A SUBMERSÃO DO PORTAL (PARTE 2)- DO LIVRO “OS EXILADOS DE ALTAIR IV”

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A Submersão do Portal – Segunda Parte

Nesta imagem aérea aproximada que recebi do que restou da primeira submersão da Atlântida anos antes, quando na Lemúria já havia submergido o último grande continente, verificamos ao norte um ponto simbolizando os representantes de Altair IV que buscaram um ponto estratégico em relação às duas cidades abordadas neste livro. Existiam muitas outras com grande valor e importância nesse continente, tanto cultural como comercialmente. Todavia, só recebi a captação destas duas como ponto central das questões raciais que levaram Sandalfon a colocar seus pupilos e diversas raças negras naturais da Terra sob sua tutela. Esses povos muitos anos mais tarde migrariam para o Egito e fundariam o império egípcio. Dentro desses povos não havia somente negros, mas também outras raças claras, que ao se misturarem com os negros, geraram mulatos, típicos das figuras mais antigas encontradas na cultura egípcia.

Atlântida tinha se transformado no novo berço do desenvolvimento intelectual e tecnológico de muitas culturas extraterrestres que impulsionaram a humanidade remanescente de outras eras douradas do passado, constituindo esse centro como o ponto focal do desenvolvimento da humanidade, deixando o restante do globo livre das influências do desenvolvimento. Isso garantiu que lugares isolados, como a Sibéria, fossem utilizados para restaurar pacificamente a estrutura genética de muitas experiências malsucedidas, como também um lugar de repouso e exílio para as culturas que não mais queriam o contato com os magos negros. A região da Sibéria foi a favorita dos Lirianos presentes na Terra antes ainda da submersão da Atlântida, pois essa região apresentava um habitat semelhante a muitos mundos que tinham colonizado no início de sua expansão, além das fronteiras de sua constelação natal.

Outro ponto muito interessante, foi uma grande região desde Moscou, Ucrânia, Cazaquistão, Geórgia, Turquia, Irã, Arábia, Paquistão, Turcomenistão, Uzbequistão e outros trechos do Cáucaso até próximo ao Egito do outro lado do Rio Nilo. Nesta região ocorreu parte do projeto de manipulação genética do Homo sapiens em parceria com algumas delegações estelares, até se chegar a um consenso que permitisse o equilíbrio entre todas as raças mais fortes e capazes de sobreviver. Nesse processo de seleção, muitas raças não sobreviveram e deixaram de existir ainda no início de sua manipulação.

A Terra tinha sido fatiada em campos de pesquisa, sendo que cada grupo estelar buscou um ponto mais favorável para seus interesses. Outros grupos importantes eram os de Sirius e Centauro, que habitaram a costa da Europa e migraram para as regiões internas. A Noruega com a França abrigavam um grupo avançado de pleiadianos que acabaram gerando outro genótipo de humanos da Europa, mais tarde se misturando com raças deixadas pelos Lirianos e ao sul com as de Altair. Uma das ramificações desses pleiadianos eram os Druidas, que habitavam as ilhas britânicas e se uniram tempos mais tarde com os remanescentes de Orion, que também estavam perambulando nesse setor.

Com grandes tormentas e maremotos decorrentes da submersão da Atlântida, esses povos se recolheram para regiões mais elevadas e acabaram se encontrando e se relacionando, misturando ou separando ainda mais os traços raciais das culturas mais antigas. Nesse contexto, os negros também sofreram mudanças fisiológicas devido aos cruzamentos com outras culturas, o que explica as diferentes tribos e fisionomias de negros, assim como a da raça branca e asiática. Muitos dos representantes de Orion ficaram nas regiões mais ao sul da África e na costa brasileira, penetrando mais tarde no continente. As outras delegações de Sandalfon se dividiram entre o sul dos Estados Unidos, mais para a região mexicana, América Central, América do Sul até a região chilena de Chiloé, sendo que muitas delas permaneceram nas ilhas do Pacífico.

Também dentro da cultura de Altair IV, existiam diferentes tipos raciais, o que explica a diversidade da raça negra na Terra. O Império Egípcio continuou florescendo e a cultura negra se destacou como uma das mais evoluídas da região central. As culturas semitas e caucasianas tiveram grandes cidades e impérios como a Babilônia, Assírios, Caldeus e outras de grande valor. Também os gregos marcaram sua passagem pela história. De modo geral, todas as representações raciais do globo tiveram um período de ouro, deixando seus registros e informações sobre os Deuses das Estrelas, vestígios nítidos que a nossa cultura egocêntrica nega e tampouco pode explicar.

