ARQUÉTIPOS GENÉTICOS CONSCIENCIAIS – ÚLTIMA PARTE

Continuação do livro “A Ordem Amarylis” de Rodrigo Romo, que está em desenvolvimento.

 

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Bom, vamos começar a entender o que significa a palavra sacerdotisa desde a sua origem, o latim: Sacerdos = sagrado, Otis = representante. Portanto, significa que uma sacerdotisa é uma representante sagrada de alto patamar ligada aos DEUSES do passado, com os quais elas tinham acesso e trocavam informações, ensinando e educando a sociedade.

Possuidoras de conhecimento, magismo e até mesmo de equipamentos dos Deuses para representá-los perante a humanidade, elas tinham diversas tarefas e afazeres dentro da sociedade humana, entre eles de inserir uma religião e culto para servir aos Deuses para abastecer suas necessidades e desejos, já que para eles a humanidade era sua escrava e ao mesmo tempo sua criação, estando obrigada a responder através de favores e devoção e colocando essa responsabilidade na linhagem das Deusas – Sacerdotisas.

Um dos grandes desvios que gerou a religião e os sacrifícios de animas se deve na verdade ao ritual de preparação dos alimentos para os Deuses, que com o tempo se perdeu essa percepção, pois é preciso entender que os Deuses, sejam eles de Nibiru ou de outras localidades, eram físicos igualmente à humanidade mas com tecnologia superior. Eles consumiam alimentos, entre eles a carne de animais, vinho, cerveja, água e frutas, motivo pelo qual existiam rituais de preparação dos alimentos que com o tempo gerou a ritualística religiosa que se perdeu no passado e acabou sendo adaptada aos interesses das etnias mais conservadoras no fluxo do tempo. Também as técnicas com ervas para a cura e tratamentos foram passadas pelos Deuses para as Sacerdotisas, fazendo com que a sociedade dependesse delas em quase sua totalidade, cabendo aos homens a caça, cultivo e sustentação física e terrestre da vida. Mas tudo que era passado pelos Deuses, somente as sacerdotisas tinham acesso, até porque os Deuses procriavam com as mulheres sacerdotisas da Terra quando lhes convinha.

Pelos estudos relativos às Sacerdotisas antigas, dentro do que se entende na sociedade dos Acadianos e dos Sumérios, as Sacerdotisas eram chamadas de ENTU, consideradas do escalão superior em relação às outras Sacerdotisas. Estas possuíam trajes diferenciados, possuíam estatuto de igualdade com os Sacerdotes Masculinos, possuíam propriedades e podiam realizar transações econômicas além da realização de cerimônias associadas à sua linhagem religiosa conforme o Deus ou Divindade que estivesse sendo ativado conforme o interesse do Rei e dos Deuses, para manter a sociedade dentro do controle. Já os outros níveis de Sacerdotisas como as NADITU serviam nos templos dedicados à Deusa INANNA na antiga cidade Nibiruana de URUK. Estas não possuíam bens e ficavam submetidas diretamente aos interesses dos deuses e de Inanna, sem poderem gerar descendentes entre os humanos, a não ser que uma Divindade as fecundasse. Estas sacerdotisas especiais que possuíam uma beleza extraordinária, aparecem em registros sumérios como de Enmerkar e no livro do Senhor de Aratta, onde se descreve a importância dessas sacerdotisas para os interesses diretos de Inanna.

Inanna/Ishtar, vestindo um adorno de cabeça característico das altas sacerdotisas – Fonte: wikipedia

As Sacerdotisas da linhagem de PUABI eram em geral rainhas semitas dentro de Acádia, que acabaram sendo empregadas como prostitutas, como é descrito no Qedesha ou Kedeshah, associadas com a Deusa Asherah. Esta questão da prostituição deve ser vista com muita cautela, pois na verdade a sexualidade era usada pelos Anunnakis como uma forma de controle dos homens da sociedade terrestre e ao mesmo tempo para amplificar a linhagem genética da humanidade através dos implantes e abduções que na época eram conhecidos como arrebatamento por parte dos Deuses. Temos ainda nessa linha de pesquisa outro tipo de Sacerdotisa como as QUADISHTU que serviam dentro dos templos da Deusa QETESH e realizavam diversos rituais de cura e alimentação para deuses e para a sociedade, ligadas ao poder da LUA e dos 4 pontos cardeais, além de diversos outros aspectos sagrados do feminino e do poder da fecundidade. Já as Sacerdotisas como as ISHTARITU eram especializadas nas artes, na música, canto, dança, e serviam em princípio nos templos de Istar e para o Rei conforme o interesse político de cada situação.

