas encarnações anteriores, somente nos mundos mais densos onde existia uma similaridade com a densidade molecular e consciencial da Terra, como em Capela, as pessoas perdiam a sua memória das vidas anteriores, mas isso não ocorria com todos os grupos estelares, sendo que uma grande maioria habitava a realidade de 4ª dimensão, onde a memória se sustentava razoavelmente. Já na 5ª dimensão a consciência das vidas anteriores e paralelas era bem fluente, o que caracterizava uma linha bem definida da alma das pessoas envolvidas em suas experiências encarnacionais, onde seu foco e intuito eram direcionados conforme um foco bem definido, o que não pode ser caracterizado no processo humano dos terráqueos, que não detêm memória sobre suas realidades anteriores ou paralelas.

Por esse motivo o processo da grande rebelião foi se desenvolvendo de forma bem interessante em cada um dos focos ligados ao processo cultural, onde as raças sem memória acabavam gradualmente se envolvendo em maiores dogmas e situações de maior densidade e complicando seu aspecto Cármico perante o universo, devido às suas Formas Pensamento, que acumulavam altos índices de imperfeições e dívidas para com o universo do Deus Pai Mãe universal, além de desvirtuarem seus próprios corpos e estruturas celulares com essas cargas negativas, como ocorreu em Capela e de certa forma ocorre em nosso planeta Terra.

Já nos mundos onde a memória era relativamente estável, com o tempo foi se perdendo a realidade estelar das sensações sobre o universo, onde as capacidades extra-sensoriais foram se perdendo gradualmente de geração para geração, devido à magia negra e a criação de Formas Pensamento desvirtuadas, com maior intensidade e intenção do que nos mundos mais densos, onde a memória não existia sobre a realidade anterior. Esses povos abusaram de seus poderes, pois detinham uma memória parcial, e mesmo assim intensificaram suas ações negativas colocando a vida e a harmonia em jogo pelo poder que buscavam.

Essas culturas que detinham a memória anterior que insistiam em se envolver com manipulações, construíram impérios meticulosamente desenvolvidos, o que ajudou a criar o Império de Órion, além da manipulação e suporte de Satã e de seus amigos, que habitavam realidade etéricas além da materialidade da maioria dos grupos sobre seu comando.

Gradualmente, com o desenvolvimento das situações políticas, alguns membros da Confederação acabaram por se envolver sutilmente ajudando a estabilizar e definir os mundos que seriam de exílio e que deveriam receber a quarentena estelar, o que resultou em 37 mundos do perímetro central onde as perturbações estavam plasmadas. Esses membros eram em princípio Lord Gabriel e Lord Miguel Kumara, que iniciaram todo um processo de comunicação com as dirigências da Federação e dos planos éticos, para estabelecer uma linha consciencial e as novas leis de estado de sitio decretadas desde Salvingtón, a capital do universo Local de Nebadon, onde Micah é o regente criador.

Com essa nova realidade plasmada e sendo definida, muitas coisas começaram a mudar dentro da estrutura política, além de definir muitas coisas, onde os agentes passavam a desenvolver um trabalho mais claro e com objetivos bem mais meticulosos em suas tarefas secretas e de vital importância para se evitar grandes guerras, o que aliás foi evitado em muitas situações, devido a ação de agentes infiltrados que bloquearam ações que teriam levado a guerra aos mundos externos, que tinham por objetivo desarticular a credibilidade da Federação e envolvê-la em confrontos políticos contra Dracônia e Rigel, como acabou posteriormente acontecendo em algumas situações.

Diversos grupos subversivos com intenções a longo prazo, desenvolveram seus planos de controle social e intelectual, desenvolvendo táticas similares aos desenvolvidos pelas Confrarias na Terra, como por exemplo a Confraria da Serpente, que possui os Iluminatis, Os Iluminados da Baviera, Os Sábios de Sião e outros bem mais conhecidos, que controlam o poder intelectual, político e financeiro da Terra. O mesmo foi sendo plasmado na economia das civilizações com maior vulnerabilidade as ações nefastas dos agentes de Satã, onde cristalizou-se uma tática bem definida de como manter o poder sobre a população.

Vejamos algumas das diretrizes que foram desenvolvidas pelos grupos revolucionários e pelos decretos de Satã e seus seguidores, por de traz dos bastidores em Órion:

“O primeiro aspecto era dirigir os seres envolvidos dentro do plano, e deter o poder sobre as informações, podendo assim controlar a opinião pública de forma a direcionar a vida de cada cidadão. Deter o poder sobre a opinião pública e semear a discórdia, gerando assim egregoras elevadas de ectoplasma, que servem de alimento para os vampiros etéricos. Gerenciar os partidos políticos opostos, e criar sempre diferentes partidos políticos e religiosos, para manter a opinião pública sob controle, em diferentes linhas ativas. Essa confusão deve garantir que não exista união entre as diferentes culturas e nem dentro das famílias, garantindo assim que não existam grupos organizados, capazes de superar o controle das forças dirigentes invisíveis e dos governos controlados pelas forças invisíveis. Necessário criar literaturas e instruções insípidas, trabalhar a obscenidade e aspectos degradantes dentro da mídia, para manter as pessoas conectadas a seus baixos instintos, sem condições de elevar seus padrões vibracionais, nem seu intelecto.

Ao se intensificar os maus hábitos, as fraquezas dessas civilizações, elas deixarão de pensar e colocarão suas vidas a mercê de um controle governamental, pois a incompreensão deverá reinar dentro das diferentes culturas. Combater todas as personalidades fortes, com potencial de domínio, fazendo com que caiam em descrédito ou manipulá-las para os interesses do sistema de controle psíquico das populações.

