A CIDADE DAS BERMUDAS – “OS EXILADOS DE ALTAIR IV”
A Cidade das Bermudas (parte 1)
Neste capítulo pretendo expor algumas complicações que levaram à submersão da Atlântida e a outras derivações da raça negra, como a tribo dos Dogons e ao Império Egípcio, que possuía negros como a raça primordial.
A localização do misterioso Triângulo das Bermudas tem como referência as Ilhas das Bermudas, sendo que as ilhas Bimini apresentam diversas estruturas submersas localizadas por mergulhadores e satélites.

No período em que Sandalfon e sua equipe vieram para a Terra, o local das Bermudas se estendia por cerca de 120 km de extensão, com grandes templos e construções menores destinadas a moradias camponesas. Em geral, a estrutura social desse local era rural, sem grandes centros urbanos como nós os conhecemos atualmente. Os centros de maior população não ultrapassavam cinco mil pessoas em média, porque as pessoas preferiam viver mais afastadas em lugares naturais. Cada pessoa valorizava muito a sua individualidade e o espaço físico que podiam ocupar. No entanto, grandes reuniões eram comuns nos centros urbanos, principalmente nos templos de comunicação com os “deuses” do espaço.

O ponto central onde estavam localizadas as estruturas piramidais que deveriam ativar o Portal Dimensional tinha capacidade para reunir com facilidade algo em torno de 25 mil pessoas. No entanto, a população era bem menor por estar esparsa na região montanhosa a leste das pirâmides. Segundo Sandalfon, as cidades e templos das Bermudas possuíam cerca de 18 mil residentes, além de milhares que costumavam visitar o local por motivos comerciais.

A presença de naves extraterrestres era um fato comum, pois nessa cidade a desmistificação dos deuses já tinha sido alcançada há vários anos, devido a um longo e excelente trabalho dos sacerdotes das Bermudas. Nesse ponto, os antigos cientistas maldequianos encarnados como terráqueos tinham ajudado e elevar o consciente psíquico da população local, o que fez com que sua cidade fosse a mais próspera em muitos sentidos.
Os humanos dessa região buscavam uma igualdade com muitas das representações extraterrestres, o que já não ocorria com outras culturas humanoides como de Siriús e Orion. Contudo, o intercâmbio entre as pessoas das Bermudas com seres extraplanetários era comum e bilateral. Existia um respeito devido à presença de interesses do Império de Orion nos templos que tinham ajudado a construir. Pelo que pude averiguar no registro akáshico, a existência de vida fora da Terra era algo natural para todos os seres humanos.
No entanto, devido à presença de diferentes núcleos extraterrestres em diferentes pontos da Terra, havia uma consciência de que entre os seres dos céus existiam discórdias e contendas políticas. Também a submissão a muitas dessas deidades estelares se baseava no fato que eles eram os pais e criadores de muitas dessas colônias isoladas de humanos. Assim se formou a submissão na consciência e na genética perante os criadores, que abusavam muitas vezes dessa condição para utilizar suas criações em trabalhos forçados nas minas. Esses atos fizeram com que no decorrer dos tempos, a humanidade se distanciasse por medo de muitas culturas extraterrestres, pois o sofrimento era profundo.
O rapto de mulheres e crianças era um ato comum, fazendo com que as pequenas comunidades escondessem suas crianças ou as mulheres mais belas e em muitos casos, chegando a marcá-las para denegrir a sua beleza. Outro fato curioso e penoso, é que a circuncisão feminina teve suas origens nesse processo, para esconder as mulheres dos olhos dos deuses, que devido à beleza dos humanos, as raptavam para ter relações sexuais com elas. Também a utilização de véus cobrindo os rostos teve muito a ver com essas questões do passado.

O que muitas vezes os humanos da Terra não compreendiam, era que muitos desses raptos tinham como objetivo tratamentos genéticos para análise de material ou mesmo para averiguar a combinação genética comum entre os criadores e as criaturas recém-formadas ou aperfeiçoadas. Portanto, os atos sexuais muitas vezes se baseavam na necessidade de verificar a combinação genética entre ambas as raças. Muitas vezes se recorria à inseminação artificial, porém o número de casos em que o sexo prevaleceu nesse processo, parece bem elevado e, segundo os registros akáshicos, o ato sexual era uma questão pessoal e científica dos pesquisadores.
Também era comum que os filhos desses cruzamentos fossem mais inteligentes que o normal, criando humanos com capacidades extrassensoriais além dos padrões comuns. Pelo que pude averiguar em uma cronologia mais coerente, no período da Atlântida a capacidade extrassensorial da humanidade era bem desenvolvida, não chegando a ser como em épocas mais remotas, durante outra Era de Ouro, quando muitos representantes da Terra se estabeleceram nas proximidades da estrela de Betelgeuse, uma gigante de Orion.
Volto a recordar aos leitores que a história evolutiva da Terra conta quase cinco bilhões de anos desde seu ponto de cristalização geológica. Já o processo de desenvolvimento de vida nos planos sutis, tem seu marco em 3,2 bilhões de anos, sendo que o processo definitivo de materialização das diversas formas de vida unicelulares, pluricelulares e assim por diante, se iniciou há cerca de um bilhão de anos, segundo os registros akáshicos da Terra.

Portanto, transcorreu um grande período até que milhões de formas de vida se desenvolvessem e até que as manifestações humanoides aparecessem na face da Terra, trazidas pelos semeadores de vida do universo Teta, sendo os Elohins e Arcanjos, que compõe a família dos Deuses Criadores multidimensionais a serviço de Micah, o Diretor e criador do nosso Universo Local de Nebadon. O que estamos vendo com a passagem de Sandalfon na Terra, ocorreu há cerca de 12 mil anos em nossa contagem, algo muito próximo e insignificante se comparado à idade da Terra e ao seu processo evolutivo desenvolvido até os dias atuais.
A humanidade da Atlântida tinha na memória as guerras ocorridas na Lemúria, identificada em todas as escrituras antigas como a Terra Mãe de todas as culturas, que cerca de 13 mil anos antes já tinha sofrido uma submersão espantosa, obrigando mais de 65 milhões de pessoas a migrarem para outros continentes.
Depois da submersão da Lemúria, o processo de degeneração cultural foi grande, mas com o passar dos séculos e com a nova presença ativa dos extraterrestres ajudando no novo ciclo que se iniciava na Terra, e em especial na Atlântida, houve um resgate da humanidade no aspecto cultural e intelectual através da manipulação direta, certamente, mas imprescindível para garantir que a espécie humana da Terra não se perdesse por completo em guerras territoriais e questões de sobrevivência selvagem, como ocorreu por muitos anos em determinados locais. As diferentes raças que se salvaram da Lemúria e de outros lugares da Terra tinham que trilhar o caminho da sobrevivência e não mais guerrear entre si.

Esta foi uma das principais tarefas dos anjos da Fraternidade Branca e da Federação. Mas não foram somente pessoas ligadas à Federação que vieram para a Terra, lembrando que a Terra estava em uma órbita mais interna de Orion, portanto, submetida às delegações do Império de Orion, que tinha se fortalecido tecnologicamente com a divulgação dos planos de Lúcifer de oferecer autarquia administrativa para muitas frentes políticas de Satânia. Isso desequilibrou em parte as forças da Federação na Terra, o que a deixou mais polarizada do que antes.
(Este texto pode ser compartilhado desde que cite a fonte e inclua o link desta página)
Descubra mais sobre Portal Shtareer
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.