Dentro do estudo das Sacerdotisas antigas, temos as gregas PITONISAS, que em geral possuíam o poder dos oráculos, capacidade de adivinhação que era passada pelos Deuses, sendo em especial neste caso o Deus APOLO. Em geral, todas as pessoas que possuíam contato com os Deuses no passado tinham privilégios e eram ensinados em segredos e em tecnologias superiores, que aos olhos dos humanos convencionais era denominado de magia ou até mesmo bruxaria pelos grupos opositores, lembrando que existiam muitas disputas de poder e interesses entre os diferentes Deuses e consequentemente, pelos humanos que eram colocados nessa trama de poder e disputa por controle territorial e seleção genética através de suas abduções e inoculação de material genético nas sacerdotisas que geravam filhos com melhores capacidades que os humanos convencionais. Pelos registros do autor Zecharia Sitchin, em suas traduções e adaptações ele cita em diversos momentos que ENKI/EA teria copulado diversas vezes com as mulheres da Terra e gerado filhos mestiços com elevadas capacidades cognitivas e se destacado na literatura antiga como Noé, Adapa, entre outros.

Na sequência do império grego, quando surge o império Romano, surgem outras sacerdotisas na mesma estrutura, que em Roma passam a ser denominadas de VESTAIS, dedicadas ao culto da Deusa Vesta, tendo importante papel dentro da sociedade romana e da política estrutural de Roma e dos povos anexados pelo império. Basicamente aqui temos a continuação do que existiu antes na Grécia e no início dessa cultura que se instaurou antes do Dilúvio e acabou ressurgindo depois, tendo a mulher o papel fundamental da procriação e restauração na crença dos Deuses para estabelecer a nova ordem religiosa e cultural de uma sociedade. Mesmo depois dos Anunnakis e os outros povos estelares se afastarem da realidade física da humanidade, o seu controle continuou através dos rituais e das comunicações veladas com os médiuns e os diferentes aspectos da religiosidade ensinada para os discípulos através dos dogmas, obtendo o controle e coordenação da humanidade em suas diferentes etnias pelo mundo. Esta parte foi mais intensificada logo após o processo do Dilúvio, pois antes disso a lembrança da origem estelar e dos outros mundos pelas civilizações mais avançadas fazia parte do conhecimento de muitas culturas, principalmente dos antigos continentes e suas civilizações como MU, Lemúria, Antártida e suas mais avançadas cidades nessa vastidão de terras onde dezenas de cidades e civilizações floresceram na marca dos últimos 800.000 anos e tiveram o seu fim gradual entre os últimos 50.000 até os decisivos 12.000 anos, que teria sido a marca estabelecida para o Dilúvio e a mudança das coordenadas do eixo e órbita da Terra, mudando por completo o destino dos sobreviventes e uma nova Ordem Mundial implantada pelos Anunnakis sobreviventes na superfície da Terra.

Controle é o que define esta nova fase da humanidade e da Terra, atrelado ao aspecto que poucas pessoas e entidades associam, que é o extremo contingente de Almas exiladas dos mundos negativados do setor da Zona Neutra e dos outros mundos de Exílio ou quarentena, totalizando com a Terra 37 mundos no setor de Orion, onde em todos o controle foi desenvolvido através das codificações genéticas das progenitoras, ativado no inconsciente coletivo dessas Almas. O que inclui o aspecto das Sacerdotisas e de seu poder de ligação com os DEUSES e a transferência do material genético para melhoria do genoma físico dos humanos e humanoides dentro desses 37 mundos de Exilio e para pesquisa ao mesmo tempo. Cada um desses 37 planetas possuía realidades paralelas e conexão através de Portais e através do plano Astral e Umbralino da Terra, assim como com os grupos de exilados inseridos nas diversas realidades existenciais da Terra, dos próprios Anunnakis e de outros extraterrestres inseridos desde o controle da Cúpula de Cristal até outros planos da fisicalidade.

Esses 37 mundos do setor central de Orion e das Federações inseridas no contexto político de Orion e suas adjacências, representam dezenas de projetos da estrutura social e tecnológica que essas culturas das 108 Federações alcançaram com o aprimoramento genético para resolver doenças que foram criadas ou o efeito colateral do período das guerras e conflitos raciais. Muitos dos efeitos levaram diversas raças quase à extinção e deficiência biológica, que procuraram na linha temporal e nos mundos de exílio a solução nas pesquisas dos genomas dessas raças colocadas em aprisionamento. Para isso, o processo de controle e pesquisa foi inserido através da religião e do contato entre os habitantes dos mundos de exílio com os Deuses que controlavam o seu desenvolvimento. Em todos esses 37 mundos a comunicação e observação do processo evolutivo das sociedades e do processo de abdução é regular nos registros históricos destas culturas antigas na Terra e nos outros mundos de exílio.