Criar a inveja, ódio, diferenças sociais e culturais, guerras, privações, fome e propagação de epidemias, devem esgotar os povos a tal ponto, que eles acabem por deixar o controle sob a proteção dos grupos iluminados e escolhidos pela máquina da manipulação, pelo controle eletrônico e cibernética. Quebrar todo o poder do estado e dos governos, para que assim as instituições financeiras e as Casas de Comércio possam dominar e ditar as novas regras da evolução e controlar as diretrizes sociais e morais.

Desenvolver dentro do espírito dessas culturas a necessidade da dependência do poder financeiro e da superficialidade do mesmo e da aplicação dessa superficialidade sobre a vida quotidiana, não permitindo que a mente funcione. Desenvolver programas avançados onde o poder pessoal e as metas do mental, superem os aspectos religiosos e assim a energia da fé seja substituída pelo poder financeiro e as vantagens que isso oferece na vida prática material dessas culturas.
Gradualmente os grupos secretos ligados a Satã poderão manter o poder em diferentes frentes e com isso impedir a ação da Federação e dos planos espirituais e bloquear a ação das realidades etéricas sobre as culturas mais densas e presas ás realidades materiais, o que de certa forma acabará por amplificar o quadro de quarentena dos mundos envolvidos dentro dessa teia de aranha.

O enfoque central é desabituar essas culturas a pensar por si mesmas, deixando essa capacidade para as sociedades científicas e religiosas, que devem plasmar o caminho adequado do novo sistema que deve ser inserido gradualmente nos mundos e estados sob a mira da revolução consciencial que está sendo plasmada para as civilizações de Satânia.

Com o tempo as grandes massas estarão cegas e incapazes de pensar por si só, podendo ser manipuladas de forma simples, o que criará um império poderoso contra a ação das Fraternidades de Luz espiritual e assim bloquear a ação das hierarquias divinas dentro das realidades sustentadas pelo poder de Anhotak.

Para dominar essas culturas, é necessário por vias indiretas procurar desmantelar os pilares sobre os quais repousa toda a verdadeira liberdade, onde os direitos devem ser controlados e direcionados pela ação simulada das ações dos dirigentes escolhidos pela hierarquia de Satã.

É preciso criar a inimizade e medo entre as diferentes raças, para que a guerra sustente a máquina do poder e manipulação sobre todas as frentes de consciência, onde a união não possa se estabilizar, onde ninguém pense e se atreva a questionar o sentido da vida e os caminhos que estão sendo tomados pelas culturas envolvidas.

Cada líder político e religioso dever ser um agente especial, que sustente o poder e as diretrizes de Satã e de seus comandantes, garantindo assim a soberania absoluta de seus interesses e o reino de Anhotak, contra o reino de Micah. Desvirtuar o nome do criador local, o Lanonadek deve ser ridicularizado e adorado ao mesmo tempo, criando uma divisão profunda e com isso gerando as lendas, que com o tempo despistarão todas as consciências sobre o verdadeiro caminho a ser pesquisado e sobre a realidade do sistema. Todo o movimento deve sustentar a fé interna de cada cidadão e controlar isso como chave para sustentar o controle total sobre o espirito de cada cidadão de Satânia, quebrando assim o poder de Lúcifer e transformando-o em um DEUS da DUALIDADE, onde os valores pregados sejam atribuídos a ele e que as grandes cruzadas se manifestem em nome de um santo nome.

Os grupos iluminados deterão todo o poder bélico e das outras instituições, para garantir o controle total das humanidades e com isso manter uma linha secreta de comunicação e medidas de controle onde todas as jogadas sustentem o poder através de situações ilusórias, onde a consciência esteja sempre atrelada à ilusão da materialidade. Essas táticas devem garantir o caos da capacidade de alianças e insubordinação de eventuais grupos Avatáricos que surgiram no decorrer do desenvolvimento social e cultural dessas civilizações.
Deverãp se habituar as pessoas dessas civilizações a pensarem que possuem autodeterminação, onde gradualmente os valores familiares serão desfeitos, onde a educação desmorone de forma enganadora. Esses jovens perderão o senso do equilíbrio gerando um embrutecimento gradual dos valores, pervertendo-se, ficando mais fácil o controle da sociedade e suas diferentes castas. Em cada planeta onde nossos representantes estiverem, essas técnicas deverão ser adaptadas para gradualmente assumir o poder.

Deverão ser criadas lojas iniciáticas de elevado poder de penetração entre as elites da sociedade, com caráter de segredo, para assim infiltrar nossos interesses de forma sutil. Todas essas lojas iniciáticas deverão possuir representantes dos Iluminados de Satã. ”

Esta carta ou diretrizes que foram retiradas dos registros de Órion, tem incrível semelhança com escritos terrestres como os Protocolos dos Sábios de Sião, que são um material bem controverso, devido a sua origem ser discutível e nunca ter sido realmente esclarecido, pois a comunidade hebraica removeu seus exemplares no mundo todo. Pelo pouco que se sabe, o professor Russo S.Nillus em 1901 publicou esse conteúdo com o título de O Perigo Judeu. Interessante é o fato que parte desses registros estão na íntegra nos arquivos dos planetas de Capela, Boronak e Tau-Ceti, além de outros mundos considerados de quarentena pela Confederação. Mundos onde os agentes secretos dos Draconianos, Grays, Humanos de Órion e outras famílias ligadas a Satã, manifestaram seu poder de forma direta, como ocorreu em Sírius Beta e Kapa quando houve a Conversão Antares.

