A NATUREZA ENERGÉTICA DO VÁCUO REVELADA POR UMA ESTRELA DE NÊUTRON

Amigos e alunos,

Compartilhamos com vocês um trecho do novo livro de Rodrigo Romo que está ainda em desenvolvimento, com o nome provisório de “Conf. 5”, que trata dos aspectos imateriais da Criação e do fluxo da vida entre diferentes estruturas energéticas desde a Supra Mônada até a manifestação da vida em corpos biológicos físicos em nossa realidade terrestre. E um artigo científico relatando a busca da Ciência sobre a composição do Espaço, que por muitos anos acreditou-se ser um grande vazio. Mas que através da medição utilizando modernos telescópios, observou-se que o Espaço na verdade, está cheio de energia, confirmando a constante interação entre diferentes forças e fluxos energéticos que fazem parte desta grande estrutura criacional.

“O fluxo de emanações geradas pelas forças gravitacionais e suas respectivas frequências são o pulso da vida que permite que uma Supra Mônada sustente a expansão de sua rede cristalina, que na verdade não é apenas uma rede cristalina como a estrutura de um cristal, como podem estar imaginando, mas o fluxo da geometria sagrada dos próprios universos que estão se estabilizando. Com isso, as coordenadas dos futuros projetos e genomas vão seguir essa mesma sequência matemática do fluxo existencial, que na realidade da matéria Bariônica, representa as coordenadas da geometria sagrada da estrutura celular, dos projetos biológicos e da própria estrutura da Matéria Bariônica, onde o fluxo de energia estabelece a geometria das rochas como base estrutural das forças gravitacionais. Essas cargas são a base estrutural da vida que está sob a orientação dos membros Voronandeck, criadores da Ordem Lanonadeck, para estabelecer os parâmetros do que se tornaria a geometria da vida biológica e para inserir as matrizes das Almas e Espíritos nesse novo fluxo de possibilidades, seguindo as codificações das Mônadas e de suas estruturas intermediárias, que são denominadas pelos humanos como EU SOU ou EU SUPERIOR, conforme a escola mística.

A geometria sagrada e a rede cristalina da rede atômica do universo Bariônico é na verdade uma consequência matemática do fluxo de energias dos outros níveis superiores onde a densidade é menor. Desta maneira, as partículas estão mais afastadas gerando um fluxo de possibilidades diferentes da coesão da realidade de vocês. Com isso, a energia emanada pelo conjunto Mônada-Supra Mônada, acaba sendo o que se define como Espírito, que por sua vez, gera a consciência deste conjunto superior e a percepção da vida em outros patamares muito além do que se imagina na estrutura biológica, como é a realidade onde vocês encarnam em projetos biológicos que são programados pelos Lanonadeck conforme as configurações que serão estabelecidas pelo conjunto de Criadores e suas matrizes. E os Anciões Lanonadeck no decorrer dos programas entre o fluxo da Energia Escura, Energia Morontial e a rede cristalina do EU SOU dentro da Matéria Escura e seu refluxo, que é a Matéria Bariônica.

Através da física atomística, a estabilização e densificação das subpartículas como os quarks e o léptons formaram a realidade material dos Baríons. No entanto, essas duas partículas elementares são formadas por outras estruturas de cargas elétricas internas que existem na Matéria Escura e também na Energia Escura, como a base da relação entre a malha cristalina do fluxo existencial do tempo-espaço e a grade geométrica que formatou o universo material, mas com as diferentes densidades que vocês entendem como dimensões, que são muito mais do que imaginam, pois a rede cristalina de possibilidades da Matéria Bariônica vai muito além do fluxo descoberto pelos seus cientistas no momento. A própria imaterialidade era uma impossibilidade até pouco tempo para seus pesquisadores, pois era desprovida de partículas que pudessesm se sustentar, mas com o advento dos poderosos aceleradores de partículas, foi possível ver modelos que até então estavam apenas em conjecturas teóricas e até mesmo descartadas como viáveis. O que o CERN deixou mais claro com seu uso no final de 2015, quando foi ativado com a carga de 13 TeV  (Tera Eletron Volt), abrindo portais para outras dimensões não físicas e demonstrando a complexa rede do Multiverso além do fluxo da materialidade.

Com isso a química e a física acabaram entrando no universo atômico e decodificando as bases da formação da estrutura da realidade física de vocês, que é, na verdade, um espelho de uma entre tantas malhas da Criação que ao mesmo tempo é o refluxo de outras dimensões existentes no universo da Matéria Escura e sua própria e ampla rede cristalina, ao ponto que ambas se misturam e interagem, sem no entanto afetarem suas trajetórias orbitais.”