Cada linhagem racial de extraterrestres ligados às 108 Federações e outras além delas, acabou inserindo seus projetos na Terra. Assim como as próprias divisões raciais entre as diferentes etnias de humanos e humanoides inseridas pelos grupos estelares além dos Anunnakis de Nibiru, que representam parte da linhagem dos Pleiadianos, como foi o caso do grupo de Aldebarã da raça ariana através da representação de Wotan ou Odin, como é também conhecido. Este Deus que também era conhecido como Woden para os Anglo-saxônicos, era a divindade da guerra, sabedoria, magia, mistérios, poesia, ciência, padroeiro dos adivinhos, senhor das runas, Deus da agricultura e senhor da cidade orbital Asgard. É sabido que ODIN interagiu com os antepassados dos povos nórdicos pois os próprios Vikings tinham muitos aspectos xamânicos e religiosos com Odin e toda a sua linhagem de Deuses, incluindo a questão das abduções e envolvimento sexual entre os humanos e esses Deuses Nórdicos, gerando a melhoria genética dos humanos. Lembrando que Odin é o pai de Thor, outro deus nórdico muito importante para os povos arianos e anglo-saxônicos do passado, representando importantes bases da cultura pré-europeia.

Embora não se possa afirmar, existe uma profunda conexão entre ODIN e o Comandante Torank e suas equipes que ajudaram na evolução da raça ariana e dos anglo-saxônicos na Europa e nos outros setores da Terra além de Mu e dos continentes ligados a seu setor de influência, onde as manipulações e alteração do genoma dos Elfos e dos Arianos de Aldebarã e de Plêiades foram inseridos na humanidade dessa era entre os últimos 3,2 milhões de anos até pelo menos 1.700 D.C para obter as mutações genéticas esperadas de adaptação para os projetos de Torank e de sua equipe. As Sacerdotisas aqui também foram fundamentais para gerar os processos de inseminação e modulação dos novos genomas combinados entre as etnias de Plêiades, Aldebarã, Nodia, Sirius e o outros grupos com parentesco genético desde a base das 49 Tribos que Onara salvou da extinção no sistema Vega-Avyor. O planeta Ápice do mesmo sistema estelar da estrela de Vega também foi severamente afetado pela invasão dos Draconianos. O planeta Ápice tinha como raça primordial a estrutura genética e primitiva original da etnia dos ZETAS e de seus semelhantes há cerca de 7 bilhões de anos. Sendo assim, o Sistema de Vega com os planetas Avyor e Ápice foram os primeiros representantes dessas raças humanas e humanoides. No entanto, quando o Comandante ONARA interveio para salvar o projeto Humano Micahélico de Avyor, ele também ajudou os habitantes e os remanescentes do planeta Ápice, que teve grandes consequências com a guerra, pois se atreveu a confrontar os Draconianos enfrentando dezenas de batalhas bélicas no espaço sideral e nos planetas do Sistema Vega. Onara dividiu os resgatados de Ápice em 78 tribos e castas pela Via Láctea, gerando assim a amplificação e ao mesmo tempo a sobrevivência dessa etnia humanoide que possui grande importância no processo histórico da Via Láctea e de outras galáxias nestes últimos 7 bilhões de anos, principalmente depois da evacuação que Onara efetuou com essas duas etnias e outras existentes no conflito com os Draconianos negativados pela essência Xopatz e pelas codificações de Sarathen.