No Brasil existe um exemplar desaparecido que foi traduzido pelo senhor Gustavo Barroso, um cavalheiro que possui diversas condecorações entre elas a de cavaleiro da Cruz de Malta. Esse material chegou a ser proibido em muitos mundos, talvez porque ele apresente dados históricos irrefutáveis sobre atitudes políticas e financeiras que realmente nos dias atuais demonstram como a humanidade tem sido manipulada por forças ocultas, que coincidem com o nome dos Iluminatis. Entre todas as questões delicadas dos Iluminatis, temos como eles se infiltraram em diversas escolas iniciáticas importantes da Terra, assim como em outras como a Escola de Cristal de Sírius Beta, onde se faziam os estudos sobre as relações entre os planos sutis do universo e sua ação direta sobre as realidades mais densas, onde existia a união entre espírito e ciência. Uma escola modelo que em equivalência a Franco-maçonaria e as escolas do Oriente propagaram muitos ensinamentos a todos os planetas da Federação e das Casas de Comércio do Sistema Estelar de Satânia. Esses focos tinham que ser neutralizados com o tempo, pois estavam sob a proteção de pessoas encarnadas em diversos planos dimensionais, que por sua vez, sustentavam estreitas ligações com o projeto Avatárico de Micah, o que era um problema para a ação subversiva de Satã e suas equipes. Assim era necessário fazer um trabalho mais detalhado sobre as técnicas, para infiltrar-se nesses grupos. Existiam diversas lojas iniciáticas em todos os mundos, não apenas nos humanos, mas também dentro dos Draconianos, pois com o desenvolvimento dessas sociedades, a consciência também passava a despertar e com isso, as perguntas sobre o universo e suas leis cósmicas, mesmo com a tecnologia de controle eletrônico que esses mundos estavam sendo submetidos, o projeto Avatarico tinha feito muitas almas encarnarem em todas as fileiras, ajudando a despertar a semente da discórdia e da crítica contra as diretrizes governamentais totalitárias, contra o imperialismo e outras formas de dirigir as massas. Assim Satã tinha plena consciência que o projeto Avatárico, da mesma forma que ele, colocava agentes secretos por via encarnacional, ou clonagem para derrubar o poder da Federação e das instituições que se opunham aos planos de Anhotak.

Para combater esse tipo de ação sinistra dos filhos de Anhotak, os agentes da federação ligados às Fraternidades de Luz espiritual estavam trabalhando com Ashtar Sheran, THOT, Shtareer, Maitreya, Miguel e Gabriel, além de muitos outros seres de luz, tinham que se diversificar e sustentar uma postura integra, onde a corrupção deveria ser bloqueada mediante uma conduta amorosa e severa, não permitindo que as energias psíquicas e etéricas dos filhos de Anhotak atingissem seus pontos fracos, onde muitos agentes acabaram por ser pegos. O EGO foi um dos pontos mais delicados de milhares de agentes dentro desse conflito energético e guerra psíquica, que estava se delineando em todos os planetas de Satânia, principalmente entre as realidades de 3ª a 4ª dimensão, no entanto realidades de 5ª e 6ª também estavam sendo influenciadas gradualmente, de forma tímida, mas real, onde habitavam civilizações que aprenderam a ter que enfrentar a sua própria dualidade interna, onde a dualidade entre o negativo e positivo de cada ser coexiste dentro do seu aspecto molecular e atômico.

Os trabalhos da Casa de Anthuerpia liderados pela agente Zathia e sua equipe de colaboradores foi muito importante, pois um dos focos das escolas iniciáticas e dos grupos das diversas Confrarias, visava o controle total sobre essas Casas, sustentando assim uma importante manipulação sobre a economia da Federação e de outros mundos que potencialmente podiam interferir nos rumos da história Sideral. Assim Zathia detinha uma importante máquina comercial, que tinha que se manter em equilíbrio e ao mesmo tempo não entrar em conflitos diretos contra suas concorrentes, o que gerava situações delicadas do ponto de vista diplomático.

A Federação através de diversos representantes como Acar Odethon e ShtarRog desenvolviam ações de suporte e ajuda militar e política para sustentar a Casa de Anthuerpia, que com o tempo acabou se tornando uma grande pedra no caminho de Anhotak, assim como a presença secreta de Astreia e seus colaboradores, etéricos, que inseriam agentes Avatáricos dentro das fileiras internas das escolas iniciáticas, que Anhotak e Satã manipulavam. Diversas Almas Gêmeas de importantes Arcanjos e Mestres Ascensionados das elevadas FRATERNIDADES DE LUZ, estavam se infiltrando em paralelo em diversos grupos subversivos. Assim, Shtareer infiltrou dezenas de seus filhos ou Almas para ajudar ao Arcanjo Miguel com seus filhos formando um grupo de trabalho muito especial e poderoso, que detinha um poder espiritual e mental muito acima da média. Podendo equivaler-se aos exércitos de Satã, apenas com o poder do espirito e de suas capacidades extra-sensoriais.

Mas a ação desses seres era sustentada pela energia Crística de amor e de não imposição de seus valores às almas que ainda estavam internamente corrompidas ou em busca de seu equilíbrio. Por esse motivo suas ações eram tênues e voltadas a apenas mostrar o caminho, mantendo limites para que as forças opositoras não abusassem. Na realidade as almas encarnadas dentro do Projeto Avatárico, tinham a função de frear o desenvolvimento nefasto dos grupos de Anhotak em toda a Galáxia.