Texto original em inglês traduzido do site RESONANCE SCIENCE FOUNDATION (link)

Estrela de nêutrons revela a natureza energética do vácuo “vazio”

A palavra “espaço” talvez não seja seu nome ideal. Ou seja, em vez de estar desocupado e ‘espaçoso’, ele está, de fato, extremamente cheio – cheio de energia!

Embora para alguns isso possa soar como uma ideia nova, ela existe em muitas formas desde tempos imemoriais, conhecido como o éter. Em tempos mais recentes, esse éter foi chamado de vácuo quântico, campo de ponto zero ou como Nassim Haramein gosta de chamá-lo, o campo de Planck. Contudo, embora as suposições dos antigos e a hipótese dos cientistas modernos tenham feito tais afirmações, a realidade nunca foi diretamente observada. Agora, pela primeira vez, uma equipe de astrônomos europeus mediu o que eles acreditam ser os sinais desse vácuo quântico energético. Utilizando observações do Very Large Telescope no Chile, a equipe foi capaz de medir a polarização da luz de uma estrela de nêutrons isolada (INS), cujo grau é altamente sugestivo de uma estrutura de vácuo polarizada gerando um efeito birrefringente na luz.

O que é birrefringência a vácuo?

Ondas eletromagnéticas não estão limitadas a polarizações específicas e geralmente oscilam em todas as possíveis orientações geométricas. As oscilações podem ser polarizadas, ou seja, confinadas a uma única direção – polarização linear – e / ou rotação – polarização circular.

Quando a luz passa através de um limite entre meios diferentes, ela será refratada de acordo com a Lei de Snell (equação à direita), onde seu índice de refração, n, depende do ângulo de propagação.

Em alguns meios óticamente anisotrópicos (1) – como estruturas cristalinas – o índice de refração também é dependente da polarização, bem como do ângulo de propagação. Como a refração é uma função da velocidade, a luz se dissocia em dois feixes de velocidade diferentes, com o raio lento  se defasando em relação ao raio mais rápido. Os meios que exibem esse fenômeno de “dupla refração” são considerados birrefringentes.

O que isso tem a ver com o vácuo?

Nos anos 1930, após o nascimento da teoria quântica e a aceitação geral da dualidade onda-partícula – isto é, a transformação da matéria em radiação e vice-versa – conclusões importantes foram feitas a partir da teoria quântica que descreve eletrodinâmica – eletrodinâmica quântica (QED). Essas inferências se baseavam no fato de que matemáticas não-lineares além das equações de Maxwell eram necessárias para descrever a interação de matéria e radiação no nível quântico, que Dirac atribuía a uma consequência indireta da possibilidade virtual de produção de pares – o potencial de mar de Dirac.

Seguindo o trabalho de Dirac, Heisenberg (2) mostrou que essa matemática não linear também era necessária para um espaço aparentemente “vazio”, onde se as energias específicas necessárias para criar a matéria não estivessem presentes, esse mar de potencial subjacente exibiria uma espécie de polarização de vácuo. Ou seja, os pares de pósitrons do elétron criaram um dipolo ‘virtual’.

Em um artigo examinando as estruturas coletivas coerentes do plasma e suas interações, Haramein & Rauscher concluíram de forma semelhante que “estados de plasma coerentes não poderiam existir como ondas localizadas devido a efeitos não-lineares a menos que essas não linearidades e propriedades de polarização existissem dentro da própria estrutura do vácuo”.

O termo “polarização do vácuo” pode soar como uma contradição em termos, já que a polarização é uma propriedade normalmente associada à matéria. Diferentes tipos de meios e/ou anisotropias dentro do meio podem afetar o grau de polarizabilidade, mas uma coisa certa é que, para a polarização ocorrer, tem que haver um meio para se polarizar.

Provas experimentais de polarização a vácuo já foram encontradas, primeiro com as medidas do deslocamento de Lamb e depois com o efeito Casimir (mais sobre isso pode ser encontrado em inglês na Resonance Academy). É, portanto, razoável concluir que a ideia original do éter, apoiada por Einstein, e o mar virtual de potencial, como sugerido por Dirac, existem.

Este mar de energia potencial, ou vácuo quântico, comporta-se não linearmente. Assim, devido a essa natureza anisotrópica, quando estiver polarizada, exibirá efeitos de birrefringência conhecidos como birrefringência a vácuo. Agora, pela primeira vez, uma equipe de astrônomos observou esses efeitos, não apenas confirmando os efeitos da birrefringência a vácuo, mas também apoiando ainda mais a natureza não tão “vazia” do espaço.

Como eles fizeram isso?