Com o passar dos anos e a estabilização dessas culturas e suas cidades, outras culturas nômades começaram a buscar melhores oportunidades de vida em grandes centros urbanos, assim o Egito e muitas outras cidades de grande valor no restante do mundo tiveram uma segunda etapa, que foi a de absorver culturas nativas ou estrangeiras, que com o passar dos milênios, acabaram degenerando os princípios básicos da cultura original. Os sacerdotes perderam parte do conhecimento ou o esconderam, para que a nova gama genética e cultural não utilizasse mal os segredos esotéricos, ou ainda para garantir o poder perante seus súditos.

Nessa etapa, que levou cerca de 5 mil anos, o Egito e outras culturas iniciaram sua queda e perderam seus valores, que passaram a ser mal interpretados. Em especial, o Egito teve um papel de destaque, pois as culturas que foram se sobrepondo, não mais carregavam o verdadeiro conhecimento e passaram a utilizar as Pirâmides e outros templos como depósitos de corpos humanos e a modificar brutalmente muitas obras dos antigos Deuses. Essas obras não tinham ligação com Sandalfon, pois as pirâmides e a Esfinge foram construídas pelos gracianos e maldequianos 253 milhões de anos antes.

Muitos comandantes estelares que utilizaram as pirâmides como faroletes de goniometria para suas naves, se surpreenderam ao chegar pela primeira vez à Terra, pois não esperavam encontrar tais estruturas em um mundo primitivo, que tinha passado por um grave processo geológico de resfriamento que extinguiu milhares de formas de vida, entre elas, muitos humanos. Pois havia também resíduos de radiação de guerras atômicas de outras culturas de Sirius, Orion, Lira e Beta Centauro, juntamente com Capelinos e outras raças de Deneb e Andrômeda, que quase levaram a Terra à destruição por conta de sua estupidez.

Notei que logo após a submersão da Atlântida, os esforços da humanidade e dos grupos estelares que restaram foram direcionados para restaurar a paz e o desenvolvimento dos grupos de humanos nômades. Nesse sentido, muitos visitantes estelares que buscavam unificação e uma nova conduta, não quiseram participar das negociações de paz com a Federação, mas modificaram drasticamente seu comportamento e passaram a ajudar. A Federação teve que intervir também em casos de abuso de poder e expulsar muitas naves e delegações mal-intencionadas que buscavam se esconder em regiões afastadas do globo, como na Antártida, que abrigou exilados de Orion em uma grande cidade não-federada que ainda existe e fica a quase 18 km de profundidade. Da mesma maneira fizeram os nazistas após a guerra, possuindo atualmente um grande forte subterrâneo com milhares de pessoas que pertencem em sua maioria ao Governo Secreto da Terra. Posso dizer que são uma forma de governo autônoma, mesmo em relação ao Sinistro Governo Secreto que desenvolveu também bases próprias. 

A Fraternidade Branca ganhou muitos adeptos após a queda da Atlântida e se fortaleceu mediante o surgimento de muitos discípulos na superfície, revelando suas mensagens crísticas. Grandes escolas de iniciados e de sabedoria começaram a ser construídas em cada cidade e muitos retiros espirituais foram erguidos nas montanhas mais afastadas, como foi o caso do Tibete, que já possuía uma cultura ermitã de tempos anteriores, mas que levou a manifestação da Ascensão a inúmeras pessoas.

Os Deuses Negros reinaram por milhares de anos na Terra, com Sandalfon e sua equipe deixando o planeta cerca de três mil anos antes de Cristo nascer, quando os egípcios começaram seu decaimento. No entanto, muitos seres de Altair IV permanecem até a atualidade na Terra encarnando no ciclo evolutivo e muitos são Mestres Ascensionados da Fraternidade Branca. Outros são membros da Federação e trabalham para o Comando Asthar. Sandalfon teve que voltar com a Polaris para Altair IV e posteriormente para a nova morada dos exilados de Altair na periferia para cuidar de suas obrigações.

Quando Jesus nasceu, Sandalfon soube do ocorrido e voltou para presenciar a manifestação de Micah no corpo físico de Jesus Cristo, com quem teve a oportunidade de dialogar no deserto. Sandalfon lamentou os fatos ocorridos desde a sua ausência, porém ele sabia que não poderia tutelar sua gente por toda a eternidade, pois todos tinham que amadurecer por si só, pois essa é uma das necessidades a serem superadas por todos os humanos em busca da reintegração com a sua Fonte através da Presença Eu Sou.

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