ShtarRog era um filho direto de Shtareer, que desenvolveu o lado guerreiro que sustentou os bloqueios bélicos da Federação contra as Casas de Comércio que manifestavam ações de controle e abuso contra o desenvolvimento intelectual e social dos mundos em desenvolvimento, onde teve o apoio direto do Almirante Ashtar Sheran, que como filho do Arcanjo Miguel, ancorava o poder da Justiça e do equilíbrio. THOT como outra manifestação de Shtareer, procurava bloquear o avanço das tropas e políticas draconianas, que corrompessem a própria natureza Draconiana, que estava dividida entre diferentes linhagens e classes temporais dessas raças, pois estava em contato com os antigos Sábios como era o caso de Potolak, que buscava resgatar a consciência pacifica de seus descendentes. Potolak vinha de culturas que já tinham sido materiais dentro da fisicalidade de 3ª dimensão nos primórdios da estabilização gravitacional da Via Láctea há mais de 13,7 bilhões de anos da contagem terrestre. Assim ele era um dos representantes do Conselho Cármico da Via Láctea, que procurava delimitar as ações irresponsáveis de Anhotak, que por outro lado poderia ser enquadrado como o Irmão negativo de Micah em escalas mais densas , por ser um Filho Paradisíaco residente na egregora da 15ª dimensão, bem abaixo de Micah, no entanto com poder e liberdade de interagir com diversos grupos Monádicos, gerando assim uma forte dualidade consciencial nessas Mônadas, inserindo assim diversos aspectos que são estudados na Cabala, entre eles a dualidade do CRIADOR, a dualidade das SEFIRAS e de outros aspectos que procuram explicar o porquê da dualidade entre irmãos.

Potolak ajudou em muito a ação de unificação de Ashtar Sheran e de THOT, contra os grupos guerrilheiros, que por sua vez também eram manipulados de forma a efetuar ações que só eram interessantes para Satã.

Lúcifer, por sua vez, procurava diretamente com o Conselho Cármico, delinear táticas que permitissem o despertar de seus filhos para a realidade das manipulações, onde a linha temporal é bem diferente da realidade psíquica que essas almas vivenciavam em suas realidades. Assim, diversos trabalhos em paralelo estavam sendo efetuados para manter um equilíbrio, onde todos os Elohins e outros agentes espirituais faziam parte desse Xadrez Cósmico que estava em andamento e proliferação dentro da consciência de trilhões de almas encarnadas.

As Casas de Comércio portanto, representavam uma forma direta de modificar o equilíbrio de poder, devido ao aspecto financeiro e político que elas representavam na expansão dos Impérios ou mesmo da Federação, onde as disputas pela posse dos planetas a serem colonizados ou minerados era uma questão estratégica, que envolvia diversas linhas de espionagem e intrigas, onde a ação direta dos grupos de ambas as frentes, era bem definida, pois o poder tecnológico era em muitas vezes decidido sobre os recursos minerais desses mundos em disputa. Diversos recursos minerais disponíveis em planetas extremos, onde as condições gravitacionais ou mesmo ambientais eram além do normal, sustentavam importantes jazidas de minerais, destinados ao desenvolvimento de tecnologias de propulsão espacial ou de sistemas de dobra e propulsão temporal, que determinariam a ação definitiva da superioridade tecnológica e militar dos grupos envolvidos.

Os Cristais eram um dos principais sistemas de energia que sustentavam grande parte da tecnologia empregada pelos grupos de ponta, além do ouro, platina, Titânio, cobalto, urânio, Hematita, polônio, Cassiterita, Berquélio, Samário, Tório, Protactínio, Cério, Litío, Estrôncio, Paládio, Mercúrio, Astato, Radônio, Rubídio, Ósmio entre alguns dos principais elementos que sustentavam diversos aspectos científicos e industriais dos grupos de ponta científica e tecnológica. Além de outros compostos desconhecidos da Terra até o momento.

Assim, para as Casas de Comércio manterem um grande número de planetas sob seu registro, havia a necessidade de frotas para proteger da pirataria esses mundos, onde entravam a Federação e outros grupos em equivalência, de menor porte, mas sem ética no que se refere na forma de proteção desses mundos, onde atuavam muitas vezes os grupos mercenários, que eram sustentados em segredo pelas Casas de Comércio.

Zathia tinha que estar sempre equilibrando as coisas e sustentando posições delicadas à frente das outras Casas de Comércio sobre os mundos que detinha supremacia tutelar. Nemarathan por sua vez desenvolvia as necessárias ações para garantir quer essa Casa de Comércio de Anthuerpia se sustentasse dentro de uma relativa inocência e bom grado com as outras concorrentes, sem com isso revelar a fachada que ela realmente desenvolvia em diversas ações envolvidas com colonizações e construção de bases secretas subterrâneas nesses mundos, para proteger esses mundos de futuras invasões, como ocorreu com a TERRA.

A Casa de Anthuerpia construiu importantes bases secretas muito antes da Terra ter sido conquistada ou roubada da Federação há mais de 857 mil anos da contagem terrena, antes da chegada dos Deuses dos últimos ciclos evolutivos, em parceria com as energias de Sanat Kumara, sustentando uma importante rede de cidades etéricas que possuem seu equivalente material a centenas de quilômetros de profundidade, em localidades ainda na atualidade secretas para os grupos subversivos de Satã que habitam as profundidades da Terra em suas cidades intraterrenas.

Krothon e Antoraquel desenvolveram planos de ação juntamente com Shimina-Han para acelerar o processo de divulgação de conceitos filosóficos sobre as leis universais, principalmente sobre as diretrizes da lei cármica, sobre as diversas realidades psíquicas que envolvem todos os seres do universo e sua estrutura energética desde os planos sutis, o que era justamente o contrário ao que Satã e suas equipes estavam pregando, criando assim uma contradição e oposição bem definida entre as culturas emergentes, que em geral habitavam as realidades entre 3ª e 4ª dimensão de consciência.