A polaridade masculina e feminina estava presente em ambas estas etnias que ONARA resgatou e assim os códigos encarnacionais e de reprodução foram ativados no plano sutil equivalente ao PLANO ASTRAL dessas ramificações, que eram 49 para os humanos Micahélicos de Avyor e 78 para os Apicianos. Dessa forma, outras entidades e Almas mais evoluídas deram continuidade ao projeto de multiplicação e expansão dessas etnias, codificando a sexualidade para sua amplificação, permitindo a condição de comunicação com os outros planos mais sutis através de representantes como os SACERDOTES e SACERDOTISAS, conforme a situação a ser sustentada em cada sociedade em sua nova morada escolhida por ONARA. Temos neste contexto inicial 127 planetas e realidades onde as etnias sobreviventes da guerra com os Draconianos deveriam ser protegidas e induzidas à sobrevivência e expansão. Com isso, o plano astral desses 127 mundos foi estabelecido com as hierarquias etéricas de sustentação e programação das diretrizes de evolução e estudo para sustentar o acoplamento de novas Almas/Fractais para o processo encarnacional dentro dessas novas sociedades. Para cada uma delas foi instaurada o equivalente à FRATERNIDADE BRANCA da Terra, para estudar e proteger o projeto e ao mesmo tempo acompanhar e intervir na linha de evolução conforme os desígnios que esses grupos escolhiam e definiam para cada um desses 127 mundos e seu desdobramento ao longo da Via Láctea e impérios que deveriam ou não erguer no decorrer de sua evolução, tanto na fisicalidade como nas outras dimensões pelo próprio processo social de ascensão e acoplamento com outros níveis de consciência superiores ligados às dimensões e espiritualidade.

Dessa forma, o contexto das Sacerdotisas e dos Sacerdotes é inserido no plano do inconsciente desses 127 grupos, sendo que em cada um esse contexto apresentou um peso e uma importância diferenciada, conforme o gradiente de evolução e entendimento da relação deles com os outros planos superiores e seus próprios DEUSES ou MESTRES ETÉRICOS. Esse contexto foi inserido na Terra há milênios e tem sido renovado a cada novo projeto que a Terra recebe por parte dos diferentes grupos de extraterrestres, garantindo a multiplicação e ampliação do processo encarnacional para cada ciclo desses projetos estabelecidos pelas Federações e pelos Mestres na Terra. No entanto, para cada projeto, novos códigos genéticos são inseridos nas matrizes genéticas. Portanto, o fator sexualidade e o cruzamento entre espécimes é necessário para estabelecer no plano físico novas matrizes. Para isso, a função das Sacerdotisas através da comunicação, técnicas religiosas e controle sobre as discípulas que devem se submeter aos processos de abdução e ter relações sexuais com os Deuses tem sido um dos aspectos comuns, que ao longo do tempo foram escondidos ou mascarados como lendas antigas, como no caso de Odin, Zeus, Enki, Thor e outros Deuses que tinham relações e filhos com mulheres da Terra de acordo com diversas lendas. O mesmo ocorrendo em outras culturas como Maias, Incas, Índia, China, mesopotâmicos e latinos em geral.

O conceito lendário dos Deuses dentro das antigas culturas ajudou no florescimento de diversas etnias e na sua evolução durante os períodos mais densos e complexos dos ajustes climáticos da Terra depois dos cataclismos geológicos e das trocas de matrizes genéticas por parte das 22 delegações e dos outros grupos inseridos na Terra. O próprio Deus THOR que era pelas lendas filho de Odin com Fjörgyn, uma deusa definida como sendo a própria Terra. Thor era o deus da fertilidade para os povos nórdicos e o orgulho dos Vikings, que se definiam como o povo de Thor. Pouco se sabe sobre a questão religiosa no sentido das sacerdotisas associadas a Thor e a sua esposa SIF. No entanto, o papel da mulher perante os Deuses é sempre de destaque no que diz respeito à preservação da espécie, enquanto que o papel dos homens para os Deuses era de guerreiro e agricultor que deve manter a população em crescimento, mas cabe à mulher a educação de grande parte das tradições dos Deuses. Isso era no passado quando o conceito do matriarcado era natural, mas que foi ao longo do tempo foi substituído pelos interesses do Império Católico colocando a mulher em segundo plano e sem acesso ao antigo conhecimento do magismo e das técnicas xamânicas de cura e de conexão com o plano espiritual.

A LUA

Lua oca – ilustração History Channel

Uma grande parte dos rituais associados às Deusas está ligado à LUA, que é um satélite artificial, morada de muitos dos antigos Deuses e portanto, extraterrestres inseridos nos diversos projetos na Terra com as diferentes etnias humanas e outras raças do planeta Terra, que ainda existem não apenas no plano físico da humanidade atual, mas em outros planos paralelos, nos oceanos e cidade intraterrenas que remontam as antigas lendas do passado.

