A SUBMERSÃO DO PORTAL – DO LIVRO “OS EXILADOS DE ALTAIR IV”
A Submersão do Portal – Primeira parte

Quando chegou o dia do alinhamento planetário e estelar, os membros do comando avançado subterrâneo da cidade das Bermudas se prepararam para um conflito nuclear e deixaram milhares de silos com foguetes intercontinentais à vista, prontos para contra-atacar qualquer um que os impedisse de ativar o Portal. O Comando da Federação orientado pelos Arcanjos se manteve a postos e montou um campo de força junto aos polos no campo telúrico do eixo planetário para gerar um campo de contraposição de maneira que as energias do portal não pudessem quebrar o contínuo espaço-tempo do planeta.

Gabriel e Miguel se apresentaram com três Merkabas de Luz, incluindo a nave capitania da Confederação Intergaláctica, a Alfa & Ômega, um Merkaba de luz construído em Unversa, a capital do nosso Superuniverso Orvotón. Os três Merkabas ficaram sobrepostos à pirâmide a uma altitude de sete mil metros, irradiando um campo energético de neutralização das armas nucleares que eram disparadas contra suas egrégoras de luz. Os líderes do projeto do Portal nunca tinham visto Merkabas assim, que além de serem gigantescos, com mais de 8 Km de diâmetro cada, absorviam completamente todos os impactos das armas sem demonstrar nenhuma alteração no seu campo de luz. Parecia que os Merkabas eram Portais de transmissão energética, pois todas as bombas atômicas passavam por eles e desapareciam por completo.
Arcanjo Miguel enviou um ultimato para os ocupantes da cidade, advertindo que suas tentativas de ativar esse Portal deveriam ser abandonadas, pois as consequências para o planeta seriam graves e caso não capitulassem, a aniquilação seria total. Como os Maldequianos já conheciam a paciência crística de seres de Orion, como Metraton, Arcanjo Crístico e mediador, eles acreditaram erroneamente que poderiam se opor às advertências de Miguel, o que os levou à morte em poucos minutos, pois ocorreu um fato curioso que eles não esperavam. Segundo os cálculos de seus cientistas, uma vez ativada, a Pirâmide geraria um grande campo de força que não poderia ser transpassado por armas convencionais e tampouco por armas especiais, como alguns Merkabas utilizados em ações junto à Federação. Portanto, eles acreditavam poder se defender dos Merkabas presentes com a ativação imediata do Portal.

Assim, ativaram o Portal antes do alinhamento perfeito dos planetas do Sistema Solar em sintonia com o centro do Cinturão de Orion, com o qual esperavam gerar um novo campo telúrico de energia e ativar outros portais próximos a Rígel. As pirâmides de Marte também seriam ativadas e serviriam de amplificadores do sinal, produzindo uma gigantesca fenda espacial que permitiria a passagem de astros celestes. Tanto Miguel como Gabriel sabiam que penetrar o campo ativo da pirâmide exigiria uma ofensiva bélica muito elevada que destruiria o planeta. Por isso, a consciência planetária da Mãe Divina entrou em ação para resguardar o restante de seus filhos no globo. O Cristo feminino se expressou e sacrificou seus filhos em favor de bilhões de vidas no restante do Sistema Solar.

Em sincronia com um ataque energético dos Merkabas da Confederação, a Mãe Divina partiu o continente Atlante ao meio e submergiu todas as cidades com alto índice de negatividade. Isso acarretou grandes maremotos e longas chuvas, criando um dos grandes dilúvios que assolaram o nosso planeta em sua longa história evolutiva. Miguel e seus irmãos sabiam que essa era a única forma de desprogramar as energias negativas criadas por essas pessoas e salvar o planeta. Por essa razão, eles nunca atacaram efetivamente, pois a semente da discórdia estava presente no campo telúrico dessas pessoas e do continente, que por orgulho tinham se deixado levar novamente pela ilusão.
Obviamente, com um cataclismo dessa magnitude, todas as costas entre a América, Europa e África sofreram fortes abalos e maremotos com até 350 metros de altura, destruindo a vida em muitos lugares onde existiam cidades magníficas, como a que os representantes de Altair IV tinham erguido no que atualmente é a região do Yucatán. Muitos dos achados de Niven e James Churchward em suas pesquisas, têm relação com essa grande inundação, que soterrou com seixos muitos sítios arqueológicos no México e sul dos Estados Unidos.

O mesmo ocorreu com menor intensidade na Europa e África, pois a parte ocidental da Atlântida foi poupada, onde ficou conhecida como a Ilha de Poseidon. Mesmo com menor intensidade, ambos os continentes e as culturas que habitavam suas costas foram extintas e muitas cidades nunca mais foram restauradas pelas civilizações seguintes alguns anos mais tarde.
Durante muitos anos, essas costas tiveram ausência de habitantes, porque as fortes tempestades não cessaram rapidamente, com fortes chuvas que causaram a submersão de regiões menos elevadas do globo após a submersão de parte da Atlântida, impedindo que muitas tribos se estabelecessem definitivamente. Outro fator curioso, foi que muitos grupos de interesses ou colônias de extraterrestres espalhados pelo mundo se recolheram para regiões mais afastadas da Atlântida e outros abandonaram o planeta com suas naves.
A submersão dessa parte do continente serviu como um purgatório para muitas pessoas, assim como um grande aviso. Muitas delegações de Orion tentaram fugir, mas foram aprisionadas pela frota da Federação e por decreto de Sanat Kumara, obrigados a viver dentro do ciclo cármico do planeta até restaurarem os erros cometidos junto ao campo telúrico do planeta.
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