Assim, ao impor uma nova postura filosófica, diversos grupos com seus agentes Avatáricos, conseguiram resfriar os planos de dominação e manipulação de Satã, no entanto essa situação nos mundos mais densos e com maior grau de conflitos, geraram situações onde diversos movimentos anárquicos se plasmavam de forma bem profunda e crítica, devido ao grande número de agentes infiltrados e suas sabotagens.

A Líder política Palanises foi uma das egregoras femininas que mais desenvolveu um trabalho de tratados e acordos diplomáticos com as Federações sustentando um plano de unificação que vinha sendo desenvolvido por Ashtar desde a constelação do Centauro. Lilith também foi uma estreita colaboradora de Palanises para gerar uma unificação junto a diferentes linhas políticas e estratégicas, para impedir o avanço desmedido das forças bélicas de Satã e de Satanás, que sustentava uma frota imensa como inibidor da coragem dos inimigos potenciais, pois desfilava com suas naves em manobras militares com muita frequência.

O Mestre Aeolo juntamente com Lúcifer procuraram desenvolver estratégicas, para reverter o quadro dos programas sabotados por Satã, desde as altas esferas, onde se incluíam os programas encarnacionais e os hologramas que semanticamente têm relação com o filme MATRIX e o 13º Andar. Esses programas tinham sido sabotados em diversos aspectos genéticos ainda nas matrizes monádicas, o que representava a ação direta dos agentes Ascensos de Anhotak, pois desde a 15ª dimensão, era possível acessar os códigos genéticos de diversas matrizes monádicas, como existiam diversas Mônadas ligadas a dualidade de Anhotak, era fácil inserir programas e padrões genéticos com variações e alterações que se manifestariam diretamente em determinadas situações a partir da 6ª dimensão de consciência, e gradualmente ativando-se à medida que a realidade ficava mais densa, o que explicava a alta taxa de dualidade e violência dos grupos físicos da 3ª dimensão e realidades próximas a essa vibração. Assim, para verificar essas sabotagens, era necessário contatar os registros Monádicos de diversos grupos e unir os trabalhos dos Senhores do Carma, para assim poder instaurar um processo administrativo contra Anhotak, que infringira a lei de não manipulação e assédio aos grupos Monádicos em evolução, ou seja, grupos Monádicos, que foram criados recentemente, e que devem desenvolver toda uma série de etapas encarnacionais e vivências para burilarem suas capacidades criativas, para assim adquirir o equilíbrio como CO-CRIADOR, o que aparentemente tinha sido modificado, pois existem os Grupos Monádicos que já efetuaram a sua jornada em todas ou algumas linhas encarnacionais e detêm uma relação bem clara sobre suas intenções. Outras Mônadas ainda recentes que foram criadas pela energia de um CO-CRIADOR ainda detêm toda uma linha experimental até adquirir essa sincronicidade com o universo dentro da própria dualidade, assim diferenciam-se as Mônadas maduras das novatas. Nesse caso uma Mônada novata ou jovem, recebe a ajuda do Ajustador de Pensamento e do Cristo que a formou estabilizando seu EU SOU, para que ocorram os programas evolutivos e experienciais no universo multidimensional que ela deve plasmar em suas jornadas, até adquirir total independência como Cristo e Criadores e dar continuidade ao ciclo criando outras Mônadas e sustentando outros EU SOU através da sua experiência e ciclo universal de vida. Assim verificou-se que Anhotak tinha influenciado e manipulado diversos grupos Monádicos, para assim inserir codificações que ativariam aspectos de alta negatividade no campo genético de diversas raças, despertando assim a negatividade, agressividade, e outras características que culminariam na corrupção social e na formatação dos Iluminatis dentro de diversas realidades dos mundos em maior gradiente de dualidade, como Capela, Tau Ceti, Boronak, Terra, Maldek, Athinqui, Sírius Beta, Sírius Kapa, Rigel, Orion, Saiph, além de diversos mundos próximos a Alnilan, Mintaka e Alnitak, onde diversos aspectos conturbadores foram registrados na evolução de milhares de formas de vida, em diferentes realidades temporais e dimensionais.

(Texto escrito por Rodrigo Romo publicado originalmente no final dos anos 90.)

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Federação Interestelar e Pleiadiana

Amigos e alunos,

Este é um dos textos antigos que disponibilizamos para estudo. Trata do jogo político estelar entre os diversos grupos de Plêiades, suas diferentes raças e interesses, além dos grupos exilados de colonizadores e pesquisadores que vieram para a Terra e acabaram por experenciar seus processos encarnacionais. 

Um ponto a ser esclarecido é relacionado a duas facções que foram montadas e sustentadas até o presente momento dentro das delegações provenientes da constelação de Plêiades. Inicialmente, devem entender que Plêiades é uma constelação com aproximadamente 350 estrelas, dentro de um conglomerado semiaberto de poeira e nuvem estelar. Um verdadeiro berço de estrelas e de planetas de diversas qualificações. Dentro de toda essa estrutura, existem diversas raças que utilizam tecnologia espacial e outros tipos de tecnologia. Esse grupo formatou a Federação Unida dos Planetas dentro desse conglomerado e, posteriormente, se anexou à Federação Intergaláctica, que já possuía integrantes de outros sistemas estelares e constelações. No entanto, dentro das disputas de poder entre as raças adâmica de Ária e Semitas, devido às guerras, acabou-se criando duas facções políticas. Portanto, a Federação Pleiadiana está relacionada à raça ariana de Ária, que dentro de 3D a 5D, formatou a realidade do novo império Pleiadiano. Essa estrutura não reconhecia na totalidade a idoneidade da Federação Interestelar e da Unida de Planetas, justamente por questões de ordem político-racial. As diferenças de ordem política eram na verdade baseadas no pré-conceito relativo às diferenciações raciais e nas diversas etnias dos grupos que já controlavam o poder tecnológico e colonial dentro dessa constelação.