A Lua na estrutura da humanidade possui muitos papeis importantes no setor da agricultura, navegação e do magismo, mas para as mulheres representa um fator emocional e mágico, associado às Deusas como Inanna, Isthar, Isis, que empregavam o campo magnético da Lua para estabelecer nas mulheres diversos aspectos importantes de seu ciclo menstrual e endócrino, interferindo na fertilidade para que os Deuses pudessem desenvolver o seu papel de inserção de novos códigos genéticos e otimização das etnias humanas. Nas escrituras antigas o que para muitos são apenas lendas, temos as descrições da DEUSA LUA e seu culto atribuído a ISTHAR da Babilônia, que em outras culturas era conhecida por outros nomes, mas é a mesma entidade ou divindade pelo que os estudiosos têm descoberto, tais como Astarte em Canaã e na Grécia antiga, Atar para os Mesopotâmicos, Astar para Moab, Estar na Abissínia, mas foi Demeter para os Gregos que acabou se tornando a definição mais relevante para os círculos secretos das Sacerdotisas.

Todas essas definições colocavam essa Deusa Lunar como responsável pela fertilidade na natureza, produção de alimentos e evolução da sociedade. E cabia aos sacerdotes homens e mulheres desenvolver ritualísticas que os Deuses ensinavam para garantir o fluxo dessa fertilidade, não apenas associada à sexualidade com os deuses, mas também para sustento dos humanos e aprendizado sobre os ciclos da natureza e como a Lua influenciava toda a natureza.

Os estudiosos definem que Ísis era a contraparte equivalente de Isthar, sendo que através dos egípcios e dos povos gregos e romanos, sua ritualística e lendas chegaram até a era cristã denominada como Demeter, a sagrada força da natureza e mãe de todos, senhora da reprodução, gravidez abençoada, iluminação, fertilidade na agricultura, Deusa dos partos bem-sucedidos. Com o tempo acabou sendo considerada a Deusa da sexualidade e protetora das prostitutas, talvez devido à associação com Inanna que na antiga Suméria tinha essa conotação mais voltada para a sexualidade, como era típico dos Anunnakis de Nibiru empregarem o sexo como controle e ampliação da raça para seus interesses no passado.

Existem muitas interpretações para os relatos e escrituras sobre o papel das antigas sacerdotisas da Humanidade e todas devem, obviamente, ter um fundo de verdade. E isso está codificado no subconsciente das mulheres na atualidade, motivo pelo qual os movimentos e os cursos do sagrado feminino têm se proliferado tanto nos últimos 30 anos. Mas também entra a questão da carência emocional e a falta de reconhecimento por parte do machismo com relação ao papel da mulher na atual sociedade conturbada, que acabou removendo da mulher o seu papel feminino e a própria feminilidade, para que pudessem concorrer com os homens em seu mundo machista e altamente competitivo.

Decorrente da associação dessas Deusas com a Lua, a dualidade foi inserida na humanidade, onde temos o fator da vida e da morte associado às fases da Lua. Assim como a Terra é diretamente influenciada pela Lua e seus ciclos atuando na natureza e na emocionalidade dos seres humanos que sofrem sua influência, como abordado pela astrologia, que estuda os efeitos da Lua e dos astros na psique humana e sua evolução. Na atualidade e desde milhares de anos, encontram-se nas bases internas da Lua clones dos seres humanos e dos corpos criogênicos com os quais o exílio tem sido mantido na Terra por parte da Aliança Galáctica e de outros grupos rebeldes que inseriram Almas no processo encarnacional da Terra de forma irregular, para regularizar seus problemas sociais deturpando os projetos dos outros Mestres e diretores na Terra. A própria estrutura da Ordem Amarylis tem sido profundamente deturpada na Terra através das interferências, pois a Lua representa um papel preponderante como base de pesquisas e de elaboração de novos genomas e programas envolvendo seres humanos na atualidade através dos movimentos religiosos e místicos.

A Lua é ocupada em toda a sua estrutura por representantes das 22 Delegações, Aliança Galáctica, Draconianos, Xopatz, Anunnakis, Nibiruanos, 4º Reich, Sinistro Governo Secreto atual, além de outros grupos que a usam como base de apoio antes de iniciarem suas intervenções e projetos na Terra com base nos acordos estelares dos planetas em quarentena e pesquisa, como é o caso da Terra e da humanidade. Dessa forma, as religiões e movimentos esotéricos associados à conexão tanto com Deuses como com Extraterrestres, são na verdade mecanismos de comunicação astral, de abdução e inserção de dispositivos denominados chips ou implantes no corpo de seus devotos ou fanáticos.

Este texto pode ser compartilhado desde que cite a fonte http://www.rodrigoromo.com.br e o autor Rodrigo Romo e não sofra qualquer edição.