Para começar, eles precisavam encontrar uma fonte magnética forte – forte o suficiente para polarizar significativamente o vácuo e gerar efeitos birrefringentes. Então, o que é melhor do que uma bola giratória de carga, comumente conhecida como estrela? Embora não sejam completamente compreendidas, as estrelas mais pequenas e mais densas – as estrelas de neutrons – são também as mais rápidas, com velocidades até 70.000 km/s, cerca de 350 vezes mais rápidas que a mais massiva das estrelas e 35.000 vezes mais rápidas que o nosso Sol. Gerando assim, campos magnéticos bilhões de vezes mais fortes (~ 10 13Gauss).

Na presença de um campo magnético forte – como o das estrelas de nêutrons – a opacidade da matéria ionizada para a transferência de fótons se torna dependente da polarização – isto é, o grau em que a luz consegue viajar através do meio é afetado pela polarização. Como consequência, a radiação térmica que emana de cada ponto da superfície da estrela de nêutrons será altamente polarizada, com a direção da polarização correlacionada com a direção do campo magnético.

A emissão térmica recebida pelos detectores em um observatório é a emissão líquida (net) que emana de toda a superfície da estrela de nêutrons. No entanto, como o campo magnético da estrela de nêutrons terá diferentes orientações ao longo da superfície – embora altamente polarizado – presume-se que as polarizações se cancelarão, reduzindo significativamente a polarização líquida observada.

No entanto, Heyl e seus colegas sugerem o contrário. Em uma série de artigos ( 1997 , 2000 , 2002 , 2003 ) eles mostram como a não-linearidade do vácuo é capaz de dissociar os modos de polarização, de modo que suas trajetórias evoluem separadamente à medida que viajam para fora através da magnetosfera enfraquecendo rapidamente. O raio no qual os modos se conectam depende da frequência, onde quanto maior a frequência, mais distante da superfície da estrela de nêutrons ocorrerá o acoplamento.

Quanto mais um fóton viaja da superfície de uma estrela de nêutrons, mais alinhadas as linhas do campo magnético se tornam de tal forma que a direção de polarização da emissão originada em diferentes regiões também tenderá a se alinhar. Assim, para os modos de frequência mais alta que viajam mais longe antes do reagrupamento – como as azuis, UV e frequências mais altas – a polarização líquida observada da radiação térmica seria dramaticamente aumentada.

Heyl e seus colegas cientistas subsequentemente previram que essas grandes polarizações poderiam ser observadas e, assim, forneceriam a primeira evidência direta de birrefringência a vácuo no regime de campo forte.

Mais de uma década depois, uma equipe de astrônomos liderada por Mignani e composta por cientistas do Laboratório de Ciências Espaciais UCL Mullard, Universidade de Zielona Gora, Universidade de Pádua e Osservatorio Astronomico di Roma, começou a fazer exatamente isso, começando escolhendo a estrela certa. Em estrelas isoladas de nêutrons que não são afetadas pela magnetosfera, a radiação térmica altamente polarizada pode ser detectada em comprimentos de onda óticos. Com isso em mente, a equipe decidiu pelo RX J1856.5-3754, o protótipo do famoso grupo de sete estrelas de nêutrons isoladas, conhecidas como Magnificent Seven (M7).

Apesar de ser uma das estrelas de nêutrons mais próximas (a meros 400 anos-luz da Terra) e a mais brilhante de seu tipo, sua fragilidade exigia um instrumento específico disponível no VLT – o Redutor Focal e o Espectrógrafo de baixa dispersão (FORS2) – equipado com polarização ótica para medir a polarização linear. O grau de polarização é essencialmente determinado pela medição da diferença de intensidade em dois estados de polarização predefinidos de um modulador de luz, onde se a luz não for polarizada, a intensidade será constante, independentemente do estado do modulador.

Após uma análise cuidadosa, responsável por todos os fatores externos conhecidos, a equipe descobriu que o grau de polarização linear era de 16%. Ou seja, nem toda a luz recebida está vibrando em uma direção, apenas 16%. Embora baixo, esse valor é muito maior do que o esperado e só pode ser contabilizado se os efeitos da birrefringência a vácuo forem incluídos na análise. Altos graus de polarização, até 100%, são esperados no comprimento de onda dos raios-X, que é onde a equipe estará de olho na próxima experiência.

De qualquer modo, esses são momentos excitantes, pois parece que estamos finalmente a caminho de observar e compreender a estrutura anisotrópica e cristalina do éter onipresente!

Por: Amira Val Baker (fonte em inglês)

(1) Anisotrópico significa que certas propriedades físicas (dureza, resistência mecânica, refração da luz, por exemplo) dependem da direção em que são medidas.

(2) De acordo com a teoria do pósitron de Dirac, um campo eletromagnético tende a criar pares de partículas que levam a uma mudança das equações de Maxwell no vácuo.

O QUE É UMA ESTRELA DE NÊUTRONS?

(ligue as legendas automáticas na configuração do vídeo)