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AS LIDERANÇAS DE ORION

No decorrer do processo político da detenção do poder, muitos agentes de ambas as partes acabaram atingindo um elevado nível de poder e influência dentro das respectivas sociedades, sejam elas humanas, reptilianas, insectoides e das outras formas de vida biológicas dentro desse contexto. Cada qual teve diversos líderes e coordenadores na sustentação desse jogo de poder cósmico. Ao longo do tempo, o poder não estava mais concentrado apenas no controle religioso dos indivíduos, mas nos mecanismos tecnológicos e nas programações ideológicas em diferentes gamas da psique da sociedade dessas diferentes Federações ou Alianças, que tinham se formado gradualmente através da infiltração de agentes dos diferentes grupos de pesquisa e poder dos Filhos Paradisíacos, que se encontravam desdobrados e aprisionados nesse contexto existencial.
A sociedade foi dividida em castas para poderem ser inseridas dentro de um contexto social estelar mais equilibrado que amplificasse o jogo para o desenvolvimento da Colonização de outros mundos e dessa forma, expandisse o conglomerado de poder de cada facção. Para isso era importante colocar Comandantes, ou líderes politicamente amparados, para que cada sociedade pudesse seguir o plano traçado no âmbito invisível pelos manipuladores das outras dimensões além dessa frequência material.

Dentro do palco político da Constelação de Orion, destacam-se no palco político das principais facções raciais entre 3D e 5D diversos Comandantes ou Líderes sociais, que acabaram por gerar a expansão colonial e a quebra de muitos paradigmas dessas mesmas sociedades ao longo do complexo contexto dimensional e temporal, decorrente da manipulação de tecnologias que empregavam o fluxo do tempo como mecanismo de poder.

Satã, líder político da uma das facções da raça Reptiliana, que tinha coligação com o Conselho Galáctico Shamuna, tendo estreitas ligações com as hierarquias do Arcanjo Lúcifer no Conselho. Satã também é denominado por muitos pelo nome de Satanás, que seria na verdade o nome escolhido dentro das linhagens reptilianas, como um cargo de responsabilidade perante o Conselho Galáctico. Foi um dos Líderes da raça reptiliana que separou parte da evolução dos Reptilianos do contexto dos jogos de interesse de Sarathen e consequentemente da Ordem do Dragão Negro (ODN), ao gerar quebras no domínio e na nanotecnologia empregada pelos filhos de Sarathen. Foi justamente Satã que rompeu o domínio através da nanotecnologia genética de Sarathen, para libertar parte dos reptilianos e dos Dracos, que fez com que ele se tornasse um líder nato na busca pela liberdade de seu povo e ao mesmo tempo buscasse uma linha de intermediação com as outras lideranças inclusive as não reptilianas. Satã atingiu o poder através do Conselho Draconiano no sistema de Thuban, sendo posteriormente indicado para o Conselho de Rigel e encarregado de construir um Império reptiliano no sistema de Rigel e Saiph, função que ele cumpriu exemplarmente, no entanto sem a dominação direta de Sarathen, ao quebrar seu monopólio através das ajudas e intervenções do Projeto METROM.

Satã também era um ser espiritual dentro de um processo encarnacional, no entanto ele tinha entrado no processo desde a cognição psíquica de 6D e através dela penetrado nas esferas de até 3D, conhecendo dessa forma todo o leque vibracional entre as diferentes dimensões e seu fluxo temporal. Dessa forma ele também tinha interesse na interação genética com o projeto de Micah, inserindo na estrutura genética dos Reptilianos o códigos do CRISTO-MAHATMA, para libertar essa raça do domínio de Sarathen e inserir com METRATOM e seus filhos, uma nova orientação na evolução dos povos de Orion. Na verdade a alma que ocupa o corpo biológico de Satã era um enviado direto do Filho Paradisíaco Anhotak, com a função de equilibrar esse jogo e não permitir que Sarathen destruísse o desenvolvimento da raça reptiliana junto aos códigos de Micah. Portanto Satã era um enviado de Anhotak, para gerenciar o equilíbrio dessa transfusão genética entre os diferentes genomas e com isso inserir a condição do CRISTO – MAHATMA em ambas as linhagens.
Muitos aspectos da guerra fria, por assim dizer, foram contornados e gradualmente manipulados por Satã no intuito de gerar condições de cruzamento genético entre Humanos, Zetas, Dracos, Draconianos, Alpha Cytraks, Greys, Humanoides, e outras formas de vida biológica, para equilibrar o contexto multidimensional desses genomas, permitindo dessa forma, que os fractais de alma pudessem entrar e interagir entre esses diferentes genomas, através do processo encarnacional. Mas o maior conflito e problema que a liderança de Satã enfrentou na sua gestão, foi justamente a nanotecnologia inserida no controle das raças aprisionadas no jogo de interesse de Sarathen, que infiltrou os XOPATZ e outras equipes no contexto político e religioso do grande Império de Orion. Este foi o maior desafio e linha de confronto na qual Satã travou conflitos severos e gerou rebeliões em diferentes frentes no fluxo temporal e Orion, para quebra do poder de Sarathen sobre uma parte da raça reptiliana e com isso ajudar na conclusão do projeto METROM.
Na verdade Satã não era um amante dos ideais de Micah, mas também não concordava no fluxo dos acontecimentos da forma como Sarathen e seu pai Anhotak tinham deixado acontecer, através de suas disputas de poder. Ele estava mais interessando em centralizar o poder sobre si mesmo e dessa forma gerenciar a evolução das espécies sobre seu controle, mas permitindo o processo ascensional a medida que ele mesmo ia presenciando esse processo. Portanto, na verdade Satã que a estas alturas já era um Comandante da linhagem Lanonadeck Secundária, pretendia era libertar os povos galácticos do controle de Sarathen, mas deixá-los sobre seu controle e com isso inserir gradualmente os códigos do CRISTO-MAHATMA conforme seus interesses e delegação de poder com os outros comandantes que ele tinha capacitado e preparado para fazerem parte de sua liga de comando. Na verdade, o que estava sendo realizado era uma troca de poder entre as facções lideradas e infiltradas por Sarathen e pelos Xopatz, pelo comando e intenções de Satã e sua equipe. Este por outro lado estava ciente da necessidade dos Filhos Paradisíacos maiores, como Micah, Anhotak, Emanuelys, SHTAREER e outros de gerar o equilíbrio no projeto através do foco não apenas desse CRISTO CÓSMICO, mas de outros que também tinham inserido sua codificação no palco político. Portanto caberia a Satã utilizar esse jogo em seu proveito, mas de forma inteligente, para que ele ainda saísse como um Líder e um estrategista bem quisto por todos os Filhos Paradisíacos.

Portanto Satã estava criando um novo jogo, no qual Sarathen era um empecilho, assim como os seus correligionários políticos, que tinham infiltrado a dependência religiosa em grande parte das sociedades entre 3D e 5D. Libertar as sociedades desse holograma de aprisionamento era um de seus interesses, para galgar uma posição estratégica junto ao Conselho. Este movimento seria posteriormente denominado de grande Rebelião de Lúcifer/Satã, pois na verdade Satã se aproveitou de uma conferência do Conselho Shamuna, para gerar o movimento de quebra do domínio religioso sobre as operações governamentais de parte da federação de Orion. Na verdade o Arcanjo Lúcifer quando questionado sobre o processo de controle das almas e dos clones, dentro de seu ciclo reencarnacional controlado e hipnotizado pelo contexto religioso, por parte dos Anciões de Dias de Alcione e da Aliança Humana, que tinha sido favorecida pelo Comandante ONARA, teve como resposta do Arcanjo Lúcifer uma profunda negativa, sobre esse regime de escravidão, onde os clones e outras almas não clonadas estavam presos a hologramas religiosos de aprisionamento encarnacional, sem direito a voltar para a fonte primordial. Este foi o momento decisivo para que o Lanonadeck Satã e suas equipes, criassem um movimento político de quebra entre o poder governamental e os hologramas religiosos. Este procedimento chefiado por Satã, viria a ser conhecido como a Grande REBELIÃO, que levou em alguns mundos o nome do Arcanjo Lúcifer e em outros mundos o nome de Satã.

Este movimento político gerou a quebra em 2 facções dentro da Federação de Orion e dos outros grupos de poder, que gradualmente acabaram sendo influenciados pelo movimento que sabiamente Satã gerou, ainda mais nas manipulações genéticas com as quais ele quebrava o poder de Sarathen e inseria uma nova codificação direta de Anhotak em linha de absorção dos códigos de Micah e dos outros Filhos Paradisíacos.

Esta quebra do poder absoluto do contexto religioso, como limitador na escala de evolução da consciência, foi abolido em uma das facções, que estava sobre a liderança de Satã e de suas equipes, pelo lado das raças reptilianas e humanoides com o genoma Draco, mas por outro lado, na linha dos humanos e humanoides, existiam diversos outros Comandantes que estavam buscando resgatar estas outras formas de vida, aprisionados nessa proposta dogmática. Assim, o Comandante Oberon foi um dos que junto com Anyon-Dher criou condições de atuarem entre 3D e 5D, para libertar parte da civilização humana do controle religioso imposto pelos líderes da Aliança Humana. Em determinados momentos esta Aliança humana e os reptilianos liderados por Satã tiveram interesses mútuos de libertação e de colonizarem planetas livres da influência política da então Federação de Orion.

A proposta era que para impedir uma nova guerra, novos planetas fossem disponibilizados no contexto colonial para ambas as facções religiosas e não religiosas, para expandir a evolução e dar oportunidade para que ambas as sociedades tivessem a oportunidade de evoluir conforme sua convicção. Inicialmente a opção foi aceita e gerou o contexto do Êxodo político e religioso de diversas civilizações para novos planetas, sendo que a Terra era justamente um dos planetas com condições ideais em 3D a 5D, estando bem próximo ao palco político dos acontecimentos. Além de ser um planeta Morontial com codificação Micahelica na estrutura de seu núcleo.
Então a Terra desde esse processo já era um foco de interesse, para criar uma nova condição de vida, inicialmente livre dos dogmas de controle dos nanites inseridos no genoma das principais raças de Orion e das imediações do mesmo. A Terra apresentava projetos bem antigos e estava livre para ser utilizada novamente para esta nova proposta. Dessa forma o Lanonadeck Satã enviou suas equipes reptilianas para colonizarem cidades e estabelecer centros de apoio para as futuras raças draconianas e Dracos, que seriam inseridas na Terra e nos planetas vizinhos. Estas raças chegaram à Terra muito antes da implantação do genoma humano e humanoide, que tem sua marca na linha temporal de 3,2 milhões de anos. Mais um foco político que acaba sendo inserido no fluxo temporal da Terra e de suas realidades paralelas, além do que viria ser o futuro do Umbral da Terra, quando haveria a invasão das equipes da ODN na Terra e com a chegada dos Anunakis.

Satã então encabeçou a linha psicológica e política da quebra da dominação religiosa e quebrou os dogmas ideológicos, nos quais uma alma nunca poderia chegar a DEUS-FONTE, sem a ajuda dos SERAFINS e dos Ajustadores de Pensamento, instrução que era mantida pelos Anciões líderes da Aliança humana e humanoide desde o centro operacional de Alcione, tanto para as raças humanas quanto para as reptilianas e as draconianas, pois todos tinham criado o seu império com clones após a grande guerra, empregando o mesmo conceito filosófico, para manter o equilíbrio das forças e o controle de ambas as linhas de poder. Justamente o que Sarathen desejava, para ampliar a sua atuação na Via láctea, e poder aprisionar a alma desses seres dentro das Bolhas Dakar, que estavam sendo formatadas pela criação conceitual de PARAÍSO – INFERNO. O universo estava dividido entre aqueles que seguem para o paraíso em linha de ascensão para A FONTE QUE TUDO É, e para aqueles que tinham carma, culpa e ações negativas, indo parar no INFERNO, ficando aprisionados no ciclo encarnacional. Este conceito era sustentado até os dias de hoje pela nanotecnologia e implantes neurais, que submetem uma mente inteligente a absurdos sem sentido, através da fé religiosa e dogmática. Paradoxalmente apesar da elevada tecnologia e da capacidade de viajarem no tempo e entre as estrelas, esses seres se mantinham presos a dogmas bizarros de fundo religioso, que estavam inseridos desde a sua formatação como clones. Ou seja, no momento da clonagem, era inserida esta codificação dentro da estrutura de seu genoma, passando a ser uma verdade absoluta. Assim era fácil controlar uma sociedade de bilhões de seres ao longo do tempo e na expansão colonial que formatou a Federação galáctica. A quebra desse sistema era do interesse de todos os Filhos Paradisíacos, que queriam de volta os seus fractais de alma, aprisionados, portanto o Lanonadeck Satã era a solução para esta situação, quando ele iniciou a quebra e começou as contramedidas eletrônicas para neutralizar os implantes de submissão religiosa, uma guerra santa foi travada, sendo que em alguns planetas, realmente houveram conflitos armados e guerra mais complexas, gerando êxodo para outras partes da galáxia. Estrategicamente Satã soube se posicionar e aproveitar o momento de libertação, mas também soube trabalhar com outras equipes e delegar comandos, evitando dessa forma ser um ditador, caindo na graça dos Filhos paradisíacos, que gradualmente depositavam nele mais poder e confiança. Esta situação gerou naturalmente o desdobramento multidimensional e temporal das ações de Satã e da formatação de um novo império que acabaria por se concretizar entre 4D e 5D, formando uma sociedade intermediaria entre o jogo político de Sarathen e os interesses da Aliança da Luz que era controlada por METRATOM.

Satã criou uma equipe de apoio e delegou comandos e atribuições para cada um desses seres poder dessa forma gerenciar esta nova linha de acontecimentos, sendo Belzebu um dos mais importantes, junto de Asmodeus e Astoroth, no controle e na nova programação genética, contendo novos códigos dos Filhos Paradisíacos que estavam entrando nesta nova fase do processo encarnacional e consciencial. É fundamental para poderem assimilar bem esta parte dos acontecimentos, que o conceito de Mal e Bem, não pode ser empregado de forma linear como ocorre na Terra, pois o que estava em jogo era uma civilização inteira e bilhões de almas aprisionadas em um jogo de poder. Satã simplesmente gerou um movimento de mudança estrutural e se posicionou como Líder, para poder absorver mais conhecimento e vampirizar gradualmente durante o processo essas mesmas almas, mas dando liberdade a elas, uma liberdade relativa, na medida que elas acabavam por ficar em débito com ele à medida que evoluíam e quebravam os dogmas do passado. O grande opositor ideológico que sustentava na realidade humana e reptiliana a FONTE QUE TUDO É, de forma a manter os clones e outras almas presas era justamente o ser denominado como ATHOM, que representava uma partícula do TODO, sendo ela a responsável por enviar a alma e sua centelha divina de volta a FONTE QUE TUDO É. No entanto, essas almas eram colocadas em estado de congelamento após a morte física e sua desacoplagem do corpo físico, ficando em estado de criogenia por tempo indeterminado. O Conselho de ATHOM era quem definia se uma alma poderia ou não ser empregada em outro contexto encarnacional. Em caso positivo a sua memória era completamente apagada e essa alma iniciava uma nova fase encarnacional, onde fosse enviada. Este procedimento era muito importante na questão colonial, onde se empregavam estas almas para encarnarem em planetas primitivos a serem conquistados e adequados aos interesses da Federação Galáctica. ATHOM representava e ainda representa para muitas sociedades o conceito de uma FONTE ÚNICA no universo, que está por trás de tudo o que foi criado. No entanto, esse não é o problema, mas sim o conjunto de manipulações que foram inseridas nesse jogo através desse holograma virtual, que estava coligado aos implantes neurais, nos quais essa energia chegava telepaticamente a todos os serem implantados durante o processo de clonagem, dentro do programa de estabilização das sociedades que faziam parte da Federação de Orion, Plêiades, Sirius, Pegasus, Cassiopéia e outros setores próximos.

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